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A Bungie anunciou no último dia 21 que fará, em 9 de junho, a última atualização de teor do jogo multiplayer de tiro “Destiny 2”. A decisão é compreensível para um título lançado há quase nove anos, mas é também simbólica do atual momento da indústria de games.
O ocaso de um dos games “live service” de maior sucesso dos últimos anos acontece em paralelo ao esfriamento da febre dos jogos uma vez que serviço, vistos uma vez que a penosa dos ovos de ouro da indústria de games.
Diferentemente dos “jogos uma vez que resultado”, em que o consumidor paga exclusivamente uma vez para ter chegada ao teor completo, os “jogos uma vez que serviço” (ou “live service”) são atualizados e ampliados rotineiramente pelos desenvolvedores, com a promessa de renderem a eles um fluxo perene de rendimento.
“World of Warcraft”, “Fortnite”, “GTA V” e a própria série “Destiny” são alguns exemplos de uma vez que um único jogo uma vez que serviço pode render bilhões de dólares para seus desenvolvedores.
Mas há também o outro lado da moeda. Ainda mais numerosas são as histórias de fracasso, uma vez que “Anthem”, “Crucible”, “Marvel’s Avengers” e “Suicide Squad: Kill the Justice League”.
Fazer um jogo uma vez que serviço é uma aposta muito arriscada. Títulos desse tipo consomem anos de trabalho e centenas de milhões de dólares, mas basta um punhado de críticas ruins para que o número de jogadores despenque e o game seja pronunciado um fracasso.
Ainda assim, isso não impediu muitas publicadoras de reprofundar de cabeça na febre dos games uma vez que um serviço logo depois a pandemia de Covid-19.
Na estação, os videogames passavam por um boom de aportes. O prolongamento descomunal do setor durante o período de isolamento social e a teoria de que o metaverso (lembra dele?) seria o horizonte da internet, fez com que muitos investidores de capital de risco enxergassem nos games uma aposta lucrativa.
Com numerário entrando por todos os lados, apostar em volume nos jogos uma vez que serviço parecia uma teoria inteligente. Foi o que fez a Sony, dona da marca PlayStation, que, em janeiro de 2022 anunciou a compra da Bungie (sim, a mesma de “Destiny”), por US$ 3,6 bilhões (R$ 18,1 bilhões).
Logo depois a compra, a empresa anunciou em uma conferência com investidores, em maio de 2022, seu cobiçoso projecto de lançar dez novos jogos uma vez que serviço até março de 2025. Para isso, incumbiu alguns de seus principais estúdios (muitos deles sem experiência alguma em títulos “live service”) de criarem projetos do tipo.
Mais de um ano já se passou desde a risco de chegada traçada pela empresa, mas a Sony conta com somente dois novos jogos uma vez que serviço no seu catálogo: “Helldivers 2”, de sucesso considerável, e o recém-lançado “Marathon”, que vem sofrendo para se firmar.
Pelo caminho, ficou um rastro de projetos adiados (“Fairgame$” e “Horizon Hunters Gathering”), games cancelados (jogos live service no universo de “The Last of Us” e “God of War”, por exemplo), estúdios fechados (Bluepoint, London Studio e Firewalk Studios, para referir alguns), e pelo menos um fracasso retumbante (“Concord”).
O caso da Sony é réplica, mas está longe de ser o único. A Sega, por exemplo, anunciou no último dia 12 que cancelou o seu “Super Game”, projeto anunciado em 2021 que envolveria diversas franquias da publicadora em um título “live service”.
De lá para cá, muita coisa mudou para pior no cenário econômico da indústria de games:
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O prolongamento do número de jogadores da pandemia não se sustentou depois o termo do isolamento social;
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A retomada da economia também resultou em uma inflação global, levando as famílias a rever seus gastos com entretenimento;
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As ferramentas de lucidez sintético substituíram o metaverso uma vez que queridinhas do Vale do Silício e o interesse dos investidores nos games minguou.
Apesar das nuvens negras, há quem tenha se oferecido muito nesse período. A Capcom (de “Resident Evil”, “Street Fighter” e “Monster Hunter”, entre outros) anunciou no último dia 12 seu nono ano ininterrupto de lucro recorde.
Não é por casualidade. Sua fórmula de sucesso é uma ritmo regular de lançamentos, com títulos para diferentes gostos, e zero de colocar todos os ovos na cesta do “live service”.
play
dica de game, novo ou idoso, para você testar
Sol Cesto
(PC)
Neste roguelike tático indie, o jogador é convidado a dominar a sorte. O game é constituído por uma sequência de masmorras dispostas em um tabuleiro de 4×4. Cada mansão pode ter um monstro, um tesouro ou uma emboscada, e o jogador precisa escolher uma risco para explorar, caindo aleatoriamente em uma das casas dessa risco. Ao longo de cada invasão, o herói pode receber itens que tornam mais ou menos provável tombar em determinados tipos de mansão e usar itens para transpor de enrascadas. Ainda assim, precisará relatar com a sorte ao seu lado para chegar ao final.
O jornalista recebeu uma traslado do jogo para teste.
update
novidades, lançamentos, negócios e o que mais importa
- O CEO dos estúdios PlayStation, Hermen Hulst, confirmou em reunião interna que jogos narrativos single-player da PlayStation não sairão mais para PC e serão exclusivos para o console da marca, afirmou a Bloomberg. Títulos multiplayer, uma vez que “Marathon”, continuarão sendo publicados em outras plataformas.
- Os planos de assinatura da PlayStation Plus por 1 mês e 3 meses ficaram mais caros no mundo todo. No Brasil, os valores subiram tapume de 13%, segundo o site Tecnoblog. A assinatura do projecto Essential agora custa R$ 49,90 por mês, a do projecto Extra sai por R$ 74,90 e a do projecto Deluxe, R$ 86,90. As assinaturas anuais não sofreram diferença.
- A Xbox anunciou o exegeta Matthew Ball uma vez que novo diretor estrategista e Scott Van Vliet, ex-Azure OpenAI, uma vez que diretor de tecnologia. As contratações fazem secção de uma reorganização liderada pela CEO Asha Sharma para fortalecer a marca.
- A Epic Games anunciou que o jogo “Fortnite” voltou às lojas de aplicativos de dispositivos iOS no mundo todo —exceto na Austrália, onde uma questão permitido ainda impede o retorno. O título estava excluído desde 2020, quando Epic e Apple iniciaram uma guerra judicial sobre as taxas e regras da plataforma.
- O Warhorse Studios (de “Kingdom Come: Deliverance 2”) anunciou estar desenvolvendo um RPG de mundo desimpedido inspirado em “Senhor dos Anéis”, com orçamento estimado em US$ 100 milhões (R$ 500 milhões). O estúdio também confirmou uma novidade proeza na franquia Kingdom Come.
- A receita da Ubisoft caiu 21,8% para €1,4 bilhão (R$ 8,2 bilhões) no último ano fiscal (abril de 2025 a abril de 2026), afirmou o site GamesIndustry.biz. A empresa, que passa por uma reforma do seu portfólio, cancelou 7 projetos e atrasou outros 6, e projeta que a recuperação da lucratividade só virá em 2027-28.
- A Nintendo anunciou “Pictonico!”, novo jogo mobile gratuito para iOS e Android. O título transforma fotos em minigames no estilo “WarioWare” e tem lançamento previsto para a próxima quinta-feira (28).
- A trilha sonora original de “Doom” (1993), composta por Bobby Prince, foi incluída na Livraria do Congresso dos EUA, tornando-se a terceira música de videogame a receber a honraria. Antes, as músicas tema de “Super Mario Bros.” e “Minecraft” haviam sido incluídas no registro histórico.
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games que serão lançados nos próximos dias e promoções que valem a pena
27.mai
“007 First Light” (PC, PS 5, Xbox X/S)
“Echo Generation 2” (PC, Xbox X/S, PC)
“Schrödinger’s Call” (PC)
28.mai
“Crashout Crew” (PC, Xbox X/S)
“Moonsigil Atlas” (PC)
“One Move Away” (PC, PS 5, Xbox X/S, Switch 1/2)
“Pictonico!” (Android, iOS)
“Stray” (Switch 2)
“Wandering Sword” (PS 5)
29.mai
“Little Nightmares II Enhanced Edition” (Switch 2)
“Mina the Hollower” (PC, PS 5, Xbox X/S, Switch 1/2)
“My Little Puppy” (Switch)
2.jun
“Among The Sleep” (Android, iOS)





