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Por Que Grandes Ataques Hackers Aumentaram Em 2023 18/12/2023
Tecnologia

IA coloca Brasil no alvo de ataques hacker contra empresas – 09/08/2026 – Tec

A adoção da lucidez sintético (IA) por grupos criminosos não só acelera a emprego de fraudes, uma vez que também rompe a barreira idiomática e viabiliza ataques complexos, antes mais restritos aos Estados Unidos e países da Europa. O Brasil é um dos novos alvos, mostram relatórios de empresas de cibersegurança.

Os criminosos usam a tecnologia para correr operações técnicas, detectar vulnerabilidades em sistemas e identificar colaboradores suscetíveis a suborno, além de transcrever e aprimorar as iscas acionadas nas fraudes.

No país, a utensílio é usada a término de produzir ligações convincentes em português e recrutar parceiros locais para as operações, de concórdia com Jeferson Propheta, vice-presidente no Brasil da CrowdStrike.

Os ataques cibernéticos viabilizados pelo uso de IA generativa cresceram 89% entre o primeiro semestre de 2026 e o mesmo período no ano pretérito, mostra relatório da companhia. O trabalho da CrowdStrike tem foco na segurança de grandes companhias, que costumam ser alvos de sequestros de sistemas e roubo de informações privilegiadas.

Em seguida invadirem a operação do dedo das empresas, as quadrilhas publicam pedidos de resgate em criptoativos na dark web, uma secção da internet protegida por criptografia, só conseguível por meio de navegadores especializados, uma vez que o Tor.

Monitoramentos de pedidos de resgate mostram que a frequência de ataques a empresas brasileiras cresceu neste ano.

O Brasil foi o terceiro país que mais sofreu com os chamados ransomware (software malicioso que sequestra dados) em junho, registrando 23 casos, de concórdia com a plataforma Ransomware.live, da Cohesity. No amontoado de 2026, o país ficou na quinta colocação, com 123 ataques.

Em 2025, o Brasil, com 148 ataques, foi o oitavo claro preferencial, detrás dos Estados Unidos (3.772), Canadá (376), Alemanha (348), Reino Uno (297), França (187), Itália (178) e Espanha (166).

“A emergência do Brasil, da Índia e da Tailândia uma vez que alvos recém-identificados pode ser revérbero de uma estratégia deliberada de focar em jurisdições com menor maturidade na resposta a incidentes e na coordenação com forças de segurança”, avalia Gustavo Leite, vice-presidente da Cohesity para a América Latina.

Só o grupo The Gentleman, cujas operações deixam pistas em russo, afirma ter feito 15 ataques neste ano contra empresas e instituições brasileiras de diversos setores — instrução, gestão pública e venda de maquinários.

Um dos alvos foi o Escola Notre Dame, de Campinas (SP). A escola foi procurada pela Folha desde quarta-feira (5) por email. A reportagem também tentou telefonar para os números indicados no site, mas não foi atendida.

Os criminosos afirmam ter obtido dados de 51 alunos cadastrados na plataforma interna do escola e indicam contato via uma plataforma de informação criptografada chamada Tox.

Na nota de resgate, a quadrilha afirma que só ela pode restabelecer o chegada da escola aos dados. “As autoridades, forças policiais e empresas de recuperação de dados NÃO vão ajudar você. Eles exclusivamente farão você perder tempo, levarão seu moeda e o impedirão de restabelecer seus arquivos”, dizem os criminosos.

Especialistas recomendam o não pagamento dos resgates. No Brasil, por exigência regulatória, os incidentes cibernéticos devem ser informados à ANPD (Sucursal Pátrio de Proteção de Dados) e a todas as vítimas do vazamento de dados.

O regulamento da filial exige informação individualizada em linguagem simples, caso seja provável identificar as vítimas do vazamento.

“Os pedidos de resgate podem também ser blefes e, por isso, é necessário ter comitiva profissional”, diz Propheta, da CrowdStrike.

Em 12 de março, por exemplo, quando expirou o prazo de um pedido de resgate, o grupo Dragonforce, especializado em ransomware, publicou na dark web 1,52 TB de arquivos que atribui à FGV (Instauração Getulio Vargas).

A estrutura do material supostamente associado à instituição indica chegada a um servidor interno com pastas de departamentos e diretórios pessoais de funcionários.

Na ocasião, a FGV disse que não havia informação novidade ou relevante sobre a alegado de conquista e vazamento de dados ou teor. Segundo a instituição, o material divulgado em uma rede clandestina da dark web e analisado até agora inclui formulários apócrifos e em branco.

Folha

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