Na cidade de Novidade York, espécie de capital da transmigração nos Estados Unidos a uma hora do estádio da final da Despensa do Mundo, a competição serviu de conforto e conforto para os imigrantes. Coube a muitos deles darem o tom do ânimo para o mundial no país.
Em uma região onde é outro futebol, o americano, aquele que mais faz sucesso, a chegada da Despensa reaproximou imigrantes de suas paixões de puerícia e proporcionou mais momentos com pessoas da mesma nacionalidade para ver aos jogos.
Deu-lhes, também, qualquer conforto e lazer em um momento de tensão para boa secção da comunidade estrangeira devido às políticas da Moradia Branca que visam a limitar as possibilidades migratórias.
Há 12 anos em Novidade York, Enrique Pacheco, 36, residente do Brooklyn, diz que reviveu memórias de puerícia há muito não resgatadas. “Obviamente sempre sentimos saudade do nosso país natal, nunca estaremos completos estando longe; quando queria evadir das tarefas da escola, eu fugia para a rua para jogar futebol”, diz ele.
Enrique é da Guatemala, país da América Médio que nunca se classificou para a Despensa do Mundo. O futebol, ainda assim, é o esporte de maior paixão no país. E, se é para torcer por alguém, esse profissional da espaço de vendas decidiu escolher o “irmão maior”, o vizinho México —eliminado pela Inglaterra por 3 a 2 nas oitavas de final e justamente em vivenda, no majestoso estádio Azteca.
“Me juntei com amigos para ver os jogos, sempre levávamos papitas e, quando estávamos em horário de trabalho, dávamos um jeito de permanecer online acompanhando sem o director ver”, ri. Há mais de 31 milénio guatemaltecos que vivem em Novidade York.
É impossível pensar a dinâmica da cidade —e de toda a Região Metropolitana de Novidade York— sem considerar os imigrantes. Os dados oficiais mais recentes, de três anos detrás, mostram que 37,5% dos mais de 8,2 milhões de habitantes da cidade nasceram no exterior (nos EUA, essa zero é de 14,3%).
Há ainda a presença daqueles chamados de segunda ou terceira geração: filhos e netos de imigrantes que nasceram e cresceram na cidade. Muitos, ainda que isso não seja uma regra, conseguem se assimilar à cultura americana ao mesmo tempo em que preservam as tradições de seus pais e avós. E o futebol, no caso de muitas culturas, tende a ser secção da tradição.
Novidade York é repleta de regiões porquê “Little Egypt” e “Little Senegal”, enclaves étnicos que concentram, em maiores ou menores porções, imigrantes de uma nacionalidade específica. Há poucas semanas, o prefeito Zohran Mamdani divulgou um planta reunindo-as. Eram 30 “little…”, a maioria delas no Queens, que concentra a maior secção dos imigrantes, em peculiar os de origens latina e asiática.
A Despensa também reconectou imigrantes com sua cultura. O jurisconsulto tributário Fernando Lujan, é mexicano, mas mora em Midtown, em Manhattan, desde 2024. “Me lembrei de porquê os mexicanos fazem sarau por tudo; ganhamos na estreia e já celebrávamos. A nostalgia cresce demais.”
Neste momento em que se intensifica a política anti-imigratória do governo de Donald Trump, Novidade York ainda funciona porquê uma espécie de cidade-santuário. A denominação se refere a locais com políticas traçadas para albergar imigrantes em situação irregular.
Quando assumiu a Prefeitura, Mamdani reafirmou o compromisso de fazer de Novidade York uma cidade-santuário. Prometeu que as agendas de segurança da cidade não compartilhariam informação com o ICE, a polícia migratória federalista, e proibiu agentes federais de entrarem em propriedades da cidade sem mandado judicial.
Em muitas outras partes do país, organizações de direitos humanos relataram que os agentes aproveitaram eventos relacionados à Despensa para realizar ações e prender imigrantes, ainda que o Departamento de Segurança Interna, ao qual o ICE responde, tenha dito que não usaria o mundial para realizar ações policiais em larga graduação.
Em diversos discursos públicos, a atual governo democrata da cidade de Novidade York defendeu os imigrantes.
“Por trás dos grandes eventos da Despensa há milhares de trabalhadores de hotéis, taxistas, funcionários dos estádios e muitos outros. Muitos deles são imigrantes, e nós temos a responsabilidade de prometer que eles saibam seus direitos porquê trabalhadores e consumidores”, disse a vice-prefeita para Justiça Econômica, a advogada Julie Su, durante um evento de conscientização do tema em junho.





