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Hospital universitário no Rio inaugura era de UTIs Inteligentes no
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Hospital universitário no Rio inaugura era de UTIs Inteligentes no SUS

O Hospital Universitário Clementino Penha Rebento, sabido porquê Hospital do Fundão, no Rio de Janeiro, inaugurou neste sábado (27) a primeira Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Inteligente do Sistema Único de Saúde (SUS).

Equipada com tecnologias de ponta, as UTIs Inteligentes otimizam o monitoramento de pacientes e contam com conectividade para fazer o intercepção de informações. Os equipamentos são capazes de prever riscos e priorizar atendimentos, além de mostrar os dados mais relevantes diretamente no prontuário do paciente.

Há ainda conexão com ambulâncias 5G, que permite a transmissão em tempo real de sinais vitais para apressar o atendimento pré-hospitalar.

A inauguração contou com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Ele destacou o papel da Perceptibilidade Sintético (IA) na operação das UTIs Inteligentes.


Rio de Janeiro (RJ), 27/06/2026 - Fachada do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho - HUCFF na Cidade Universitária. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 27/06/2026 - Fachada do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho - HUCFF na Cidade Universitária. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Frente do Hospital Universitário Clementino Penha Rebento na Cidade Universitária – Foto Rovena Rosa/Sucursal Brasil

“Com o uso da Perceptibilidade Sintético, ela pode soltar alarmes da piora daquele paciente a partir dos dados que são monitorados”, descreveu.

Padilha apontou que a implementação de UTIs Inteligentes diminui o tempo de tratamento e a fileira por atendimento no SUS.

“Você observa mais precocemente sinais de piora ou de melhora. Com isso, faz a ação, a medicação, a mudança de conduta mais rapidamente e você salva esse paciente”, disse o ministro.

“O paciente sai mais rápido da UTI, isso gira mais o leito, e você vai reduzindo o tempo de quem está esperando por uma UTI”, completou.

Segundo o ministério, o uso de tecnologias porquê IA e big data (para processar e averiguar grandes volumes de dados) pode dividir por cinco o tempo de espera por atendimento de emergência. 


Rio de Janeiro (RJ), 27/06/2026 - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visita o acelerador linear para a realização de radioterapia, equipamento entregue pelo Programa Agora Tem Especialistas para tratamento oncológico no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho - HUCFF, na Cidade Universitária. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 27/06/2026 - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visita o acelerador linear para a realização de radioterapia, equipamento entregue pelo Programa Agora Tem Especialistas para tratamento oncológico no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho - HUCFF, na Cidade Universitária. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, conhece o acelerador linear para a realização de radioterapia no Hospital Universitário Clementino Penha Rebento – Foto Rovena Rosa/Sucursal Brasil

Rede vernáculo

A UTI Inteligente do Hospital do Fundão, vinculado à Universidade Federalista do Rio de Janeiro (UFRJ), faz segmento de um conjunto de investimentos que criam a Rede Pátrio de Hospitais e Serviços Inteligentes e Medicina de Subida Precisão do SUS, anunciada em novembro do ano pretérito. 

Ao todo, o Ministério da Saúde planeja a geração de 14 UTIs Inteligentes, com investimento de R$ 180 milhões. Serão 280 leitos.

Veja os estados e hospitais que serão contemplados:

– São Paulo/SP: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP);

– Rio de Janeiro/RJ: Hospital Federalista do Bonsucesso;

– Rio de Janeiro/RJ: Hospital Universitário Clementino Penha Rebento da Universidade Federalista do Rio de Janeiro (UFRJ);

– Belo Horizonte/MG: Hospital das Clínicas da Universidade Federalista de Minas Gerais (HC-UFMG);

– Brasília/DF: Hospital Universitário de Brasília da Universidade de Brasília (HUB -UnB);

– Salvador/BA: Hospital Universal Roberto Santos;

– Recife/PE: Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (Imip);

– Fortaleza/CE: Hospital Universal de Fortaleza (HGF);

– Teresina/PI: Hospital Getulio Vargas;

– Belém/PA: Hospital Beneficente Portuguesa;

– Curitiba/PR: Hospital Universitário Evangélico Mackenzie (Huem);

– Porto Prazenteiro/RS: Hospital Nossa Senhora da Conceição (GHC);

– Dourados/MS: Hospital Regional de Dourados (HRD);

– Manaus/AM: Hospital Delphina Rinaldi Abdel Aziz.

A rede também prevê a adoção de cirurgia robótica, medicina de precisão e análises por IA para melhorar resultados e eficiência.


Rio de Janeiro (RJ), 27/06/2026 - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visita o acelerador linear para a realização de radioterapia, equipamento entregue pelo Programa Agora Tem Especialistas para tratamento oncológico no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho - HUCFF, na Cidade Universitária. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 27/06/2026 - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visita o acelerador linear para a realização de radioterapia, equipamento entregue pelo Programa Agora Tem Especialistas para tratamento oncológico no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho - HUCFF, na Cidade Universitária. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, mostra funcionamento do acelerador linear para a realização de radioterapia no Hospital Universitário Clementino Penha Rebento – Foto Rovena Rosa/Sucursal Brasil

Os próximos locais a receber as UTIs Inteligentes são Amazonas, Província Federalista, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco e Rio Grande do Sul. Na primeira lanço de implantação, serão dez leitos em cada unidade.

Primeiro hospital inteligente

Ainda dentro da rede vernáculo, o Ministério da Saúde destina R$ 4,8 bilhões para a implementação e equipagem do primeiro hospital inteligente do país, o desenvolvimento de um núcleo de pesquisa translacional e a modernização de seis hospitais de primazia do SUS.

O hospital inteligente será o Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente (ITMI), que fará segmento do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

Segundo o ministério, o ITMI atenderá tapume de 20 milénio pacientes por ano e terá 800 leitos dedicados a emergências de adultos e crianças nas áreas de neurologia, neurocirurgia, cardiologia, terapia intensiva e outras especialidades.

O início das operações está previsto para 2027. A estrutura será integrada ao programa Agora Tem Especialistas, que atua em diversas frentes para reduzir o tempo de espera por atendimento especializado. 

Para chegar aos recursos necessários, o Ministério da Saúde recebeu financiamento de R$ 1,7 bilhão com a instituição multilateral internacional Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecida porquê Banco do Brics, grupo que reúne países em desenvolvimento. O prazo para pagamento é de 30 anos.

Acelerador de radioterapia

Durante a visitante do ministro, o Hospital da UFRJ inaugurou o primeiro acelerador linear da unidade, equipamento de ponta que reduz o tempo de realização de radioterapias. A instalação custou R$ 3,4 milhões.

Para Padilha, as inaugurações são “mais um passo para que o SUS e a universidade pública brasileira liderem a revolução tecnológica e do dedo”.


Rio de Janeiro (RJ), 27/06/2026 - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, inaugura a primeira Unidade de Terapia Intensiva - UTI Inteligente do país no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho - HUCFF, na Cidade Universitária. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 27/06/2026 - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, inaugura a primeira Unidade de Terapia Intensiva - UTI Inteligente do país no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho - HUCFF, na Cidade Universitária. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

 O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, inaugura a primeira Unidade de Terapia Intensiva – UTI Inteligente do país – Foto Rovena Rosa/Sucursal Brasil

A física médica Bruna Lamis, da HU Brasil (antiga Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), empresa que faz a gestão do hospital, explica que o equipamento de radioterapia acelera o tempo de tratamento e consegue “preservar mais os órgãos em risco no entorno do tumor”.

Segundo a perito, em confrontação com máquinas tradicionais, a capacidade de realização de terapia sobe de 20 para 40 pacientes por dia.

De combinação com o Ministério da Saúde, o SUS deve receber 70 desses equipamentos oriente ano.

O médico epidemiologista e reitor da UFRJ, Roberto Medronho, considera que investimentos no hospital universitário levarão a unidade a voltar a ter papel de vanguarda.

“Voltaremos a ser o que éramos no pretérito. A incorporação tecnológica na dimensão da saúde era feita nas nossas unidades cá da UFRJ. Com iniciativas porquê essa, vamos voltar a ter esse mesmo protagonismo”, declarou à Sucursal Brasil.

Fonte EBC

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