Gamescom Latam tem edição globalizada e traz ineditismo – 05/05/2026 – Ilustrada
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A edição deste ano da Gamescom Latam, que ocorreu entre a última quarta-feira (29) e o último domingo (3), teve um ar internacionalizado, com mais espaços destinados a grandes publicadoras mundiais e com novidades de grandes lançamentos futuros.
A feira, realizada no Província Anhembi, zona setentrião de São Paulo, acertou ao trazer games aguardados e manter um espaço de relativa visibilidade aos jogos de desenvolvedores independentes. A presença de jogos retrô gratuitos e a possibilidade de testar novidades consolida o evento porquê um dos principais em games do país.
Empresas porquê Nintendo, Ubisoft, Sega, Roblox, Riot Games e outras grandes publicadoras internacionais estavam presentes no evento, o que deu espaço para mais oportunidades de jogar grandes títulos.
O ponto mais cocuruto fica com a experimentação de games. O chegada a uma mostra de “Phantom Blade Zero” labareda a atenção. O jogador brasiliano teve chegada à mostra com um considerável arsenal e a possibilidade de explorar o território e batalhar contra até dois chefes diferentes em 60 minutos. O game será lançado em setembro para PC e PlayStation 5, e é um dos mais aguardados do ano.
Também foram disponibilizados títulos porquê “Marvel TOKON”, “Invincible VS.” e “Lego Batman”, dentre mais de 60 bons lançamentos e testes inéditos. Cá também vale mencionar os independentes, que tiveram bom espaço na feira para apresentar as apostas ao público.
Vale mencionar que, entre as possibilidades de teste estavam games do celular até o computador, dos mais novos até o retrô, sem urgência de remunerar a mais.
Em termos de estrutura, a feira parecia menor, mas não era o caso —o espaço foi melhor distribuído, com uma partilha entre zonas temáticas para teste de títulos. A Hero Zone focava os games de fantasia; A Open Zone, os de mundo destapado; a Shadow Zone, os de terror; e a Neo Zone, os de ficção científica.
A boa organização também deu resultado em maior acessibilidade: mesmo em um evento pleno era verosímil caminhar sem sobressaltos, sem obstruções de vias por filas, por exemplo, por exemplo.
Dentre as palestras e conferências na feira, o destaque ficou com a Remedy Entertainment, que expôs mais detalhes do “CONTROL Resonance”, em temporada de desenvolvimento. É positivo que uma feira na América Latina sirva também para a apresentação de grandes produtos da indústria de jogos.
Por término, os esports também estiveram na Gamescom Latam, em próprio na espaço de 200 m² da Riot Games, desenvolvedora de “League of Legends”. A empresa trouxe o universo de “Runaterra” para a feira e atraiu novos jogadores com o “2XKO”, com estações de arcade lotadas.
A feira, logo, cumpriu um papel dispendioso aos jogadores e à comunidade gamer no Brasil: ela foi mais do que só um evento requentado, com jogos já lançados ou já explorados. Trouxe ineditismo, o que sempre atrai qualquer jogador ávido por uma novidade história e que se sente importante ao ter chegada antecipado a novos games.
Os outros jogadores, que gostam de marchar pelos espaços e jogar tudo o que for verosímil, dos mais novos aos mais antigos, também foram contemplados. O resultado, logo, é um ingresso que valeu a pena para todo mundo, o que, por consequência, faz muito para a comunidade e para o evento, que se consolida porquê referência no país e para empresas pelo mundo.
Play
dica de game, novo ou vetusto, para você testar
Yoshi and the Mysterious Book
(Nintendo Switch 2)
Um jogo de plataforma nas mãos da Nintendo nunca é somente um jogo de Plataforma, e “Yoshi and the Mysterious Book” mostra isso. Previsto para 21 de maio, o game se passa na ilhéu dos Yoshi, onde as criaturas vivem em tranquilidade até que um deles encontra um livro falante, que diz homiziar histórias, criaturas e mundo. Entretanto, o livro diz não saber o próprio teor, e convida os Yoshi a explorarem as páginas, catalogando novas criaturas e mundos. A experiência parece infinita –sempre há um pouco novo a deslindar nas mesmas fases, fazendo com que repetir cada lanço não pareça rés. O título é graficamente bonito e é daqueles em que o tempo passa rápido.
O jornalista teve chegada antecipado ao game na Gamescom Latam.
Update
novidades, lançamentos, negócios e o que mais importa
- O mercado de games produzidos artesanalmente, sem uso de perceptibilidade sintético, pode se tornar uma rota viável de incremento de estúdios e desenvolvedores independentes, afirma Gary Jensen, diretor de arte da Seismic Squirrel, estúdio de “Aether & Iron”. O game lançado em março se passa em Novidade York nos anos 1930 e não possui nenhum uso da tecnologia generativa durante a produção. Os visuais misturam a estética da Art Déco e o noir em um RPG narrativo. Para o diretor de arte, há implicações não somente éticas, mas de originalidade e até de satisfação na produção. “Fui artista conceitual por muito tempo e, quando tentei usar IA, foi simplesmente deprimente. Tira toda a diversão de ser criativo e deixa você com a limpeza depois. Tenho certeza de que a IA é ótima. No contexto de desenvolvimento de jogos, ela pode ter seu lugar em qualquer contexto, mas, quando se trata de arte e narrativa, queremos a IA o mais longe verosímil de nós”, diz em entrevista à Folha.
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Jaime Casis, Diretor de Marketing da Nvidia na América Latina, afirma que o investimento massivo em data centers e em tecnologia para IA encereceu as memórias. A subida deve valorizar a compra de computadores e consoles, mas, segundo ele, houve uma deflação nas últimas duas décadas, e os produtos seguem mais acessíveis hoje do que nos anos 2000. Casis vê oportunidade para produtos de streaming de jogos, porquê o GeForce Now, que permitem rodar jogos em máquinas menos potentes.
- Tapume de 25 anos depois do lançamento de “Outlive”, os desenvolvedores do game original ressaltam que o engajamento dos fãs do título foi importante para o retorno da Continuum Entertainment, desenvolvedora brasileira que havia fechado as portas, e para o lançamento de “Outlive 25”, remasterização lançada na Gamescom Latam. Rafael Dolzan, designer da empresa, e Rodrigo Dal’Asta, desenvolvedor de tecnologia e ferramentas, esperam que o retorno do game, com melhorias gráficas, mecânicas e maior margem para exploração sinalize ao mercado que há espaço e que acredite na construção de games no Brasil.
- Os diretores de “Dispatch” afirmaram que o público brasiliano está entre os dez que mais jogam e contibuem para o título. O diretor criativo do game e co-fundador da AdHoc, Nick Herman, disse que “o jogo realmente ressoou entre os jogadores por cá. Nós nos sentimos conectados com a América Latina e com o Brasil”. O designer líder do título, Charles Marcolim, ressaltou que a tradução para o português brasiliano foi aperfeiçoada diante da recepção entre a comunidade do país a “Dispatch”, e que o retorno dos jogadores foi importante para o aperfeiçoamento do uso do linguagem.
- A Remedy Entertainment revelou na Gamescom Latam novos detalhes de “CONTROL Resonant”, prolongamento de “Control”. O game se passa em uma Manhattan selecção, afetada por uma força invasora cósmica, o que altera leis físicas, porquê a seriedade. Dylan Faden atravessará locais que desafiam a própria percepção física e psicológica do mundo. Para Mikael Kasurinen, diretor criativo do game, o destaque será o universo construído. “O que estamos fazendo é um pouco empolgante, misterioso, talvez às vezes um pouco terrível, mas um pouco em que você quer submergir.”
Download
games que serão lançados nos próximos dias e promoções que valem a pena
5.mai
“MOTORSLICE” (PC, PS5 e Xbox Series X|S)
6.mai
“Europa Universalis V: Fate of the Phoenix” (PC)
7.mai
“Mixtape” (Nintendo Switch 2, PC, PC5 e Xbox Series X|S)
“Will: Follow the Light” (PC, PS5 e Xbox Series X|S)
8.mai
“Pax Autocratica” (PC)





