Mark Ruffalo recebe apoio de artistas judeus pós polêmica – 01/09/2026 – Ilustrada
O ator Mark Ruffalo recebeu o base público de mais de 170 personalidades judias da indústria do entretenimento, que assinaram uma missiva em sua resguardo em seguida acusações de antissemitismo. Entre os signatários estão Todd Haynes, Hannah Einbinder e Wallace Shawn. O documento afirma que Ruffalo é branco de uma “campanha difamatória” e de acusações consideradas infundadas.
A controvérsia começou em seguida o ator criticar a proposta de fusão entre a Paramount e a Warner. Ruffalo afirmou que a família Ellison, ligada à Oracle e à Paramount, tinha responsabilidade pela situação dos palestinos e mencionou relações da empresa de tecnologia com o Tropa de Israel. A Paramount respondeu acusando o ator de recorrer a “estereótipos antissemitas” em meio a uma disputa empresarial.
As declarações provocaram reações de grupos uma vez que o Simon Wiesenthal Center e o Creative Community for Peace. Um grupo de profissionais do setor também criticou a associação entre a negociação empresarial e questões envolvendo judeus, antissionismo e antissemitismo. Ruffalo rebateu, dizendo que críticas ao governo de Israel, a contratos militares ou a executivos não equivalem a ataques contra judeus.
A novidade missiva sustenta que mostrar conexões entre a guerra em Gaza e os interesses empresariais envolvidos na negociação não constitui antissemitismo. Ilana Glazer afirmou que usar a criminação para silenciar Ruffalo seria perigoso e defendeu o recta de questionar a concentração de poder na indústria de mídia. O ator já havia recebido base do cineasta Kenneth Lonergan, que classificou uma vez que absurda e desonesta a criminação de antissemitismo contra ele e Hannah Einbinder que considerou o ator uma vez que um exemplo de posicionamento político.
Leia a missiva completa:
Somos artistas, escritores, profissionais criativos, líderes religiosos e pensadores judeus que, em resposta à ultrajante campanha de mordacidade contra nosso respeitado colega Mark Ruffalo, temos uma mensagem simples para compartilhar com o mundo: Basta! Basta de instrumentalização falsa e perigosa de acusações de antissemitismo contra aqueles que têm a coragem de mostrar o óbvio: que o ataque ao povo palestino e o ataque às nossas liberdades estão profundamente interligados, e não há zero de antissemita em reconhecer esse indumentária.
A proposta de fusão entre a Paramount e a Warner Bros. Discovery não é uma mera combinação de duas enormes empresas multinacionais. Sim, ela destruirá milhares e milhares de meios de subsistência. Sim, ela consolidará ainda mais o controle oligárquico de nossa mídia (veja-se o desmantelamento da CBS News). Sim, ela sufocará a concorrência e a originalidade na produção e distribuição de filmes e programas de televisão.
Mas fará tudo isso e muito mais uma vez que secção de um projeto maior de dominação impulsionada pela tecnologia — um projeto que Larry Ellison e seus sócios nunca hesitaram em bazofiar, e que eles próprios vincularam explicitamente ao seu base às depredações em curso contra o povo palestino e ao silenciamento dos críticos desses horrores. Todos nós vimos isso em seguida a compra do TikTok intermediada por Trump —uma compra que eles proclamaram claramente ter sido motivada, em grande secção, pelo libido de impulsionar a propaganda pró-Israel. Larry Ellison, pessoalmente —com seus impressionantes US$ 350 milhões em financiamento e promessas de doação ao Tony Blair Institute for Global Change—, tem sido o principal apoiador de Blair à medida que levante assume um papel influente no controle de Gaza por meio do “Juízo de Silêncio” arquitetado por Trump; um território que se tornou um laboratório a firmamento desobstruído para tecnologias de controle e extermínio impulsionadas por IA, uma vez que aquelas celebradas pela ex-CEO da Oracle (e atual membro do juízo da Oracle e da Paramount), Safra Catz.
O caminho da IA para a “WarnerMount” passa por Gaza, e Ellison frequentemente nos deixa simples o mundo orwelliano que ele suplente para nós enquanto consolida o controle sobre o que assistimos e uma vez que assistimos, cônscio de que, enquanto assistimos, ele e seu grupo corrupto estarão sempre nos observando: “Os cidadãos se comportarão da melhor maneira provável porque estamos sempre gravando e relatando.”
Mostrar as conexões cruciais entre o que está acontecendo em Gaza e o que está acontecendo em Hollywood é o oposto exato de antissemitismo. Para nós, essa é a própria origem do obrigação ético judaico. Segundo uma pesquisa recente do Washington Post, 61% dos judeus americanos concordam agora que Israel está cometendo crimes de guerra em Gaza; e quatro em cada dez chegam a concordar que esses crimes equivalem a um genocídio. Será que aqueles que atacam Mark Ruffalo, acusando-o de antissemitismo, acreditam seriamente que todos esses judeus americanos também são antissemitas? Ou que não enxergamos a conexão entre, de um lado, a impunidade criminosa que levou os EUA e Israel a um sinistro sem término e, de outro, as manobras de poder oligárquicas de figuras uma vez que Musk, Ellison, Thiel e outros que trabalham para desmantelar nossa democracia?
No entanto, a virulência e a falsidade das calúnias que dirigem aos seus críticos são prova da crescente fragilidade de sua posição, fundamentada exclusivamente em insinuações. Hoje, cada vez mais pessoas conscientes se unem para proclamar, em cimo e bom som e de forma unânime: acabou o tempo de recorrer a acusações espúrias de antissemitismo — desta vez, em resguardo da guerra, da oligarquia e da dominação pela IA. Esse roteiro desgastado já se esgotou.
Apoiamos com orgulho Mark Ruffalo e todas as pessoas decentes que, denodadamente, se levantam e dizem a verdade ao poder.




