A um mês do primeiro dia de provas do Examinação Vernáculo do Ensino Médio (Enem), candidatos e professores do ensino médio e cursinhos preparatórios adotam estratégias que migram do estudo intenso de conteúdos inéditos para a consolidação do que já foi estudado.
Essa tem sido a tática da Rafaela de Araújo Caldas, de 17 anos, estudante do 3º ano de uma escola pública do Gama, cidade do Província Federalista distante 35 km do meio de Brasília.
Rafa fará o Enem pela primeira vez e quer ocupar a vaga em um curso superior na superfície de computação. Com esteio dos pais, ela concilia o vez regular da escola com as aulas online de um cursinho preparatório para o vistoria até a noite, mas diz que respeita os limites físicos e o cansaço.
“Dou foco em ver porquê funciona a prova, vendo os padrões das questões e o que vai ser mais importante estudar, agora, nessa reta final.’
O foco da jovem também está na prova de redação. “Conheço alguns repertórios que o cursinho disponibilizou em uma lista. Mas, preciso ver o que usar e o que vai se encaixar no tema da prova.”
A redação do Enem exige a produção de um texto dissertativo-argumentativo de até 30 linhsd em modalidade escrita formal da língua portuguesa. O participante deve estar prestes para redigir em resguardo de seu ponto de vista a reverência do tema proposto que pode ser de ordem social, científica, cultural ou política.
Para ajudar os participantes, o Ministério da Ensino (MEC) disponibiliza aos participantes uma silabário específica que explica porquê é a prova de redação e os critérios de correção.
Escola parceria
Diogo Andrade é professor de língua portuguesa e espanhola da escola onde Rafaela estuda, o Meio de Ensino Médio 1 do Gama, denominado de CG (Escola do Gama).
Com a experiência de quem leciona há 14 anos, o docente considera ainda ser provável se preparar para o Enem nos 30 dias restantes.
“Mesmo com acúmulo enorme de conteúdos não vistos, agora, o importante é pegar firme nos simulados de provas, trabalhar na solução de questões de edições passadas do Enem e a partir de possíveis dificuldades, deve-se buscar os conteúdos de maior recorrência histórica na prova”, destacou.
O professor relata que diante da amplitude, complicação e concorrência vernáculo do Enem, a escola tem prestes os estudantes por meio de provas multidisciplinares bimestrais que simulam as regras e a logística real do dia do vistoria.
“Criamos um envolvente que simula o dia da avaliação, misturamos os alunos, os alocamos em uma sala distinta da que eles estão habituados a estudar. Depois, eles preenchem o gabarito das questões objetivas com caneta preta e a prova de redação também será corrigida e comentada pelos professores de língua portuguesa, com os critérios do Enem.”
Uma inovação da unidade é a gravação de podcasts educativos em série sobre temas do vistoria.
“Produzimos conteúdos sobre filosofia nos exames de seleção. O próximo incidente está sendo gravado para focar na redação. E já temos em vista um incidente sobre a questão racial e sobre a latinidade.”
Vocábulo do professor
Especificamente sobre a prova de redação, Diogo estimula os alunos a dominarem o tema e os alerta para evitar a facilidade das “fórmulas prontas” da internet por funcionarem exclusivamente porquê atalhos e que podem virar uma emboscada porque não enganam os avaliadores do Instituto Vernáculo de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
“O corretor da secretária está prudente a esse tipo de manobra e, por isso, sabe quando o candidato, de vestuário, domina o tema e não está, simplesmente, repetindo uma fórmula ou um pouco pronto que já encontrou feito na internet.”
Nas provas objetivas, diante de questões que o estudante não sabe a resposta, Diogo Andrade desaconselha deixá-las em branco, mas, também, reprova os planos de chutar.
O professor lembra que o Enem adota a Teoria de Resposta ao Item (T.R.I), metodologia de conta da nota das provas objetivas que analisa cada pergunta do vistoria conforme seu intensidade de dificuldade e a congruência entre as respostas dos candidatos.
A instituição de ensino ainda prevê a realização de aulões de revisão entre o termo de outubro e o início de novembro.
Treino, foco e meta
O estudante Gabriel Queiroz, de 18 anos, fez o Enem no ano pretérito na quesito de treineiro exclusivamente para testar conhecimentos e lucrar experiência. “Ajudou a compreender a logística e a gestão de tempo por questão”.
Agora, o aluno quer aproveitar o que o Meio de Ensino Médio 1 do Gama tem oferecido para se preparar melhor para edição deste ano que vale uma vaga no ensino superior, se for muito nas provas. Na visão dele, matemática é a superfície do conhecimento que representa o maior repto.
Gabriel dedica tapume de 8 a 9 horas diárias aos estudos, utilizando videoaulas no YouTube e resolvendo questões de edições anteriores. Nos finais de semana que antecedem a prova, ele planeja intensificar a fardo horária. Mas sem desleixar do seu emocional.
“A prova é extensa e preciso ter controle emocional. Mas também na questão de teor é importante prestar atenção às aulas e colocar em prática as matérias aprendidas para almejar uma nota maior”.
O jovem sabe o que quer com o bom desempenho: ingressar no curso de licenciatura em língua portuguesa. Ele conta o que o motiva. “A literatura é uma paixão minha desde muchacho. Há ainda a questão de querer contribuir para o estágio de outras pessoas.”
Guia
Os inscritos no Enem podem conferir todas as orientações oficiais sobre as provas, tutoriais de preparação para o vistoria e cronogramas de todo o processo em um único site – o Guia do Enem – lançado pelo Ministério da Ensino (MEC).









