A Argentina se prepara para uma grande e merecida sarau de despedida de seu ídolo Lionel Messi, nesta terça-feira (6), em Buenos Aires, às 20h (horário de Brasília), com os mais de 85 milénio ingressos para as arquibancadas do Monumental de Núñez esgotados posteriormente unicamente uma hora e meia de venda.
A organização do evento foi toda pensada para que o craque de Rosario faça sua 208ª e última partida com a camisa azul e branca em grande estilo, possivelmente ampliando ainda mais seu recorde de maior goleador —foram 125 gols até cá— e de maior garçom —são 68 assistências— da história da seleção.
O inimigo escolhido a dedo pela AFA (Associação do Futebol Prateado) foi a frágil seleção do Benin, unicamente a 89ª colocada no ranking da Fifa —a Argentina atual vice-campeã mundial é a 2ª—, do qual melhor resultado no cenário internacional é a período de quartas de final da CAN (Despensa Africana de Nações), em 2019, deixando pelo caminho o Marrocos.
A mãe Celia, os irmãos Rodrigo, Matías e María Sol, a esposa Antonela e os filhos Thiago, Mateo e Ciro estarão presentes na mansão do River Plate para escoltar “o último tango do melhor jogador do mundo”, porquê descreveu Claudio Tapia, presidente da AFA. Também são esperadas homenagens a Jorge Messi, pai do craque que morreu em agosto.
Marcarão presença jogadores que estiveram ao lado de “La Pulga” na campanha rumo ao terceiro título mundial da alviceleste, na Despensa do Mundo de 2022, no Qatar, porquê o atacante Ángel Di María, já emérito da seleção.
Aliás, para os milhares de torcedores que não conseguiram entradas, haverá uma Fan Fest, batizada de “Gracias, Leo”, na Cidade Universitária da UBA (Universidad de Buenos Aires), a menos de um quilômetro do estádio, com transmissão do duelo e uma série de ativações previstas, em sarau sob o comando do ex-goleiro Sergio Goycochea.
Nico Silêncio e Franco Mastantuono despontam na recontro pela 10
Ao mesmo tempo em que se mobilizam para o adeus de Messi depois de 21 anos de serviços prestados desde sua estreia pela formação pátrio, em agosto de 2005, a mídia sítio e os torcedores se debruçam para tentar encontrar um verosímil substituto para o seu camisa 10.
Embora seja unânime a opinião no país vizinho de que ninguém será capaz de assumir com o mesmo brilhantismo o papel que o craque protagonizou nas últimas duas décadas, há em curso um esforço —e um grande libido— por secção das arquibancadas de identificar novos talentos que possam ocupar a vazio pelo lado recta do campo de ataque.
Nesse sentido, dois jovens também canhotos que podem atuar abertos pela ponta direita despontam hoje porquê os principais candidatos à sucessão: Nico Silêncio e Franco Mastantuono.
O primeiro deles parece, ao menos por enquanto, estar avante na preferência do treinador Lionel Scaloni e da mídia argentina.
Nascido na Espanha e rebento do ex-zagueiro Pablo Silêncio, que disputou a Despensa de 1998 pela Argentina, Nico Silêncio, de 22 anos, foi formado na base do Real Madrid e está nas últimas três temporadas no Porquê, da Itália.
A temporada passada foi a mais profícua de sua ainda curta curso, quando marcou 13 gols e distribuiu 7 assistências em 40 jogos pelo time italiano.
Convocado por Scaloni para a Despensa na América do Setentrião, Nico Silêncio foi quem entrou no lugar de Messi no jogo de estreia contra a Argélia, quando o craque fez os três gols no triunfo por 3 a 0, e chegou a debutar entre os titulares contra a Jordânia, quando a Argentina já estava classificada para o mata-mata.
Aliás, nos dois primeiros compromissos posteriormente a itinerário para a Espanha na final do Mundial, contra Bolívia e Burkina Fasso, Nico Silêncio, usando a camisa 18, foi quem ocupou o lado recta do ataque, com dois gols e uma assistência.
“Nico Silêncio tem tudo para ser o novo camisa 10 da seleção”, escreveu o veículo prateado TyC Sports posteriormente a goleada por 4 a 0 sobre os bolivianos.
“Se tivesse que escolher alguém para herdar essa camisa, seria ele. Primeiro pelo porte, pois tem todas as condições para vesti-la. Depois, pelo desempenho que já vem apresentando no futebol europeu. Também porque joga porquê camisa 10. E porque, nas poucas vezes em que atuou pela seleção, foi muito muito”, destacou o periódico.
“Nico Silêncio voltou a resplandecer na goleada por 7 a 0 sobre Burkina Fasso e é o predilecto da torcida, além de ser o mais cotado para herdar a histórica camisa 10”, endossou o periódico Infobae depois do triunfo sobre os africanos.
Nos dois amistosos, Nico Silêncio deu lugar no segundo tempo a Franco Mastantuono, camisa 30 e cria do River Plate, negociado por € 63,2 milhões (R$ 371 milhões) junto ao Real Madrid em 2025 —a maior transferência do futebol prateado.
Mastantuono, de somente 19 anos —ele ainda nem havia nascido quando Messi estreou pela seleção—, já chegou até vestir a 10 da Argentina, em partida contra o Equador, pelas Eliminatórias, quando Messi ainda se recuperava de uma lesão e foi preservado.
No entanto, diante da concorrência acirrada no ataque do Real, o jovem teve reles rendimento em sua temporada de estreia pelo clube merengue, quando marcou unicamente três vezes em 35 partidas na temporada 2025/26, ficando de fora da convocação para o Mundial.
Emprestado à Fiorentina, o atacante já marcou três vezes em unicamente sete jogos e procura agora restabelecer espaço também na seleção.
Seja quem for o escolhido para a sucessão, Scaloni deixou simples que o tema será tratado internamente unicamente posteriormente a despedida de Messi.
“Até que aconteça o jogo de Leo, não daremos a 10 a ninguém”, afirmou o treinador. “Depois disso, veremos.”





