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Messi se junta a Cristiano entre bilionários do futebol
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Messi se junta a Cristiano entre bilionários do futebol – 23/05/2026 – Esporte

Quando Lionel Messi era juvenil, recebeu uma oferta que mudaria sua vida para integrar as categorias de base do Barcelona. Esboçado de maneira informal em um guardanapo, o contrato incluía uma cláusula pouco convencional: o compromisso de custear o tratamento com hormônio do propagação do jovem jogador.

O Newell’s Old Boys, clube prateado onde ele atuava, havia desistido da despesa por considerá-la uma aposta arriscada demais em um desportista ainda sem comprovação. Para o Barcelona, porém, pode ter sido um dos investimentos mais acertados de sua história: o tratamento deu resultado e a curso de Messi decolou, levando tanto o jogador quanto o clube espanhol ao estrelato internacional.

Fora dos gramados, ele também acaba de depreender outro marco importante: tornou-se um dos raros atletas bilionários do mundo.

Messi, de 38 anos, acumulou mais de US$ 700 milhões (R$ 3,5 bilhões) em salários e bônus desde 2007, segundo estudo da Bloomberg. Considerando impostos, desempenho de mercado e receitas com investimentos e patrocínios, seu patrimônio líquido ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão (R$ 5 bilhões), de entendimento com o Bloomberg Billionaires Índice.

Isso o coloca ao lado do rival de longa data Cristiano Ronaldo —o atacante português que se tornou o primeiro bilionário do futebol posteriormente assinar com o Al-Nassr FC, da Saudi Pro League, em 2023— entre os atletas mais ricos do mundo.

Enquanto a personalidade extravagante de Ronaldo há muito tempo atrai anunciantes de setores que vão de produtos petrolíferos a artigos esportivos, a máquina de marketing de Messi, nos primeiros anos de curso, por vezes teve dificuldade para seguir o nível de seu talento em campo. Mais recentemente, porém —sob a gestão do pai, Jorge— sua trajetória empresarial prosperou.

Um salário milionário pago pelo atual clube, o Inter Miami, supostos acordos de compartilhamento de receitas de TV, investimentos imobiliários e até uma participação em uma rede argentina de restaurantes ajudaram a colocá-lo no seleto grupo dos bilionários.

Isso poderia facilmente ter realizado antes. Muitos observadores da curso de Messi se surpreenderam quando o jogador, recém-saído da conquista da Despensa do Mundo com a Argentina em 2022, recusou um contrato gigantesco de US$ 400 milhões (R$ 2 bilhões) por ano para atuar na Saudi Pro League. Em vez disso, optou por se transferir para o Inter Miami, enquanto Ronaldo assinou, em 2023, seu próprio contrato saudita, medido em mais de US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão) anuais.

“Verba nunca foi um problema para mim, nem um travanca em zero”, disse Messi ao Mundo Deportivo em entrevista naquele ano. “Se fosse por numerário, eu teria ido para a Arábia Saudita ou para outro lugar.”

Historicamente, atletas que acumularam patrimônio de US$ 1 bilhão ou mais chegaram a esse patamar principalmente graças a investimentos. Roger Federer ganhou mais de US$ 130 milhões (R$ 650 milhões) em premiações ao longo da curso, mas um entendimento para comprar uma participação de 3% na obreiro suíça de tênis On, em 2019, tornou-se a principal nascente de sua riqueza posteriormente a disparada das ações da empresa.

Michael Jordan, apesar de ter sido um dos jogadores mais muito pagos da NBA em sua quadra, recebeu menos de US$ 100 milhões (R$ 500 milhões) em salários ao longo da curso. Uma participação no Charlotte Hornets e contratos de patrocínio responderam pela maior segmento de sua riqueza. Nos últimos anos, porém, a possante subida nos salários dos principais atletas —principalmente no futebol— permitiu que as maiores estrelas do esporte acumulassem US$ 1 bilhão ou mais exclusivamente com remuneração esportiva.

O entendimento com o Inter Miami também trouxe benefícios inovadores para Messi, incluindo uma opção incomum de participação societária que lhe dá o recta de comprar uma fatia do clube, que já tem porquê acionista o ex-jogador inglês David Beckham.

Embora não esteja evidente qual participação —se alguma— Messi adquiriu em seu time nos Estados Unidos desde que chegou ao clube, o Inter Miami vem registrando possante valorização. O valor da equipe subiu mais de 20% nos 12 meses até fevereiro, para murado de US$ 1,45 bilhão (R$ 7,3 bilhões), segundo a Sportico. Hoje, é o clube de futebol mais valioso dos Estados Unidos, ocupando a 16ª posição no ranking global, primeiro de equipes porquê o Newcastle United.

Oferta da Apple

A ida de Messi para os Estados Unidos também abriu novas formas inovadoras de remuneração. Durante as negociações iniciais do contrato, a liga de futebol dos Estados Unidos e a Apple discutiram um entendimento de compartilhamento de receitas que permitiria ao jogador receber uma parcela das vendas de novas assinaturas do MLS Season Pass, pacote de streaming da Apple TV+, informou o The Athletic.

Jorge Mas, possuinte do Inter Miami, afirmou que a adesão ao serviço de streaming dobrou nos meses seguintes à chegada do jogador. Em entrevista concedida no início deste ano, Mas indicou que a remuneração anual totalidade de Messi no clube varia entre US$ 70 milhões (R$ 350 milhões) e US$ 80 milhões (R$ 400 milhões), considerando direitos de participação societária e salários porquê desportista.

A Bloomberg não conseguiu verificar de forma independente os detalhes financeiros do entendimento de Messi com a Apple. As tentativas de contato com a família do jogador, por meio de sua assessoria de prelo, não tiveram resposta.

Do ponto de vista estritamente esportivo, a transferência para o Inter Miami foi vista por segmento dos torcedores porquê um passo detrás, seguindo um caminho já percorrido por estrelas veteranas rumo a mercados menos tradicionais do futebol, mas dispostos a remunerar custoso por nomes de prestígio. Antes da mudança, Messi —considerado por muitos o maior jogador de todos os tempos— passou duas temporadas no Paris Saint-Germain, potência do futebol galicismo. Antes disso, liderou o Barcelona em várias conquistas espanholas e europeias. Ele também venceu mais Bolas de Ouro do que qualquer outro desportista.

Mesmo posteriormente se tornar estrela do clube catalão nos anos 2000, levou qualquer tempo até que seus rendimentos realmente disparassem: quando assinou uma renovação contratual em 2009, a prelo espanhola informou que ele ganhava murado de US$ 12 milhões (R$ 60 milhões) por ano. Com a inflação dos salários no futebol, na temporada passada dez jogadores do elenco do Barcelona receberam mais do que isso anualmente, segundo dados da empresa de estudo Capology.

Messi passou mais da metade da vida na Espanha e ainda mantém fortes vínculos com Barcelona, mas raramente concede entrevistas a veículos de prelo fora da Argentina. Venerado em seu país natal, principalmente posteriormente o título da Despensa do Mundo de 2022, enfrentou dificuldades nos primeiros anos de curso, em segmento por sua timidez e também porque muitos torcedores faziam comparações duras com Diego Maradona.

É um tanto com que ainda lida atualmente. Em entrevista a uma plataforma argentina de streaming no início deste ano, descreveu a si mesmo usando uma sentença lugar para alguém socialmente desastrado. Acrescentou que fica incomodado quando seus planos diários mudam e que um de seus passatempos favoritos é testemunhar televisão sozinho em moradia.

Folha

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