Documentário sobre Martin Short é o mais delicioso do ano – 04/07/2026 – Ilustrada
Em uma das inúmeras férias passadas na lar à orla de um lago, no Canadá, de Martin Short e sua família —à estação formada pelo ator, sua mulher, Nancy Dolman, sua mais leal admiradora e eterna parceira de tudo na vida, os três filhos adotivos do parelha e os amigos que ele convidava todos os anos e que nunca perdiam a oportunidade de eclodir—, ele e Tom Hanks decidem fazer, de folia, uma releitura de uma cena do clássico “Butch Cassidy and the Sundance Kid”.
Em um navio, Tom Hanks, falando porquê se fosse Forrest Gump interpretando Robert Redford, e Martin Short, no papel de Paul Newman, recriam em tom de paródia uma das cenas mais marcantes do faroeste. Nela, os dois ladrões, encurralados pela polícia e sem outra saída além de saltar de um penhasco rumo a um rio de águas geladas, vivem um momento inusitado: Sundance Kid, personagem de Redford, confessa a Butch Cassidy que não sabe nadar. O parceiro mais experiente cai na gargalhada, corda a própria mão à do camarada e, sem dar espaço para hesitações, salta do penhasco.
A filmagem da cena entre amigos ficou gravada porque um dos convidados das viagens de férias era Steven Spielberg, que conta depois em entrevista que, porquê não tinha nenhum talento para divertir os amigos, se escondia detrás de sua câmera de super 8. Em outra sarau, em que todos eram sempre convidados a trovar, tocar piano ou fazer alguma cena cômica, a atriz Sally Field levanta a saia e sobe em cima do piano, de onde pega o microfone e canta uma música.
A câmera caseira parece onipresente, e há cenas íntimas, porquê Martin Short lendo um livro com um dos filhos com menos de um ano, ou, em outra situação, assistindo ao bebê vendo uma cena do pai na TV e morrendo de rir. Em várias passagens quem filma é o próprio ator, e, pelo menos no que entrou na uma hora e quarenta minutos da duração do documentário “Marty Life is Short”, ele nunca encontrava nenhuma resistência de sua mulher, que parecia encontrar perdão do marido sempre. Uma vez que mais de um entrevistado confirma, Nancy ria das piadas de Martin Short porquê uma pessoa normal, não porquê sua mulher. Ou seja, de verdade. Acho.
O diretor do documentário é um dos amigos que frequentava as casas e as festas da família de Martin Short, tanto em Los Angeles, onde moravam por motivo do trabalho, quanto na orla do lago na região de Toronto, onde passavam as férias. E esse camarada é Lawrence Kasdan, diretor dos clássicos “The Big Chill”, “Silverado”, “Wyatt Earp” e “Corpos Ardentes”, entre muitos outros.
Short é canadense e desembarcou nos Estados Unidos ao lado de uma geração de conterrâneos que incluía Catherine O’Hara (1954 – 2026), Eugene Levy, John Candy (1950-1994), Rick Moranis, Andrea Martin e Victor Garber. O grupo se conheceu em Toronto, nos anos 1970, integrou o elenco da montagem canadense do músico “Godspell”, passou pela filial sítio da companhia de improvisação Second City —criada em Chicago— e, por termo, consolidou-se no humorístico televisivo SCTV.
Quando o programa de TV foi cancelado pelo meio canadense, todos se mudaram para Los Angeles ou Novidade York, em procura de melhores oportunidades de trabalho. Short foi imediatamente convidado a fazer secção do elenco de “Saturday Night Live”, o programa cômico lendário da TV americana que revelou Adam Driver, Chris Rock, Eddie Murphy, Bill Murray, Tina Fey, Seth Meyers e Marcello Hernández.
Short, curiosamente, ficou somente um ano no “SNL”, porque o programa semanal exigia muitas horas diárias de trabalho e dedicação totalidade. E àquela profundidade, entre 1984 e 1985, ele já era casado e tinha três filhos pequenos e preferiu não passar tanto tempo longe da família.
Com muito mais fracassos que sucessos na curso e momentos bastante dramáticos na vida pessoal, o que mais encanta ao saber um pouco mais profundamente leste ator cômico pomposo é porquê ele parece ter um dom procedente para ser feliz e aproveitar a vida. É quase porquê se ele fosse um ativista da motivo, um daqueles incansáveis, mas tal qual único tema é viver muito.
Quando perde uma pessoa da família, porquê acontece, mas não vou expor quem, ele sofre o baque, porquê todo mundo, mas depois reage da maneira mais construtiva, sem pieguice, honrando seus mortos, lembrando sempre deles, mas com a certeza de que se deixar deprimir pela perda é um desserviço a todo o paixão que sentiu pela pessoa.
“Ele funciona sempre na velocidade do prazer”, explica Hanks. “É a única ordenado na história de Martin Short”, completa o camarada. Se isso não é uma prelecção de vida, eu não sei o que mais poderia ser.





