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Copa: França e Inglaterra pedem anulação de cartões à Fifa
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Copa: França e Inglaterra pedem anulação de cartões à Fifa – 06/07/2026 – Esporte

Inspirados pelo caso de Folarin Balogun, liberado pela Fifa (Federação Internacional de Futebol) para jogar nesta segunda-feira (6) mesmo em seguida ter sido expulso na última partida, entre EUA e Bósnia e Herzegovina, políticos britânicos estão se mobilizando para pedir à entidade a mesma liberação ao zagueiro Jarell Quansah, que recebeu cartão vermelho no confronto da Inglaterra contra o México neste domingo (5).

Um comitê parlamentar do Reino Unificado também exigiu respostas sobre a decisão original envolvendo Balogun.

A federação inglesa (Football Association) está considerando opções de recursos, disse uma natividade familiarizada com o ponto à Reuters. A Fifa não respondeu a pedidos de observação da escritório em relação à possibilidade de averiguar a suspensão automática de Quansah.

O caso se tornou a maior controvérsia do torneio depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu publicamente ter contatado o presidente da Fifa, Gianni Infantino, sobre a suspensão de Balogun.

Embora Infantino tenha dito que informou ao presidente americano que os órgãos judiciais da Fifa decidiriam o caso de forma independente, a clemência concedida a Balogun alimentou acusações de autoridades do futebol e políticos de toda a Europa de que pressão política pode ter influenciado o processo disciplinar do futebol.

A mediação dos parlamentares britânicos marca a primeira tentativa de invocar a decisão sobre Balogun em obséquio de outro jogador, questionando se a decisão da Fifa será agora aplicada de forma consistente.

Em cartas separadas publicadas nas redes sociais, os deputados do Partido Trabalhista do Reino Unificado Noah Law e Melanie Onn pediram a Infantino que adiasse a suspensão automática de uma partida de Quansah, em seguida o cartão vermelho de domingo contra o México, até depois da Despensa do Mundo, citando a decisão da Fifa sobre Balogun uma vez que precedente.

Assim uma vez que Balogun, Quansah enfrenta uma suspensão automática de uma partida em seguida ser expulso na vitória da Inglaterra por 3 a 2 no estádio Azteca.

“Embora eu ache que tenha sido correto Jarell Quansah receber cartão vermelho, acredito que seria notório prorrogar sua suspensão até em seguida o término desta Despensa do Mundo”, escreveu Law.

Onn disse que seria difícil justificar um jogador se beneficiando de uma suspensão adiada enquanto outro em circunstâncias materialmente semelhantes não pudesse.

Ambos os deputados argumentaram que a Fifa corre o risco de minar a crédito em seu sistema disciplinar a menos que suas regras sejam aplicadas de forma consistente.

Paralelamente, Caroline Dinenage, presidente do Comitê de Cultura, Mídia e Esporte da Câmara dos Comuns do Reino Unificado, pediu à Fifa que justifique sua decisão de suspender a punição de Balogun.

“Para que o esporte tenha qualquer significado, suas regras e leis devem ser aplicadas também a todas as equipes. A Fifa precisa se manifestar urgentemente e explicar a base de sua decisão e abordar as sugestões de que pode ter havido interferência política no processo.”

A Fifa afirmou que seus órgãos judiciais agiram de forma independente no caso Balogun.

A Inglaterra enfrentará a Noruega nas quartas de final em Miami no próximo sábado (11).

FRANÇA TAMBÉM RECORRE

A França entrou com um recurso junto à entidade máxima do futebol pela anulação do cartão amarelo oferecido ao atacante Michael Olise no confronto contra o Paraguai neste sábado (4), informou o Athletic.

A mensagem aconteceu em seguida uma troca tensa que terminou com o volante paraguaio Matías Galarza indo ao solo com as mãos no rosto. Os replays de televisão mostraram que Olise agarrou a camisa de Galarza, mas não fez contato com a região da cabeça.

A França enfrentará o Marrocos pelas quartas de final nesta quinta-feira (9), em Foxborough, em Massachusetts. Se Olise receber outro cartão amarelo nessa partida, ele não estará à disposição para jogar na próxima semana nas semifinais, caso a França avance.

Segundo a reportagem do site americano, a decisão da França de recorrer do cartão amarelo de Olise não foi inspirada pelo recurso bem-sucedido dos EUA no caso Balogun.

Folha

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