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Copa do Mundo: veja histórias curiosas do Mundial em
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Copa do Mundo: veja histórias curiosas do Mundial em 2026 – 19/07/2026 – Esporte

Passei a semana em Novidade York. Podem me invocar de turista, mas é realmente um lugar próprio, com uma vontade de “tudo pode suceder hoje” que só foi reforçada pela Despensa do Mundo. Fiquei impressionado com o quanto a cidade dos Knicks, Rangers, Yankees e Giants está envolvida com isso. (Um amplexo para o porteiro que quis conversar sobre alguma coisa chamado “futebol” na minha primeira noite cá!)

Foram cinco semanas intensas. Algumas delas foram polarizadoras: o presidente Donald Trump pressionando a Fifa para reintegrar um jogador americano que recebeu um cartão vermelho, por exemplo, ou o gol anulado do Egito contra a Argentina (e, aliás, o gol anulado da Alemanha contra o Paraguai). Outras foram puro futebol: minha partida favorita foi a incrível atuação de Cabo Verdejante contra a Argentina.

Mas toda Despensa do Mundo também gera histórias de leveza e descontração. E, por isso, antes de nos acomodarmos para ver à final no domingo, queríamos relembrar algumas delas hoje.

Histórias de paixão entre equipes e suas cidades-sede

O Tropa Tartan, também publicado uma vez que os fãs da Escócia, tomou conta de Boston e encheu o ar com o som das gaitas de foles. De repente, bandeiras norueguesas começaram a ser hasteadas nas varandas das casas em Greensboro, na Carolina do Setentrião.

Mas talvez a história de paixão que mais conquistou o coração do mundo neste torneio tenha sido a entre a seleção da Argélia e a cidade de Lawrence, no Kansas. Um morador, entrevistado antes da estreia da Argélia contra a Argentina, disse: “Messi já teve seus títulos. Já teve seu momento. Estou pronto para que esta seleção chegue e mostre a eles o que Lawrence, no Kansas, pode trazer para a Despensa do Mundo.”

A partida não correu exatamente uma vez que ela esperava —a Argélia perdeu por 3 a 0—, mas a história de paixão continua.

O fascínio pela cultura americana

Eu não sabia o que era um Buc-ee’s (é uma rede de postos de gasolina no sul dos Estados Unidos). Acho que talvez nunca tenha provado molho ranch. Mas essa minha falta de intimidade com esses ícones da cultura americana não me impediu de considerar as histórias de outros estrangeiros que os descobriram pela primeira vez.

Palato desta citação de Shaun Alexander, um escocês que passou segmento do seu tempo a visitar algumas lojas Bass Pro Shops, que, segundo o meu editor, são lojas enormes de equipamentos de pesca e armas.

“É simplesmente inacreditável”, disse Alexander, de 38 anos. “É uma vez que um parque temático e um museu, tudo reunido em uma grande loja de varejo.”

Comunidades imigrantes da América

Uma das coisas mais incríveis sobre a Despensa do Mundo ser sediada nos EUA: todos os países do mundo têm sua própria diáspora na América. Isso significa que cada seleção já encontrou uma base de fãs que compartilha sua paixão e orgulho pelo país que eles ou seus ancestrais um dia chamaram de lar. Bósnios em St. Louis. Marroquinos no Queens. Haitianos em Miami. Franceses em Chicago. Argentinos em Utah. A lista é interminável.

Porquê disse meu colega do New York Times, Jesus Jiménez, “nos Estados Unidos, toda seleção da Despensa do Mundo é considerada a seleção da vivenda”.

As celebridades recém-chegadas

Um dos motivos pelos quais a pequena pátria de Cabo Verdejante teve uma trajetória tão histórica foi seu incrível goleiro, Vozinha.

Cabo Verdejante (com uma população de 530 milénio habitantes) empatou com as duas seleções finalistas da Despensa do Mundo —Espanha e Argentina— no tempo regulamentar, embora tenha perdido para a Argentina. Antes do rememorável empate contra a Espanha, Vozinha tinha murado de 50.000 seguidores no Instagram. Na manhã seguinte, esse número já se aproximava dos 10 milhões. Hoje, ele tem 29,3 milhões.

“Trabalhei a vida toda para oriente momento”, disse ele na entrevista pós-jogo. “Tenho 40 anos. Comecei a jogar futebol profissionalmente aos 25, em 2012. Pensei em desistir, mas continuei por culpa deste sonho.”

Ele não é a única novidade notoriedade das redes sociais. A China, cuja seleção não se classificou para o torneio, acabou torcendo pela única pessoa representando o país na Despensa do Mundo: um avaliador. O avaliador, Ma Ning, conquistou novos seguidores no Weibo e no Rednote, uma plataforma semelhante ao Instagram na China, e agora tem contratos de patrocínio.

A pura euforia do México

O México, um dos coanfitriões do torneio, teve sua Despensa do Mundo mais bem-sucedida em gerações. O clima no país? Porquê descreveu um dos correspondentes do The Athletic: Camisas verdes estão por toda segmento, e não somente em humanos: já vimos patos, cachorros, ícones religiosos com o uniforme do México. Em qualquer lugar por aí, sem incerteza, existe um uniforme do México com o próprio uniforme do México.”

Mas a minha história favorita sobre a camisa do México oriente ano é a daquela colocada numa estátua do Menino Jesus na Catedral Metropolitana da Cidade do México, que tem 450 anos. Antes de cada jogo do México, o Menino Jesus era vestido com a sua camisa tamanho 0 e disposto num altar dourado ornamentado na igreja, onde as pessoas iam rezar, entre outras coisas, pelo sucesso da equipe.

Levante cláusula foi publicado originalmente no The New York Times.

Folha

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