Murado de um ano antes da Despensa do Mundo, a Fifa (Federação Internacional de Futebol) realizou uma inauguração com grande orgulho para seu mais novo escritório, um conjunto no 17º marchar da Trump Tower, em Novidade York. Eric Trump, fruto do presidente Donald Trump, disse que a organização de sua família estava “honrada” em receber a entidade máxima do futebol mundial.
A Fifa assinou um contrato de locação de mais de sete anos, medido em murado de US$ 4 milhões (R$ 20 milhões), segundo dois funcionários diretamente envolvidos na negociação e documentos analisados pelo The New York Times. O conjunto permanece vazio na maior secção do tempo.
Os termos do concórdia, até logo inéditos, geraram preocupação entre alguns altos dirigentes da Fifa quanto ao aluguel de um espaço em um prédio ligado a Trump, em um estado com impostos elevados e sem uma premência clara.
O concórdia é mais um exemplo de porquê a Fifa e seu presidente, Gianni Infantino, buscaram estreitar os laços com o presidente americano antes da Despensa do Mundo de 2026, apesar da resistência de dirigentes de eminente escalão do futebol.
Infantino cobriu Trump de elogios e chegou a fabricar um prêmio privativo da silêncio em sua homenagem. Durante a Despensa do Mundo, a Fifa revogou a suspensão de Folarin Balogun, atacante de destaque da seleção dos Estados Unidos, depois uma relação entre o presidente e Infantino, o que provocou acusações de favorecimento e interferência política.
Desde o torneio, Infantino tem enfrentado intenso escrutínio por sua conduta, inclusive por ter participado de negociações secretas para vender uma parcela dos direitos de futuros torneios a um fundo privado dirigido pelo irmão de Jared Kushner, genro de Trump. O projecto levou a entidade que comanda o futebol europeu a ameaçar apresentar uma denúncia à Justiça criminal. Infantino acusou seus críticos de promoverem uma campanha de assédio.
As operações da Fifa nos Estados Unidos ficam concentradas principalmente em dois escritórios em Miami. A organização não planeja manter uma equipe completa na Trump Tower, e o escritório permanece praticamente sem uso, segundo atuais e ex-dirigentes da Fifa que, assim porquê outras fontes citadas nesta reportagem, pediram anonimato para falar sobre conversas privadas e acordos comerciais.
A Vivenda Branca não quis comentar. A Trump Organization não respondeu a um pedido de observação.
Em resposta a perguntas sobre o contrato de aluguel, a Fifa defendeu o concórdia, afirmando que paga pelo imóvel um valor comportável com o mercado. O contrato “cumpre todas as leis locais” e “foi assinado de concórdia com os processos internos habituais da Fifa”, disse a entidade em enviado.
A Fifa usa o espaço de quase 465 metros quadrados para eventos especiais e reuniões com autoridades e dirigentes do futebol, informou a organização. O lugar é utilizado principalmente durante a Reunião Universal anual das Nações Unidas.
A decisão de transfixar um escritório de representação na Trump Tower partiu de Infantino, segundo as duas autoridades envolvidas no concórdia.
A Fifa contratou uma consultoria imobiliária internacional para determinar se o concórdia estava de concórdia com os valores de mercado. Mas as duas autoridades disseram que não havia uma premência mercantil clara para o escritório, principalmente porque a Fifa já possuía escritórios em Miami.
Autoridades alertaram que a franqueza de outro escritório nos Estados Unidos, no estado de Novidade York, poderia gerar uma obrigação tributária suplementar para a Fifa, mostram os documentos. A organização trabalhou com advogados para estabelecer que nenhuma atividade empresarial ou mercantil seria realizada no lugar, a término de evitar esses impostos.
Em resposta por e-mail a perguntas sobre o contrato, a Fifa afirmou: “Novidade York é uma cidade global, e a Fifa é uma organização global; portanto, é lógico que a Fifa tenha presença ali”.
Miguel Maduro, português que foi responsável pela espaço de governança da Fifa, disse que a escolha de um imóvel ligado ao presidente americano poderia violar as disposições da organização sobre conflitos de interesse.
“Esse concórdia com a Trump Organization gera um evidente conflito de interesse diante dos interesses da Fifa na Despensa do Mundo nos Estados Unidos ou de sua parceria com o Parecer da Silêncio do presidente Trump”, afirmou Maduro. Porquê secção do projecto, a Fifa anunciou em fevereiro uma proposta para edificar campos e um estádio na Fita de Gaza.
A relação de Infantino com Trump também motivou uma denúncia ao comitê de moral apresentada pela federação de futebol da Noruega.
Alex Phillips, ex-dirigente da Fifa e de outras importantes entidades que comandam o futebol, classificou o escritório na Trump Tower porquê “um nível de bajulação completamente desnecessário”.





