Enquanto os jogadores dos Estados Unidos baixavam a cabeça posteriormente a guião de 4 a 1 para a Bélgica em Seattle na noite de segunda-feira, uma região momentaneamente cativada pelo futebol lamentava o término repentino de uma jornada promissora.
Mas, enterrada na recusa da guião contundente, havia evidências de que esta Despensa do Mundo acelerou a escalada de décadas do futebol rumo à consciência vernáculo.
Com ligas profissionais para homens e mulheres e participação juvenil em incremento, a seleção masculina não é o único indicador da saúde do futebol nos EUA, e os envolvidos com o esporte aguardam um impulso para sua presença em uma região onde disputa atenção com outros esportes.
“Espero que possamos continuar a inspirar o país com grandes vitórias no horizonte”, disse Don Garber, o veterano comissário da Major League Soccer, em entrevista em seu escritório em Novidade York na semana passada. “Mas o incremento do esporte não depende disso. O sucesso da Despensa do Mundo em universal tem impulsionado o esporte de maneiras quase tão importantes quanto o sucesso da seleção americana.”
Uma vez que em 1994, o torneio elevará o interesse graças às estrelas americanas, aos gols deslumbrantes e aos torcedores festivos que lotaram estádios pelo país.
A seleção americana se viu em um escândalo internacional quando Trump pressionou a FIFA para revisar o cartão vermelho de Folarin Balogun; a suspensão da punição enfureceu outras federações e agitou o interesse sobre a seleção.
Com seu formato expandido de 48 seleções, esta Despensa do Mundo já quebrou recordes de audiência nos Estados Unidos e de público totalidade. O jogo de segunda-feira teve média de 30 milhões de telespectadores na Fox, a transmissão de Despensa do Mundo em inglês mais assistida da história dos EUA, com mais 12 milhões assistindo em espanhol na Telemundo. Muro de 4,6 milhões de espectadores compareceram às primeiras 72 partidas em 16 cidades-sede, superando o recorde de público de 3,5 milhões estabelecido na Despensa do Mundo de 1994, que incluiu 52 jogos.
Trinta e dois anos depois, torcedores e dirigentes do futebol novamente esperam aproveitar o torneio para levar o futebol americano ao próximo estágio, onde sua liga masculina e seleção possam competir entre as melhores do mundo, porquê a liga feminina e a seleção feminina já fazem.
Secção do duelo é encomiar a Major League Soccer, que desde 1996 trabalha para se impor no cenário esportivo americano.
O público da MLS cresceu de forma permanente, com média por jogo de quase 22 milénio pessoas no ano pretérito (comparado com muro de 70 milénio na National Football League, 29 milénio na Major League Baseball e 18 milénio na National Basketball Association). Mas muitos torcedores de futebol nos Estados Unidos ainda preferem escoltar outras ligas ao volta do mundo e têm fácil chegada a competições de ponta porquê a Premier League inglesa e a Champions League, que agora são onipresentes nas redes de televisão e serviços de streaming americanos.
Alguns apontam os 45 jogadores da MLS nas escalações da Despensa do Mundo, incluindo oito na seleção americana, porquê sinal de incremento. Para outros, isso não é suficiente.
“Não estamos em uma posição onde devemos olhar para o sucesso da seleção americana e por um segundo pensar que isso é por pretexto da Major League Soccer”, disse Eric Wynalda, ex-estrela da seleção que foi o primeiro americano a jogar na Bundesliga alemã.
Ele apontou folhas de pagamento modestas e a contratação de estrelas envelhecidas porquê David Beckham e Lionel Messi porquê fatores que suprimem a qualidade do jogo. Wynalda tinha 23 anos quando aceitou um galanteio salarial significativo para se juntar à MLS, onde jogou de 1996 a 2001, mas disse estar gorado por a liga ainda não estar em sintonia com o resto do mundo.
“Em todos os outros países, a própria liga assume a responsabilidade de produzir jogadores que vão ajudar a seleção vernáculo”, disse Wynalda. “Nossa liga se vê porquê uma entidade separada que é entretenimento fundamentado em localização. Isso não é alguma coisa que vai nos ajudar a ser uma região melhor no futebol.”
Garber disse que a liga, que deve mudar para uma temporada de outono a primavera em 2027, também está considerando promoção e rebaixamento para competir melhor com outras ligas.
“A menos que a MLS mantenha seu impulso e continue seu incremento, não aproveitaremos totalmente a oportunidade cá neste mercado enorme e receptivo ao futebol”, disse Garber.
A Fifa há muito vê a América do Setentrião porquê terreno fértil para expandir e colher lucros. Antes de os Estados Unidos receberem a Despensa de 94, a Fifa insistiu que criassem uma novidade liga profissional masculina. Mas quando aquela Despensa do Mundo terminou, a MLS ainda estava a dois anos de sua estreia, perdendo segmento do impulso conquistado a duras penas.
Segundo Alan Rothenberg, presidente da Federação de Futebol dos Estados Unidos na quadra, a espera foi estratégica, por várias razões.
“Queríamos diminuir as expectativas”, disse ele. “Vindo diretamente de uma Despensa do Mundo na qual você tinha 90 milénio pessoas lotando estádios, não ficaria muito ter jogos em estádios pela metade.”
Mais de três décadas depois, a liga está firmemente estabelecida ao lado de uma crescente liga feminina, a National Women’s Soccer League, e tem um contrato de transmissão com a Apple TV para exibir todos os seus jogos.
“Onde estávamos logo era a noite, e onde estamos agora é o dia, e vai continuar a crescer”, disse Rothenberg. “Acredito que daqui a 20 anos, o futebol vai estar desafiando o futebol americano porquê o esporte número 1 nos Estados Unidos, superando beisebol, basquete e hóquei.”
A MLS sabe que o duelo é o mesmo da última vez: transmutar esse exalo em uma liga com melhores jogadores e torcedores ainda mais apaixonados.
“Se o objetivo em 94 era debutar uma liga, o objetivo em 2027 e além é ter uma das melhores ligas do mundo”, disse Garber. “Nossa atitude é: ‘Obrigado, mundo, nós assumimos daqui.'”
Na noite de segunda-feira, alguns dos torcedores desanimados do lado de fora do estádio em Seattle viram um lado positivo.
Bennett Haselton, de Bay View, Washington, disse que o sucesso da Despensa do Mundo porquê espetáculo só poderia progredir a pretexto do futebol porquê um esporte importante nos Estados Unidos.
“Ganha um pouco a cada ano”, disse Haselton, 47 anos.
Charles Suey, 64 anos, que estava visitando de Los Angeles, disse que esperava que a Despensa do Mundo consolidasse o lugar crescente do esporte na cultura americana. As crianças que vivenciaram a Despensa do Mundo, acrescentou, “agora vão pensar: ‘Esse poderia ser eu.’
“Tudo o que você precisa é de uma esfera”, disse ele. “Você nem precisa de uma cesta.”





