Notícias Favoritas

O seu portal favorito de notícias na Internet

Como a Intel, gigante dos chips, se recuperou do colapso
Tecnologia

Como a Intel, gigante dos chips, se recuperou do colapso – 06/08/2026 – Tec

O diretor financeiro da Intel, David Zinsner, já enfrentava um dos períodos mais dramáticos da história da trabalhador de chips quando recebeu uma relação de um funcionário do Departamento de Transacção dos Estados Unidos em agosto do ano pretérito.

O governo federalista havia concluído de apresentar a teoria de comprar uma participação de 10% na trabalhador de chips. Mas Zinsner foi informado de forma direta que a estrutura de qualquer transação não estava ocasião a negociações, segundo um memorando interno da Intel divulgado em um processo judicial movido por acionistas, além de fontes próximas ao processo.

Para que a participação do governo alcançasse os 10% exigidos pelo presidente Donald Trump, a Intel teria de transformar bilhões de dólares em subsídios de fabricação concedidos pelo Chips Act de 2022, além de US$ 3,2 bilhões (R$ 16,4 bilhões) em contratos do Departamento de Resguardo, em participação acionária.

O juízo da empresa inicialmente rejeitou a conversão dos contratos de resguardo. Mas, dois dias depois, acabou aceitando, e a maior mediação federalista por meio de participação acionária em uma empresa americana desde o resgate da General Motors em 2009 foi concluída.

O grupo que já dominou o mercado de chips para PCs e centros de dados, e que ainda era a única empresa com sede nos Estados Unidos capaz de fabricar os chips mais avançados, havia sido salvo de uma provável repartição.

Os consumidores globais de chips, preocupados com a concentração excessiva da capacidade de fabricação na TSMC, de Taiwan —que produz mais de 90% dos chips mais sofisticados do mundo, incluindo aqueles usados no setor de perceptibilidade sintético (IA)— agora têm pelo menos a perspectiva de um fornecedor mútuo confiável.

Desde a mediação do governo, a Intel recebeu US$ 5 bilhões (R$ 25,6 bilhões) em investimentos da Nvidia e US$ 2 bilhões (R$ 10,2 bilhões) do SoftBank, do Japão, e suas ações mais que quadruplicaram, superando amplamente o desempenho dos concorrentes. Embora o convénio tenha dividido opiniões no setor de semicondutores, ele reverteu a narrativa de declínio.

Agora, o presidente-executivo da Intel, Lip-Bu Tan —que Trump chegou a expor que deveria renunciar por razão de seus investimentos anteriores em empresas chinesas de chips— precisa concluir uma recuperação que, até recentemente, alguns analistas consideravam impossível.

Uma vez que Tan enfrentou os problemas

As bases da recuperação da Intel foram lançadas vários meses antes da mediação do governo Trump.

Quando Tan assumiu uma vez que presidente-executivo em março do ano pretérito, passou os primeiros fins de semana convocando colegas para sua lar no Vale do Silício para que explicassem todos os aspectos do negócio. Ele fez muitas anotações, mas falou pouco, segundo pessoas familiarizadas com o período.

O cenário apresentado era sombrio. A receita da Intel estava estagnada enquanto a empresa enfrentava pressão competitiva da AMD nos negócios de chips para PCs e centros de dados. Em 2024, ano em que o predecessor de Tan, Pat Gelsinger, foi retirado, a empresa acumulou US$ 18,8 bilhões (R$ 96,3 bilhões) em prejuízos.

A estratégia da Intel de edificar chips processadores de IA capazes de competir com os da Nvidia estava desorganizada. Um convénio importante com a Arm, que faria o grupo bem pelo SoftBank usar as fábricas da Intel para produzir seu novo chip de IA para centros de dados, fracassou, segundo pessoas familiarizadas com as negociações.

O convénio exigiria investimentos adicionais da Intel em um momento em que os gastos já estavam aumentando. A Arm também estava preocupada que os processos de fabricação da empresa não fossem competitivos o suficiente. O chip acabou sendo lançado com produção pela TSMC.

A decisão de Gelsinger em 2021 de gastar dezenas de bilhões de dólares em novas fábricas para produzir chips para outras empresas fracassou, já que os clientes não apareceram rapidamente o suficiente para justificar o investimento. O desenvolvimento da tecnologia 18A, criada para competir com a TSMC, também levou mais tempo do que o esperado.

“Eles ainda achavam que eram a velha Intel, onde tudo acontecia nos termos deles”, afirma G Dan Hutcheson, da TechInsights. “Eles tinham todas essas camadas que geravam desperdício, com gerentes gerenciando gerentes… O tempo de decisão havia desacelerado.”

Com o valor de mercado da Intel caindo inferior de US$ 100 bilhões (R$ 512 bilhões), possíveis compradores uma vez que Qualcomm e Broadcom começaram a observar partes do negócio.

O diagnóstico de Tan foi que, para o negócio Intel Foundry, voltado para clientes externos, sobreviver, seria necessária uma simplificação radical e uma novidade gestão capaz de reconstruir a relação com potenciais clientes e renovar a cultura de engenharia da empresa.

Ele agiu rapidamente, cortando mais de 20 milénio empregos, ou muro de um quinto do quadro totalidade, em seis meses. Para fortalecer o balanço financeiro, reduziu investimentos de capital e vendeu participações na Altera e na Mobileye por US$ 5,2 bilhões (R$ 26,6 bilhões).

Funcionários descrevem Tan, que também fundou a Walden International e foi presidente-executivo da Cadence, uma vez que alguém com ampla rede de contatos, mas difícil de interpretar.

“Havia um sentimento de: ‘O que esse face está pensando?'”, disse uma pessoa. “Acho que ele não confiava em grande secção da equipe de gestão.”

Zinsner e Naga Chandrasekaran, que agora lidera a operação de fabricação, são os únicos executivos de cimeira nível que permaneceram da equipe herdada por Tan. Ele também trouxe ex-colegas da Cadence para liderar áreas de engenharia e tecnologia governamental, além de nomear Kevork Kechichian, da Arm, para comandar o negócio de centros de dados.

Tan ainda estava reformulando sua equipe quando Trump pediu que o CEO renunciasse, em seguida críticas aos seus vínculos de investimento com a China. A Intel solicitou uma reunião com o governo e Tan se reuniu com Trump, o secretário de Transacção Howard Lutnick e o secretário do Tesouro Scott Bessent.

A principal tarefa do executivo era convencer o governo de que ele era um americano patriota e a pessoa capaz de restaurar a maior trabalhador pátrio de chips.

Para alguns, o convénio de participação acionária com o governo foi um exemplo de um executivo transformando uma crise em oportunidade. A transação também enviou uma mensagem a clientes e fornecedores de que Washington apoiava a empresa.

Para outros, foi uma medida sem precedentes. “Não existe poder lícito ou estatutária para a participação acionária do governo na Intel”, disse uma nascente do setor.

Correndo detrás da TSMC

Quando entrou no Salão Oval, Tan já havia alertado que a Intel poderia despovoar seu mais novo processo de fabricação, divulgado uma vez que 14A. Uma decisão nesse sentido teria encerrado as ambições da empresa de competir com a TSMC nas áreas mais avançadas de fabricação terceirizada de chips.

Ele concluiu que o volume de chips produzidos pela própria Intel nunca compensaria os custos crescentes de edificar e manter uma fábrica de ponta.

A Intel passou a última dezena ficando detrás dos processos de fabricação da TSMC, com empresas uma vez que Apple, Nvidia, AMD e Qualcomm dependendo da gigante taiwanesa para produzir seus produtos.

Desde a mediação do governo dos Estados Unidos, a Intel iniciou conversas com clientes sobre o uso de suas fábricas e aumentou sua previsão de gastos de capital de US$ 18 bilhões para US$ 20 bilhões neste ano (de R$ 92,2 bilhões para R$ 102,4 bilhões), sinalizando expectativa de invadir novos clientes.

No início deste ano, a Intel começou a produzir alguns de seus chips mais avançados para PCs e servidores em sua novidade fábrica no Arizona, um sinal de crédito em sua capacidade de fabricação.

Tan confirmou que a empresa está comprometida com o 14A e afirmou que não faria isso sem crédito na atração de clientes externos. Uma parceria com Elon Musk no projeto Terafab, para edificar uma grande fábrica de chips nos Estados Unidos, também impulsionou as ações da Intel.

A Apple está testando os processos da Intel com o objetivo de utilizar a empresa para fabricar alguns chips M de gerações anteriores para notebooks. Trump afirmou que a companhia havia concordado em trabalhar com a Intel para projetar e edificar chips nos Estados Unidos, mas não houve confirmação das empresas.

Tan também aumentou a credibilidade da Intel uma vez que parceira, aproveitando sua rede de contatos e experiência na Cadence. Funcionários destacam o contraste entre Tan, focado na realização, e Gelsinger, divulgado pelo otimismo invasivo.

Mas Tan ainda não apresentou provas incontestáveis de que a Intel alcançou a tecnologia de fabricação da TSMC. Uma nascente do setor afirma que a tecnologia 18A da Intel, embora tenha melhorado, ainda não é equivalente à da rival.

Tan afirmou que a sucessora da 18A, a tecnologia 14A, está avançando mais rapidamente. Analistas dizem que o lançamento do kit de desenvolvimento ajudará a instituir se clientes irão se comprometer com a produção em larga graduação.

Para grandes empresas de design de chips, assumir um compromisso com a Intel envolve cimeira investimento e o risco de desgostar a TSMC, cuja capacidade ainda é necessária. “Todos estão disputando wafers, e isso dá à TSMC uma enorme vantagem de negociação”, disse uma nascente.

A Intel também tenta lucrar espaço no negócio de empacotamento de chips, uma espaço que gera menos receita, mas pode ajudar a edificar crédito. Em maio, a MediaTek foi a primeira cliente a anunciar publicamente o uso das tecnologias de empacotamento da Intel e da TSMC.

A oportunidade da IA

Paralelamente ao esforço para obter a TSMC, Tan reorganizou a repartição de chips de perceptibilidade sintético da Intel, onde produtos criados para competir com a Nvidia fracassaram ou foram abandonados.

A empresa entrou no mercado de desenvolvimento de chips personalizados em parceria com clientes, seguindo o progressão de empresas uma vez que Broadcom e Marvell em projetos com gigantes de tecnologia.

A Intel também se beneficiou da demanda por suas unidades centrais de processamento, uma vez que o chip Clearwater Forest, usado para gerenciar cargas de trabalho de IA em centros de dados.

“Esses produtos terão uma participação pequena, mas estarão em mercados grandes. Lip-Bu não precisa de uma grande fatia para aditar vários bilhões de dólares em receita”, afirma Timothy Arcuri, do UBS.

O repto é mudar a percepção da Intel: de uma empresa dominante em mercados de inferior incremento, uma vez que PCs e servidores, para uma companhia relevante na infraestrutura de IA.

A reação ao chip acelerador de IA que a Intel pretende lançar será outro fator para sua recuperação. Com o mercado de PCs em retração, o sucesso dos produtos relacionados à IA se torna ainda mais importante.

Por enquanto, investidores parecem provar crédito na empresa. “O que Tan faz muito muito é saber uma vez que conversar com a comunidade de investidores”, disse uma nascente.

“Ele fez um trabalho impressionante ao preconizar o preço das ações. A secção difícil é que ele ainda precisa entregar resultados.”

Folha

LEAVE A RESPONSE

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *