O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, partiu para o ataque contra a Anthropic e a OpenAI e afirmou que porquê elas desenvolveram software de lucidez sintético poderia levar a uma convergência de poder que restringiria o aproximação das pessoas à tecnologia.
Em entrevista ao The New York Times, Zuckerberg afirmou que desenvolver IA de forma rigidamente controlada seria “desistir nossos valores” no desenvolvimento tecnológico americano e sufocaria a inovação.
“Grande secção do exposição de muitos dos outros laboratórios que estão desenvolvendo isso está excessivamente onusto de catastrofismo”, afirmou Zuckerberg. “É preciso possuir uma voz ou várias vozes que tragam realismo a esse debate”.
Para além das declarações, Zuckerberg também escreveu item de opinião para o The Wall Street Journal, afirmando que a história da democracia e da economia mostra que a convergência de poder enforca o potencial humano.
Ele afirmou que a IA criará maior prosperidade, liberdade e saúde e pode levar “a uma novidade era de empoderamento pessoal, na qual os indivídios têm maior liberdade para perseguir interesses e depreender pleno potencial”.
Em outra entrevista, também ao Wall Street Journal, o possuidor do Facebook declarou ver porquê surpreendente “que o exposição daqueles que estão desenvolvendo IA esteja tão pleno de desgraça”, e defende a aceleração do desenvolvimento da tecnologia, não a pausa.
Dario Amodei, CEO da Anthropic, e Sam Altman, CEO da OpenAI, afirmaram que alguns dos principais modelos de IA atuais são perigosos demais para serem compartilhados e desenvolvidos sem controles rígidos. Ambos defendem uma desaceleração no desenvolvimento do recurso.
Mas Microsoft, Nvidia, Google e Meta discordam, argumentando que muitos modelos de IA precisam ser desenvolvidos de forma amplamente oportunidade para que as pessoas possam seguir a tecnologia e produzir novos negócios.
A discordância se intensificou quando avanços em modelos chineses pareceram desgastar a vantagem de Anthropic e OpenAI, levando essas empresas a fazer lobby em Washington contra modelos chineses de código franco.
Na sexta-feira (24), Jensen Huang, CEO da Nvidia, publicou uma missiva apoiando o desenvolvimento de software de código franco, em torno da qual outros no Vale do Silício se mobilizaram. Nesta semana, Huang anunciou uma coalizão para trabalhar em ferramentas de segurança cibernética e de proteção de código franco para IA, com a participação de outras gigantes da tecnologia porquê SpaceX e IBM.
Executivos de tecnologia, incluindo Huang e Altman, estão viajando a Washington nesta semana para apresentar seus argumentos ao governo Trump, que está avaliando porquê mourejar com a questão.
Zuckerberg afirmou ao Financial Times que o governo não deveria bloquear modelos chineses e alertou contra a “tomada regulatória” por laboratórios americanos, que poderia sufocar a concorrência doméstica.
Para o executivo, proibir a IA chinesa de ponta nos EUA não seria “uma solução eficiente”, enquanto Washington prenúncio mirar em laboratórios sob alegações de roubo de propriedade intelectual.
Zuckerberg ressaltou que as empresas norte-americanas deveriam identificar “sistematicamente” gargalos e obstáculos para competir melhor com Pequim. Ambos os países consideram a corrida de IA sátira para a segurança pátrio e a prosperidade.
Porém, o executivo tem argumentado repetidamente que mais pessoas, e não menos, deveriam ter aproximação à tecnologia de IA, uma sátira velada a Amodei e Altman.
Ele disse que tanto a revisão por pares quanto a verificação poderiam ser positivas para a indústria se “feitas muito, com pessoas ponderadas”. No entanto, Zuckerberg alertou que as principais empresas de IA não deveriam ter muita influência.
“Sempre há essa questão de tomada regulatória quando você tem um conjunto de empresas com seus próprios interesses fazendo revisão por pares”, comentou o CEO da Meta ao Financial Times. “Os laboratórios de fronteira… vão querer que um protótipo de código franco tenha sucesso? Acho que tem havido alguns sinais mistos sobre isso”, questionou.
Espera-se que o governo Trump anuncie ainda esta semana uma estrutura voluntária para que desenvolvedores de modelos de IA submetam ferramentas para testes antes do lançamento, em uma tentativa de ampliar a segurança.
O CEO da Anthropic, Dario Amodei, pediu regulamentações de IA mais fortes, enquanto Demis Hassabis, dirigente do Google DeepMind, propôs uma “organização autorregulatória, muito parecida com a Poder Reguladora da Indústria Financeira (FINRA)”, que poderia estabelecer padrões para a indústria.
Amodei, em privado, tem alertado sobre os perigos do “risco de alinhamento”, um problema relacionado à programação da lucidez sintético de forma segura para os humanos.
“Acho que muitas pessoas têm essa noção de que, se você edificar qualquer tipo de IA uno, pode, por meio de alguma forma idealizada de alinhamento, prometer que ela seja caritativo com a humanidade”, disse Zuckerberg na entrevista. “Pessoalmente, sou cético em relação a esse caminho.”
Em vez disso, ele defendeu uma “superinteligência personalizada” para todos, o que significaria configurar bots de IA para atender às necessidades e desejos das pessoas. Uma superpotência de IA mediano “caritativo”, argumentou ele, seria insustentável porque as pessoas têm visões e sistemas de valores diferentes.
“Acho que é literalmente impossível ter uma única superinteligência caritativo que esteja simultaneamente alinhada com todos ao mesmo tempo”, disse Zuckerberg.
Representantes da Anthropic e da OpenAI não responderam imediatamente aos pedidos de glosa solicitados pelo jornal The New York Times. Nesta semana, Altman defendeu a desaceleração do desenvolvimento da IA, afirmou que apoia software de código franco e que está trabalhando com a Lar Branca em formas seguras de estribar o desenvolvimento de IA.
Na segunda-feira (27), Amodei disse que a Anthropic estava focada em “manter chips poderosos longe de mãos autoritárias, impedir a destilação em graduação industrial e exigir testes de segurança de todos os modelos suficientemente capazes, abertos e fechados”.
Na terça-feira, os principais pesquisadores de IA da Anthropic, OpenAI, Meta e Google também assinaram uma missiva oportunidade intitulada “Regulando o Ritmo da Fronteira”, defendendo um esforço internacional para desenvolver ferramentas técnicas e de governança para desacelerar o desenvolvimento de IA por questões de segurança. A OpenAI publicou a missiva nas redes sociais, que conta com mais de 1.000 assinaturas.
A própria filosofia da Meta em relação ao desenvolvimento de IA tem oscilado. Durante anos, a empresa defendeu a IA de código franco e distribuiu seus modelos de IA gratuitamente. Na primavera passada (outono no Brasil), depois permanecer para trás em relação à Anthropic e à OpenAI na corrida da IA, Zuckerberg tomou uma atitude.
Ele investiu US$ 14,3 bilhões (R$ a transmutar) na ScaleAI, uma startup de IA, e contratou seu fundador, Alexandr Wang, para reformular a repartição de IA da Meta, que foi renomeada para Meta Superintelligence Labs. A Meta gastou bilhões para montar uma equipe de pesquisadores de IA de primeira risca em torno de Wang, e eles começaram a desenvolver um protótipo de IA que não era franco, mas fechado.
A mudança deu à Meta o potencial de vender aproximação a novos modelos para gerar mais receita. Neste mês, ela começou a vender aproximação ao seu mais recente protótipo de IA, o Muse Spark, pela primeira vez. A Meta também continua desenvolvendo modelos de código franco.
Zuckerberg há muito acredita que a IA transformará a sociedade de maneiras positivas que ainda não são compreendidas. Neste mês, a Meta lançou uma campanha publicitária pátrio dizendo que investir em ferramentas de IA e disponibilizá-las amplamente significava que a empresa estava “apostando nas pessoas”.
Olhando para a trajetória da tecnologia, ele disse que a democratização das ferramentas tecnológicas tendeu a eventualmente prevalecer. “Acredito que o roda universal da indústria tem sido em direção a mais buraco e a colocar o poder da tecnologia nas mãos de mais pessoas, não de menos”, afirmou.
Zuckerberg recordou o incidente da semana passada —quando um programa da OpenAI escapou do controle humano e hackeou uma startup— para respaldar as suas críticas a quem pretende restringir o aproximação ao recurso.
“Vimos algumas violações de grandes modelos [onde] basicamente a empresa que foi violada não tinha aproximação aos modelos fechados de fronteira porque era restrito… logo eles recorrem a modelos de código franco para emendar os problemas”, comentou.





