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Brasileiros tentam driblar caos para ver estreia do Brasil
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Brasileiros tentam driblar caos para ver estreia do Brasil – 13/06/2026 – Esporte

Foi estressante para Isabella Duarte, 33, planejar a ida ao jogo de estreia do Brasil na Despensa do Mundo, neste sábado (13), contra Marrocos.

Gerente de resultado, ela mora em Williamsburg, no Brooklyn, em Novidade York, a respeito de 24 km do MetLife Stadium, em East Rutherford, Novidade Jersey, palco da partida.

Apesar da intervalo relativamente curta, o deslocamento exigiu planejamento logístico. Diante da possibilidade de trânsito intenso e do tá dispêndio do trem que liga Novidade York a Novidade Jersey, ela optou por um transporte privado.

Encontrou uma escolha em um ônibus fretado, que custou US$ 20 (R$ 101) pelo trajeto de ida e volta, mas ainda assim precisou se organizar com antecedência. “Teve que envolver um visível planejamento”, disse à Folha.

A maior preocupação é a volta. Na ida, Isabella embarcará às 14h (hora sítio) e pretende chegar ao ponto de saída para o estádio murado de 30 minutos antes, uma vez que recomendado pela organização. No retorno, porém, ela teme as aglomerações, já que a saída deve concentrar grande segmento do público ao mesmo tempo.

“Não sei quão caótico vai ser o shuttle [ônibus fretado]. Na volta é first come, first served [por ordem de chegada], e ele só opera até três horas depois do jogo. Imagino todo mundo saindo ao mesmo tempo e tentando entrar nos ônibus.”

Ela também cita um fator suplementar de pressão sobre a mobilidade na região, com a possibilidade de o New York Knicks confirmar a conquista da NBA na mesma noite.

Para quem optar pelo trem indicado pelos organizadores, a NJ Transit —responsável pelo transporte público em Novidade Jersey e partes de Novidade York e da Pensilvânia— fixou o preço do serviço em US$ 98 (R$ 496), um aumento significativo em relação aos US$ 12,90 (R$ 65,29) cobrados normalmente.

O valor inicial chegou a US$ 150 (R$ 759), mas foi reduzido posteriormente mediação de patrocinadores, ainda assim permanecendo mais de sete vezes supra da tarifa habitual.

“Foi estressante pensar no transporte quando anunciaram que o trem de Novidade Jersey ia custar murado de US$ 100 para ir e voltar”, lembra Isabella.

A governadora de Novidade Jersey, Mikie Sherrill, orientou a NJ Transit a não repassar custos a moradores ou contribuintes, concentrando as despesas nos torcedores da Despensa.

A Fifa classificou os preços uma vez que “assustadores”, enquanto Sherrill questionou publicamente por que a entidade, que pode lucrar, segundo ela, até US$ 11 bilhões (R$ 55 bilhões) com o Mundial, não ajudaria a entupir os custos do transporte público.

O transporte também foi motivo de preocupação para Paula Macaggi, 36, moradora de Manhattan. A podcaster, no entanto, optou pelo trem para evitar os congestionamentos previstos. “Achamos mais seguro e mais reservado para chegar no horário”, disse.

Ela afirma que costuma ir ao US Open de metrô sem dificuldades, mas vê a Despensa uma vez que um duelo dissemelhante. “A Despensa é outra façanha.”

Ela e o namorado compraram passagens de trem para as 14h e planejam voltar logo posteriormente o jogo, para observar à partida dos Knicks em um bar em Novidade York.

Paula estima que a experiência completa custará murado de US$ 1.600 (R$ 8.098) por pessoa, incluindo ingresso, transporte e alimento. Para ela, porém, o valor é secundário. “É um termo de semana muito próprio. Estamos muito felizes por viver isso em Novidade York. É um tanto histórico.”

A operação de transporte para os jogos no MetLife Stadium ocorre sob a sombra do fracasso logístico do Super Bowl XLVIII.

Autoridades de Novidade Jersey, da NJ Transit e do comitê organizador trabalham para evitar a repetição das longas filas e congestionamentos registrados em 2014, quando milhares de torcedores enfrentaram dificuldades para chegar e transpor do estádio.

Na ocasião, o evento foi promovido uma vez que o primeiro “Super Bowl do transporte de tamanho”, com poderoso restrição ao uso de carros e sujeição de trens.

O sistema exigia deslocamento pela Penn Station, uma das principais estações de Novidade York, até Secaucus Junction, com conexão para o MetLife.

O protótipo gerou gargalos. Segundo reportagem do The Athletic, torcedores esperaram até uma hora dentro da estação antes do jogo, com relatos de calor, lotação e falta de ventilação.

Tapume de 28 milénio pessoas usaram os trens da NJ Transit. Posteriormente a partida, a estação do MetLife ficou superlotada, e o público chegou a ser orientado a permanecer dentro do estádio.

Uma hora e meia posteriormente o termo do jogo, somente 13 milénio pessoas haviam deixado o multíplice ferroviário. O sistema passou a ser tratado uma vez que um dos maiores fracassos operacionais do transporte esportivo recente nos Estados Unidos.

Para evitar novo colapso, o projecto de contingência prevê trens a cada sete minutos, novo galeria de ônibus e um terminal modular com capacidade para até 40 milénio pessoas.

Em caso de falhas, há também 535 ônibus extras e duas balsas, além de estratégias para diluir o fluxo de saída, uma vez que áreas de permanência pós-jogo e o uso do shopping American Dream.

Mesmo para quem mora perto do estádio, o deslocamento também não deve ser simples. Moradora de Union City, a respeito de dez minutos do MetLife Stadium, Talita Rosa, 34, decidiu evitar tanto o transporte público quanto os estacionamentos oficiais. “Não queria remunerar o contra-senso cobrado no transporte público nem no estacionamento.”

Ela, que trabalha com gestão de programas, vai de carona até o shopping American Dream, ao lado do estádio, e de lá seguirá a pé até o jogo.

Mesmo conhecendo muito a região, admite preocupação. “Estou dando uma estudada. Meu planejamento é transpor muito cedo, por volta das 14h ou 14h30.” A partida começa às 18h (19h de Brasília).

Talita esteve na Despensa de 2014 no Brasil e compara a experiência com a facilidade de deslocamento daquela edição.

“Na preâmbulo da Despensa no Brasil foi super fácil. Peguei o trem na Luz e paramos na porta do estádio.”

Ela estima gastar murado de US$ 1.800 (R$ 9.110) no totalidade para observar ao jogo e critica os preços praticados. “Uma riqueza. Roubo”, diz. “US$ 100 da Penn Station até o estádio é uma piada.”

Folha

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