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G7 pede ferramentas para proteger crianças online 17/06/2026
Tecnologia

G7 pede ferramentas para proteger crianças online – 17/06/2026 – Tec

As potências mundiais do G7, incluindo os Estados Unidos, apelaram nesta quarta-feira (17) às empresas de tecnologia para que desenvolvam ferramentas que garantam a segurança online das crianças, em meio a preocupações com as implicações da subida da lucidez sintético. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), participa do G7 uma vez que convidado, e viajou com a primeira-dama Janja.

O apelo foi feito ao término de três dias de cúpula do G7 em Évian, no leste da França, que concluiu com um almoço de trabalho para o qual foram convidados executivos de empresas de IA da América do Setentrião, Europa, Índia e Japão.

“Apelamos aos provedores de serviços digitais para que desenvolvam e implementem tecnologias e sistemas que garantam experiências seguras, protegidas e adequadas à idade”, afirma uma enunciação conjunta do G7, e do Brasil, Coreia do Sul, Egito, Índia e Quênia.

Os Estados Unidos estão alinhados com seus parceiros do G7 —Alemanha, Canadá, França, Itália, Japão e Reino Unificado— no princípio de proteger os menores nas redes sociais.

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, anunciou na segunda-feira (15) que menores de 16 anos serão proibidos de utilizar redes sociais no Reino Unificado, e a França também cogita uma proibição semelhante.

“Acho que é claro, porque as redes são perigosas quando se é muito jovem”, afirmou uma estudante do ensino médio de Evian, durante um encontro paralelo organizado para as esposas e os maridos dos dirigentes do G7. Janja chegou a pedir um “pacto mundial” sobre o tema.

À sombra da Anthropic

Mas os países desse grupo de grandes economias industrializadas divergem sobre a tributação e a regulamentação do setor do dedo. A sombra da Anthropic, dos quais diretor Dario Amodei participou do almoço, também pairou sobre a cúpula.

Essa empresa americana de lucidez sintético suspendeu o chegada à versão mais potente de sua tecnologia em cumprimento a uma ordem de Washington que invoca um risco à segurança pátrio.

“Os Estados Unidos e a UE devem ser parceiros sólidos em material de IA”, declarou a presidente da Percentagem Europeia, Ursula von der Leyen, que pediu que cidadãos e empresas “possam utilizar com totalidade segurança os melhores modelos” de lucidez sintético.

Na véspera, o presidente Lula apelou para que não se esqueça que “as transições energética e do dedo não podem reproduzir padrões históricos que concentram benefícios econômicos em poucos atores”.

Em outras declarações, o G7 se comprometeu a reduzir “significativamente” sua submissão da China uma vez que fornecedora de minerais críticos e a lançar até novembro “uma rede portuária” para combater o narcotráfico e substanciar a cooperação entre seus principais portos marítimos.

‘Oportunidade histórica’

Às margens do lago Léman, os líderes do G7 também celebraram o conformidade entre os Estados Unidos e o Irã para pôr termo à guerra no Oriente Médio uma vez que uma “oportunidade histórica” e concordaram em aumentar a pressão sobre a Rússia para que encerre o conflito na Ucrânia.

O pacto, obtido “sob a firme liderança do presidente [Donald] Trump”, “oferece uma oportunidade histórica para impedir que o Irã adquira qualquer arma nuclear e enfrentar as ameaças relacionadas às suas atividades regionais e balísticas”, afirmaram.

“Se eles não se comportarem, voltaremos imediatamente a lançar bombas muito na cabeça deles”, advertiu o presidente americano dois dias antes da cerimônia de assinatura prevista na Suíça.

O conformidade pode “realmente mudar as coisas” no Oriente Médio, mas também em outros assuntos uma vez que a Ucrânia, avaliou o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, apontando a mudança de tom de Washington.

Trump, que sempre se recusou a mostrar um culpado nesse conflito, adotou uma postura mais hostil em relação a Moscou, dizendo que a Rússia deveria “chegar a um conformidade” com Kiev e insinuando que poderia restabelecer sanções ao petróleo e ao gás russos.

‘Ouro de verdade’

A anfitriã França se esforçou para que o imprevisível presidente dos Estados Unidos permanecesse durante todo o evento, ao contrário da reunião anterior no Canadá, da qual partiu antes do final.

Em um gesto incomum, o presidente gaulês, Emmanuel Macron, o convidou nesta quarta-feira para jantar no Palácio de Versalhes, nos periferia de Paris, uma vez concluída a cúpula, embora tenha assegurado que não será uma “gala”.

Trump aceitou o invitação de Macron. “Versalhes não é folheado a ouro. É ouro de verdade”, disse Trump com excitação na terça-feira.

Folha

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