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Copa 2026: estádios da NFL se preparam para receber jogos
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Copa 2026: estádios da NFL se preparam para receber jogos – 10/06/2026 – Esporte

Arquibancadas, gramado e logotipos: os estádios que recebem jogos da NFL (a liga de futebol americano dos Estados Unidos) passaram por meses de transformação para atender aos padrões da Fifa para a Despensa do Mundo.

Uma vez que o campo de futebol é maior do que o de futebol americano, vários dos 11 estádios selecionados nos EUA tiveram de desmontar seções de suas arquibancadas, especificamente nas fileiras da frente ou nos cantos (na profundidade das bandeiras de escanteio).

No Lincoln Financial Field, que fica na Filadélfia e tem capacidade para 69 milénio pessoas, a demolição de arquibancadas de concreto e sua substituição por estruturas metálicas custaram “alguns milhões de dólares”, disse à AFP Frank Gummieny, diretor de operações dos Eagles, franquia sítio da NFL.

“Elas foram instaladas no ano pretérito para a Despensa do Mundo de Clubes. Agora, é preciso unicamente uma semana para movê-las para dentro ou para fora”, afirmou ele.

No SoFi Stadium, em Los Angeles, 100 assentos foram removidos de cada esquina para acomodar um campo com as dimensões regulamentares. O estádio tem capacidade para 70 milénio espectadores.

A Fifa queria, inicialmente, campos com 80 metros de largura, mas nenhum dos estádios conseguiria atender a essas dimensões, segundo Otto Benedict, vice-presidente de operações da empresa que administra o SoFi, inaugurado em 2020.

De pacto com a prensa sítio, o gramado do estádio mede 105 metros de comprimento por 68 metros de largura, assim uma vez que todos os estádios dos EUA que sediarão a Despensa do Mundo, que também será disputada no Canadá e no México a partir desta quinta-feira (11).

“Acredito que eles mantiveram uma magnífico colaboração conosco e com os estádios da NFL para perguntar: ‘Até onde podemos ir?'”, diz Otto Benedict.

O SoFi Stadium removeu duas fileiras adicionais de assentos em dois dos cantos de escanteio para gerar mais espaço.

Estádios climatizados

Outro duelo foi substituir o gramado sintético por grama oriundo ou híbrida capaz de suportar o calor e a umidade ou, no caso dos estádios climatizados, seu ar fresco.

Em Houston, no NRG Stadium, renomeado pela Fifa uma vez que Houston Stadium durante o Mundial, foram reativados sistemas de rega subterrâneos instalados durante sua construção.

O comitê organizador importou da Holanda um condicionador de solo mineral de cima rendimento, projetado para estimular o propagação da grama.

Aliás, uma vez que o estádio é climatizado, o teto permanecerá fechado para proteger torcedores e jogadores da vaga de calor do verão, em que temperaturas ficam em torno de 40°C.

“É uma grama de clima indiferente trazida de Denver”, no Colorado, explica Hussain Naqi, diretor universal do NRG Park, o multíplice que abriga o estádio onde serão realizadas cinco partidas.

No AT&T Stadium, em Arlington, perto de Dallas, também climatizado e o maior estádio do torneio (com 94 milénio lugares), uma luz violeta está sendo utilizada para estimular o propagação do gramado recém-instalado.

O sistema consiste em 18 longos braços metálicos equipados com luzes e conectados à estrutura do teto do estádio.

Wembley uma vez que protótipo

O diretor-geral do AT&T, Tod Martin, visitou os estádios de Wembley e do Tottenham, em Londres, ambos equipados com sistemas semelhantes.

Esse sistema “fornece toda a luz necessária para que a grama cresça e se desenvolva de forma perfeita”, disse Martin à AFP.

O estádio de Dallas sediará nove partidas, incluindo uma das semifinais, em 14 de julho.

Em Miami, as coisas foram mais simples. O Hard Rock Stadium (com capacidade para 65 milénio pessoas) já conta com gramado híbrido, e o campo do Miami Dolphins já tem dimensões adequadas para o futebol.

O sítio receberá sete partidas, incluindo a disputa pelo terceiro lugar.

Os estádios também precisaram remover toda a sinalização com nomes de patrocinadores habituais, que serão substituídos pelos da Fifa durante a Despensa do Mundo, abrangendo, em alguns casos, desde o nome do estádio até os bares e restaurantes.

“É uma tarefa verdadeiramente monumental. Onde quer que você vá, de repente se depara com um novo nome ou alguma coisa que precisa ser resguardado”, afirmou Otto Benedict, do SoFi Stadium, em Los Angeles.

Em Houston, a operação para ocultar o enorme logotipo da NRG, localizado na borda da cobertura, custou um milhão de dólares, segundo a prensa sítio.

Somente Atlanta conseguiu manter o nome Mercedes-Benz. As autoridades determinaram que remover ou resguardar o enorme logotipo da obreiro alemã danificaria o teto retrátil do estádio.

Folha

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