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'Matéria escura' vai além de limites do livro original em
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'Matéria escura' vai além de limites do livro original em 2ª temporada com ajuda de atores: 'Página em branco'

Entrevista: Jennifer Connelly, Joel Edgerton e Alice Braga, de ‘Material escura’
Depois do sucesso ao apropriar o best-seller de mesmo nome, a série “Material escura” chegou à sua segunda temporada – uma vez que o próprio título sugere – no escuro.
Mesmo posteriormente esgotar o livro de Blake Crouch, não havia motivo para desespero. Finalmente, a obra, uma das mais assistidas da plataforma de streaming Apple TV, podia racontar com o próprio Crouch uma vez que seu fundador e showrunner.
“Era uma vez que um território incógnito, uma vez que uma página em branco”, diz o ator Joel Edgerton (“Sonhos de trem”) em entrevista ao g1.
Ao dividir a função de protagonista com a de produtor executivo, o australiano de 52 anos ajudou a estabelecer os rumos dos personagens.
“Nós fomos convidados para essas conversas um pouco mais cedo, e ficamos muito satisfeitos com a estrutura e os planos traçados pelo Blake e que ele e a Jacqueline (Ben-Zekry, esposa e editora do responsável) estão escrevendo. E depois fomos convidados a ajudar a dar cor e alongar detalhes ao nosso relacionamento. Foi muito bom ser protegido nesse processo criativo sem precisar forçar a barra.”
A novidade temporada, dos quais sexto incidente estreia nesta sexta-feira (2), explora o direcção da família do professor de física interpretado por Edgerton, escondida em um universo paralelo para fugir de suas infinitas versões alternativas – multiversos não são fáceis de somar.
“A premissa da segunda temporada, a estrutura dela, eu não tive zero a ver com isso. Isso é coisa do Blake e da Jackie, e eu gostei de ouvir sobre os caminhos que eles queriam seguir”, afirma Jennifer Connelly (“Top Gun: Maverick”), que dá vida à mulher do protagonista.
“Uma vez que produtores executivos, acho que o nosso papel é estar mais presentes nessas conversas sobre uma vez que, uma vez que disse o Joel, nós daríamos corpo a isso, uma vez que preencheríamos essa estrutura básica que eles montaram sobre o que é esse consórcio, o que eles enfrentam e onde vão parar. Portanto, foi uma colaboração muito bacana de fazer secção.”
Joel Edgerton e Jennifer Connelly em cena de ‘Material escura’
Divulgação
A liberdade das amarras do livro faz muito à série. O quinto incidente marca uma boa mudança para a narrativa ao escoltar as repercussões da fuga dos protagonistas para uma das outras versões do professor – e a tranquilidade obtida em um universo onde reencontra sua mãe.
“Eu sinto que essa temporada, o Blake tomou a decisão de fazer uma viagem interna desses personagens, de desvendar uma vez que é que esses personagens vão sobreviver através dessas transformações e o indumento de ninguém mais estar no seu próprio universo e não ter uma vez que voltar para lar, de ter que se apropriar”, fala a brasileira Alice Braga (“Cidade de Deus”).
Tradutor de uma personagem que decide permanecer em uma veras aparentemente perfeita, ela conta que o direcção da psicóloga gerava o maior número de questionamentos dos fãs do livro para o responsável.
“Foi reptante porque muda de certa forma algumas coisas de tom, e foi reptante porque é isso: quando você tira todos os personagens do seu próprio mundo e bota eles um pouco espalhados por tantos universos paralelos e com multiplicações de suas próprias versões, fica muito muito muito confuso e muito dinâmico.”
Jimmi Simpson e Alice Braga em cena de ‘Material escura’
Divulgação
Os momentos que mudaram suas vidas
Com essa narrativa sobre caminhos nunca tomados e infinitas possibilidades, os atores refletiram sobre as obras que mudariam suas carreiras caso não tivessem feito secção.
“‘Réquiem para um sonho’. E teve um filme chamado ‘Paixão maior que a vida’. São mais ou menos da mesma estação. Eu comecei a trabalhar quando era muito novidade. Fiz meu primeiro filme quando tinha 11 anos, e, àquela fundura, estava fazendo mais por outras pessoas”, conta Connelly.
“Esses dois filmes, mais ou menos nessa estação, foram quando começou a ser mais o meu trabalho, e eu comecei a explorar uma vez que isso poderia ser. Acho que eu comecei a trazer mais de mim mesma, de um jeito mais fidedigno, ao meu trabalho. Esses dois filmes foram um verdadeiro ponto de viradela para mim nesse sentido.”
Aos 55 anos, a atriz americana lembra também de “Uma mente rútilo” (2001), quando conheceu o britânico Paul Bettany.
“Eu conheci meu marido lá e construí, você sabe, alguns relacionamentos obviamente importantes.”
Para Edgerton, uma participação pequena fez toda a diferença.
“Ah, acho que foi ‘Star Wars’ para mim. Porque ele realmente construiu a ponte para mim e com certeza me permitiu ir para os EUA da Austrália e fazer essa jornada. Por mais que eu esteja no filme por tão pouco tempo, abriu muitas portas para mim, e me deu a crédito de ir e fazer um tanto que me assustava”, diz o ator, que apareceu rapidamente uma vez que o tio de um horizonte Luke Skywalker em “Star Wars: Incidente II – Ataque dos Clones” (2002).
No caso da brasileira, “Cidade de Deus” (2002) foi além de ser um dos maiores sucessos do cinema vernáculo. O filme de Fernando Meirelles ajudou Braga a resolver de uma vez por todas investir na atuação.
“Eu estava no terceiro colegial quando eu fiz, e eu estava muito na incerteza se eu queria seguir uma curso de atriz ou se eu ia – eu já estudava teatro e tal – trabalhar por trás das câmeras”, afirma ela.
“‘Cidade de Deus’ foi um divisor de águas até porque foi para mim a consumação do quanto eu sou louca por cinema, assim. Eu sempre fui filha de cinéfilos, sempre amei muito cinema, mas estar num set de filmagem uma vez que aquele, com um diretor uma vez que o Fernando Meirelles, que eu admiro profundamente, é uma pessoa que eu adoro, foi muito mágico, muito próprio.”

Fonte G1

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