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Dos gramados para as barbearias: os cortes de cabelo que marcaram a história das Copas do Mundo

Cortes de cabelo que marcaram a história das Copas do Mundo
Para o terror das barbearias mundo à fora, mais uma despensa do mundo vem aí, o lugar onde diferentes culturas, tradições, estilos e simples, cabelos… se encontram.
Do clássico Cascão de Ronaldo aos cachos inconfundíveis de Valderrama, o maior torneio de seleções do planeta também serviu uma vez que vitrine para alguns dos penteados mais marcantes da história do esporte.
Alguns nasceram da superstição, outros da voga ou da personalidade dos jogadores. Todos, porém, conseguiram um pouco vasqueiro: sobreviver ao tempo e serem lembrados tanto quanto muitos gols e títulos.
A chegada de mais uma Despensa do Mundo também marca o retorno de uma tradição fora das quatro linhas: os cortes de cabelo que logo viram tendência entre a garotada. Desta vez, Neymar foi um dos primeiros a revelar o novo visual para o torneio.
O camisa 10 resgatou um penteado semelhante ao que usava em 2018, quando atuava pelo PSG. Assim uma vez que naquele período, ele também apostou em fios mais claros e voltou a exibir o cabelo loiro.
Por isso, o g1 relembra alguns dos cabelos mais icônicos da história das Copas do Mundo.
Bobby Charlton (1970)
Bobby Charlton durante a Despensa do Mundo de 1970
AFP
Um dos principais nomes da Inglaterra campeã do mundo em 1966, Bobby Charlton também ficou marcado pelo famoso comb-over.
O penteado, que consistia em deixar uma longa mecha atravessando a cabeça para esconder a calvície, virou uma de suas marcas registradas. Anos depois, o próprio ex-jogador admitiu que talvez não tenha sido sua melhor escolha estética.
Os cachos dourados de Carlos Valderrama (1990)
Carlos Valderrama em uma partida entre Colômbia e Emirados Árabes Unidos durante a Despensa do Mundo de 1990
AFP
Poucos jogadores foram tão facilmente reconhecíveis quanto Carlos Valderrama, maestro da seleção colombiana, ele chamou atenção pelos enormes cachos loiros que se tornaram sua assinatura visual
O penteado ajudou a transformar o meio-campista em um dos rostos mais icônicos do futebol dos anos 1990.
Roberto Baggio e seu “Rabo de Cavalo Divino “(1994)
Roberto Baggio em uma partida entre Itália e Espanha pela Despensa do Mundo de 1994
Timothy A. CLARY / AFP
O italiano Roberto Baggio chegou à Despensa de 1994 exibindo o penteado que ficou espargido uma vez que “O Rabo de Cavalo Divino “, a combinação de mullet e trança virou febre entre torcedores e ajudou a solidar sua imagem uma vez que uma das grandes estrelas do torneio.
Apesar de ser lembrado pelo pênalti perdido na final contra o Brasil, o visual sobreviveu uma vez que um símbolo da voga da dezena.
As tranças de Taribo West (1998)
O zagueiro nigeriano Taribo West, ao chegar com seus companheiros de equipe, em 12 de junho, na estação de Nantes, oeste da França.
FRANK PERRY / AFP
O protector nigeriano Taribo West transformou o cabelo em uma extensão do uniforme, na Despensa de 1998, apareceu com tranças verdes que combinavam com as cores da seleção da Nigéria. Ao longo da curso, manteve a tradição de adequar as cores do penteado aos clubes que defendia.
O ‘loiro pivete’ da Romênia em 1998
Tunísia e Romênia pela despensa do mundo de 1998
AFP
Nem sempre um cabelo marcante pertence a exclusivamente um jogador, na Despensa da França, a seleção da Romênia surpreendeu ao comparecer com praticamente todo o elenco exibindo cabelos descoloridos, cá no Brasil espargido uma vez que ‘Loiro Pivete’.
A teoria era fortalecer o espírito de grupo e gerar uma identidade visual para a equipe, o resultado foi um dos visuais coletivos mais lembrados da história dos Mundiais.
David Beckham e seu moicano (2002)
David Beckham no treinamento da seleção inglesa para a Despensa do Mundo de 2002
AFP
David Beckham já era um fenômeno de popularidade quando apareceu na Despensa de 2002 usando um moicano, o penteado rapidamente virou tendência e foi copiado por jovens em diversos países.
Mais do que uma escolha estética, o visual ajudou a solidar Beckham uma vez que um dos maiores ícones de estilo da história do futebol.
O ‘Cascão’ de Ronaldo Fenômeno (2002)
Ronaldo Fenômeno comemorando gol contra a Turquia na Despensa do Mundo de 2022
AFP
Nenhum namoro de cabelo em Despensa do Mundo gerou tanta repercussão quanto o de Ronaldo em 2002, atacante brasílio raspou praticamente toda a cabeça e deixou exclusivamente uma filete de cabelo na segmento da frente.
Anos depois, revelou que o objetivo era desviar a atenção da prelo sobre uma lesão, a estratégia funcionou: o Brasil foi vencedor, Ronaldo marcou dois gols na final e o namoro entrou para a história.
Seja lá o que José Luis Perlaza quis fazer com o cabelo em 2006
O protector José Luis Perlaza da seleção equatoriana no banco durante a Despensa do Mundo de 2006
AFP
Se Ronaldo foi ousado, o equatoriano José Luis Perlaza elevou a teoria a outro nível… o protector apareceu na Despensa de 2006 com uma combinação pouco convencional: fios mais longos na segmento da frente, cabeça praticamente raspada e cabelo longo na nuca. O resultado foi um dos visuais mais extravagantes já vistos em um Mundial.
A única trança de Rodrigo Palacio (2014)
Rodrigo Palacio durante a Despensa do Mundo de 2014
AFP
A famosa trança fina na nuca de Rodrigo Palacio não nasceu por motivos estéticos, o atacante prateado acreditava que o penteado lhe dava sorte e se recusou a cortá-la.
Em entrevistas, chegou a explicar a superstição de forma simples: “Quando as coisas estão dando manifesto, não há motivo para mudar.”
Neymar e seu topete excêntrico em 2018
Neymar na partida de Brasil e Suíça pela temporada de grupos da Despensa do Mundo de 2018
AFP
Divulgado por mudar incessantemente o visual, Neymar escolheu para a Despensa de 2018 um topete descolorido que rapidamente virou matéria dentro e fora dos gramados.
O penteado dividiu opiniões e gerou memes nas redes sociais, entre as brincadeiras mais famosas esteve a do ex-jogador francesismo Eric Cantona, que publicou uma foto com macarrão na cabeça acompanhada da legenda: “Estilo Neymar”.

Fonte G1

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