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Bill Gates defende criar reserva de empregos para humanos
Tecnologia

Bill Gates defende criar reserva de empregos para humanos – 26/08/2026 – Tec

O cofundador da Microsoft Bill Gates defendeu nesta quarta-feira (26) que alguns empregos deveriam ser reservados unicamente a seres humanos e que os governos deveriam fabricar impostos sobre o uso de robôs e “tokens”, as unidades de dados processadas por sistemas de IA.

Em um longo experiência publicado em seu site, o bilionário ressaltou sua preocupação com a falta de preparo dos governos para enfrentar os “tempos turbulentos” que a tecnologia trará, alegando que eles não estão fazendo o suficiente para mourejar com a perceptibilidade sintético.

Gates destacou que o recurso afetará todas as áreas públicas e exigirá uma resposta governamental maior do que as mudanças institucionais voltadas à segurança vernáculo depois os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.

O cofundador da Microsoft advertiu que “muitos empregos desaparecerão para sempre”, mas que autoridades poderiam “reservar certas atividades exclusivamente para pessoas”, uma vez que uma medida para proteger grupos de trabalhadores “que não conseguem mudar de ofício com facilidade”.

“Sabor da frase ‘reservado a humanos’ porque ela me faz pensar em reservas naturais —lugares onde poderíamos erigir prédios e estradas, mas optamos por não fazê-lo porque a perda seria grande demais”, escreveu.

“Na espaço da saúde, por exemplo, imagine um robô lhe dando a terrível notícia de que você tem uma doença insanável. Não há nenhum motivo técnico para que ele não possa fazer isso. Ainda assim, não deveria”, analisou Gates em seu primeiro texto extenso sobre IA em três anos.

Ele afirmou que decidiu se manifestar de forma mais aprofundada porque os avanços recentes da IA superaram em muito suas expectativas. Ou por outra, defende que o setor ignorou marcos tecnológicos, exemplificados nos casos dos modelos que escaparam do controle de seus criadores para invadir outras empresas.

“Eles estão simplesmente avançando a toda velocidade e torcendo para que os benefícios superem os prejuízos”, analisou.



A ironia de um ‘entusiasta da inovação estar assustado e expor que não estamos preparados e que estamos ultrapassando limites’ talvez torne a mensagem ainda mais contundente

Gates disse que os avanços tecnológicos o deixaram atônito em três ocasiões: em 1980, quando viu pela primeira vez uma interface gráfica de usuário, que deu origem ao computador pessoal moderno; em 2022, quando os líderes da OpenAI foram à sua morada provar o que em breve se tornaria o ChatGPT; e neste ano, quando examinou de perto os avanços do Claude Code, instrumento de IA da Anthropic.

Programação, disse Gates, é o objecto que ele conhece melhor, e as capacidades do Claude o chocaram. “A teoria de que agora essas coisas são, em um sentido relevante, melhores do que eu é de fazer pensar: mas que diabos?”, escreveu.

O experiência marca uma das primeiras grandes manifestações públicas de Gates desde que ele se viu envolvido no escândalo de Jeffrey Epstein, que também colocou sob questionamento as ligações da Instauração Gates.

Ele continua uma vez que presidente de sua instalação filantrópica, avaliada em US$ 89 bilhões, e não foi denunciado de envolvimento nos crimes de Epstein. Gates já afirmou que lamentava “cada minuto” que passou com o criminoso sexual, motivado, segundo ele, pela crença equivocada de que o financista poderia conseguir doações de pessoas ricas para causas beneficentes.

“Acho que as pessoas entendem o que fiz, o que não fiz e que aprendo quando cometo erros”, afirmou na entrevista ao jornal The New York Times no mês pretérito.

A mediação de Gates no debate sobre IA ocorre em meio à crescente preocupação com seu impacto na economia e na sociedade. OpenAI e Anthropic, duas das principais desenvolvedoras de IA, também alertaram que os governos precisarão de novas políticas para gerir os riscos da tecnologia e enfrentar os transtornos econômicos.

No experiência, o bilionário defendeu uma coordenação global, inclusive com a China, observando que surgirão questões difíceis sobre quem decidirá quais empregos serão reservados a humanos e uma vez que reagir caso determinados países permitam um intensidade maior de automação.

Ele expôs preocupações relacionadas à força de trabalho, ao uso da IA para ampliar a capacidade de agentes mal-intencionados em áreas uma vez que a segurança cibernética e ao desenvolvimento dos jovens.

Gates comparou os seus tempos de juventude para fazer o alerta. “Quando eu estava crescendo em Seattle, não tinha muitos amigos, além de alguns outros garotos parecidos comigo”, afirmou para lembrar o esforço que fez para socializar.

“Duvido que eu tivesse me valoroso da mesma forma se tivesse um companheiro de IA naquela idade”, disse, destacando o potencial de chatbots muito condescendentes se tornarem viciantes.

Ele também expressou preocupação com o impacto da IA na instrução, citando indícios preliminares de que ela pode afetar o pensamento crítico.

Gates também se juntou a empresas de IA, uma vez que Anthropic e OpenAI, na resguardo de mudanças no sistema tributário, incluindo a cobrança de impostos sobre robôs e tokens.

“Atualmente, se você é empregador e contrata alguém, paga encargos sobre a folha de pagamento com base nos rendimentos dessa pessoa. Mas, se compra um robô, geralmente pode inferir imediatamente o valor uma vez que despesa empresarial. O sistema tributário incentiva a substituição de pessoas por máquinas”, afirmou.



A IA será o maior instrumento de paridade já inventado ou a pior manadeira de injustiça. O repto é monumental

“Infelizmente, neste momento, não estamos nos preparando para ele. Não vejo indícios de que líderes, especialistas e comunidades estejam enfrentando esses desafios de forma adequada”, constatou o empresário.

Além das questões de saúde global, Gates prometeu incluir sua preocupação com a IA em todas as conversas que mantivesse com líderes mundiais. “Só tenho duas questões sobre as quais vou expor: ‘Por obséquio, pensem mais nisso, por obséquio, deem mais valimento a isso’”, afirmou.

Gates reconheceu estar em uma posição peculiar: é provável esgrimir que ele fez tanto quanto qualquer outra pessoa no mundo para promover e moldar a moderna indústria da computação. Mas agora alerta que a tecnologia criada por esse setor apresenta riscos globais.

“Não sabor de dar más notícias às pessoas e não sabor de expor que a inovação pode, no termo das contas, ser prejudicial”, afirmou. “Mas é nessa situação que estamos”.

Um dos líderes que Gates gostaria de encontrar é o líder chinês, Xi Jinping. “O mundo inteiro concordaria com isso”, declarou o bilionário à sucursal de notícias Reuters. Ele disse que pretende se reunir ainda nascente ano, ansioso para propor esforços globais para mitigar os riscos crescentes representados pela perceptibilidade sintético. Eles se encontraram há três anos, quando foi o primeiro empresário estrangeiro a ser recebido pelo líder chinês depois do lockdown causado pela Covid-19.

A equipe de Gates afirmou que está trabalhando para finalizar uma reunião com Xi para sua próxima viagem à China, segundo seu porta-voz, que deve ocorrer em novembro.

Folha

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