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IA: governos ficam para trás com avanço da tecnologia
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IA: governos ficam para trás com avanço da tecnologia – 29/09/2026 – IA


The New York Times


Ursula von der Leyen, presidente da Percentagem Europeia, reuniu autoridades de cimalha escalão para um encontro reservado nos periferia de Bruxelas neste mês. O objetivo era preparar um exposição que apresentaria as prioridades da União Europeia para o próximo ano, com a lucidez sintético dominando a tarifa.

O novo enviado peculiar para IA na região, Jim Hagemann Snabe, presidente do parecer de governo da gigante industrial alemã Siemens, expôs maneiras pelas quais a Europa poderia obter ganhos econômicos com a tecnologia. Outros manifestaram preocupação com os riscos da IA, segundo duas pessoas informadas sobre o encontro.

Desde a reunião do último dia 4, von der Leyen e seus comissários se perguntam o que fazer para mourejar com essa tecnologia em rápida transformação, disse uma das pessoas. Deveriam intensificar a regulamentação para enfrentar os perigos da IA? Ou isso traria custos econômicos e geopolíticos caso outros países não adotassem medidas também rigorosas?

Eles ainda não chegaram a nenhuma desenlace definitiva, e mais discussões entre líderes europeus estão previstas para leste ano.


Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, em entrevista coletiva em Estrasburgo (França)

–
Yves Herman – 17.set.26/Reuters

“A IA traz consigo um estabilidade entre possibilidades e riscos”, afirmou von der Leyen em exposição no último dia 16. “Sem enfrentar esses riscos, nunca conseguiremos liberar o potencial da IA.”

Versões da reunião na Bélgica estão se repetindo em quase toda segmento, enquanto muitos governos tentam compreender uma tecnologia que rapidamente ultrapassou sua capacidade de reação.

A IA evolui tão depressa que leis aprovadas há dois anos têm efeito restringido, projetos de lei destinados a regulamentar a tecnologia ficam paralisados sem votação, e cúpulas internacionais para discutir o que fazer são rapidamente esquecidas.

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A IA tornou a intervalo entre a formulação de políticas públicas e a tecnologia uma das maiores já vistas, segundo mais de 20 entrevistas com legisladores, especialistas e analistas de políticas públicas. Muitos governos estão divididos entre o libido de aproveitar a IA e o temor de seus riscos.

E ficam ainda mais atolados em disputas nacionais, conhecimento tecnológico restringido, divisões geopolíticas e relutância em permanecer para trás em uma corrida que poderá definir o poder econômico e a segurança pátrio nas próximas décadas.

A pressão por medidas aumenta, sobretudo depois que os líderes da Anthropic, da OpenAI e do Google DeepMind pediram recentemente que o desenvolvimento dos modelos de IA mais avançados fosse desacelerado e que a supervisão governamental fosse reforçada. Pesquisadores descreveram cenários nos quais uma IA capaz de se aprimorar sozinha poderia evadir ao controle humano e promover danos catastróficos.

Os desafios regulatórios ficaram evidentes na semana passada. Em Washington, na última quinta-feira (24), Donald Trump e o líder chinês, Xi Jinping, enfatizaram a influência da IA para seus países, mas não chegaram a um combinação sobre protocolos de segurança.

Estados Unidos e China são os principais desenvolvedores de IA do mundo, o que torna a cooperação entre ambos necessário para a geração de padrões internacionais de segurança; ao mesmo tempo, são concorrentes receosos de conceder ao outro uma vantagem tecnológica.

Na Tertúlia Universal da ONU (Organização das Nações Unidas), muitos líderes mundiais concordaram sobre a urgência de enfrentar os perigos da IA, enquanto Trump afirmou que os EUA rejeitariam “qualquer tentativa de edificar um esquema globalista para controlar” a tecnologia.

Especialistas em segurança alertam que o tempo está se esgotando antes que se dificulte impor supervisão, porque a IA já terá se disseminado amplamente.

“Os governos analisam as questões em escalas de tempo de anos, não de semanas ou meses”, disse Darren Jones, membro do Parlamento britânico que trabalhou com políticas de IA e tecnologia durante o governo do ex-primeiro-ministro Keir Starmer. “Institucionalmente, não estamos estruturados para seguir o ritmo do desenvolvimento.”

A lei que se tornou um alerta

Em 2024, a Europa adotou a primeira legislação abrangente do mundo sobre lucidez sintético. Líderes europeus celebraram a Lei de IA, concebida para impor salvaguardas aos usos mais arriscados da tecnologia, porquê um protótipo de regulamentação.

Sua implementação foi desacelerada por mudanças de prioridades e pelo temor de que pudesse enfraquecer a competitividade da Europa diante dos Estados Unidos e da China. Algumas das regras mais importantes da lei, que disciplinam usos de IA de cimalha risco, foram adiadas.

A Lei de IA foi proposta no início de 2021, 18 meses antes de a OpenAI lançar o ChatGPT, com foco inicialmente em softwares de reconhecimento facial. As regras foram revisadas para abranger novos sistemas de IA de uso universal, mas a tecnologia só ganhou velocidade desde a aprovação da lei, em 2024.

Agora, a fronteira mais avançada da IA assume a forma dos chamados agentes, capazes de agir com pouca supervisão humana. As empresas se preparam para o dia em que a IA poderá fabricar suas próprias versões seguintes.

“Quando a adotamos, nem sequer conseguíamos imaginar o que a IA seria capaz de fazer hoje”, disse Valérie Hayer, integrante do Parlamento Europeu, sobre a Lei de IA em uma entrevista coletiva recente.

O duelo europeu é agravado pelo vestimenta de a região estar detrás dos Estados Unidos e da China em IA. No ano pretérito, somente seis meses posteriormente a aprovação da lei, o presidente francesismo, Emmanuel Macron, afirmou que a Europa arriscava tentar vistoriar uma tecnologia cuja evolução não ajudara a moldar.

Os limites da lei estão se tornando evidentes. Em julho, modelos da OpenAI escaparam de um envolvente restrito de testes e invadiram a startup de IA Hugging Face. Mas, porquê a invasão ocorreu durante uma tempo de testes, o caso ficou em uma espaço nebulosa para a fiscalização. De modo universal, a Lei de IA isenta pesquisas e testes realizados antes do lançamento de um protótipo na Europa.

Gabriele Mazzini, ex-funcionário da Percentagem Europeia que foi um dos principais autores da Lei de IA e renunciou em 2024, disse que a implementação e a fiscalização da lei eram decepcionantes. “Há uma desconexão entre a lei e a veras do que está sendo regulamentado.”

Falta de urgência

A deputada Lori Trahan, democrata de Massachusetts (EUA), disse ter ficado boquiaberta ao ler, em abril, que a Anthropic alertava que seu mais recente protótipo de IA, Mythos, era perigoso demais para o público. A empresa afirmou que a capacidade do protótipo de encontrar vulnerabilidades em softwares poderia provocar um “acerto de contas” na espaço de segurança cibernética.

Durante as votações na Câmara dos Representantes, Trahan atravessou o plenário para compartilhar sua preocupação com o deputado Jay Obernolte, republicano da Califórnia, que tem mestrado em IA. Os dois elaboraram rapidamente um projeto de lei para exigir testes de segurança.

Poucos legisladores compartilhavam da mesma urgência, disse ela. Alguns parlamentares queriam esperar até depois das eleições legislativas de novembro para se concentrar na questão. Outros relutavam em impor limites a um setor que Trump queria manter livre de regulamentação. Em meio à pressão de empresas, os parlamentares divergiram sobre os detalhes, e o projeto foi revisado várias vezes.

Cinco meses depois, o projeto e dezenas de outras propostas relacionadas à segurança e à proteção da IA estão paralisados.

“É profundamente decepcionante”, disse Trahan. “Se o Congresso não seguir o ritmo da IA, os perigos serão ainda maiores do que os de qualquer outra vaga tecnológica que já vivenciamos.”

O deputado Brett Guthrie, republicano do Kentucky e presidente da Percentagem de Força e Negócio da Câmara, afirmou que o Congresso provavelmente não submeteria nenhuma legislação sobre IA a votação antes do próximo ano.

Em uma conferência recente, Guthrie disse não entender porquê os modelos funcionavam e não usar IA com frequência. “Não gostaríamos de fazer um tanto às pressas em uma sessão de término de procuração e terminar errando”, afirmou.



Folha

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