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Theatro Municipal: Sustenidos contesta seleção de gestora 23/05/2026
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Theatro Municipal: Sustenidos contesta seleção de gestora – 23/05/2026 – Ilustrada

A vitória prévio do Instituto Baccarelli porquê novo gestor do Multíplice Theatro Municipal pelos próximos cinco anos está sendo contestada pela Sustenidos Organização Social de Cultura, a atual responsável pelo equipamento.

A OS entrou com um recurso, na semana passada, afirmando que o parecer da percentagem avaliadora tem erros de avaliação e falhas metodológicas, pedindo a anulação do concurso e a republicação do solicitação. Já o Baccarelli —também responsável pela primeira sala de concerto dentro de uma favela no Brasil— entrou com um contrarrecurso, na última quarta-feira (20), defendendo o resultado.

O parecer técnico havia sido divulgado no início do mês. O Baccarelli obteve 75,5 pontos, contra 57,5 da Sustenidos Organização Social de Cultura, considerando critérios técnicos, artísticos, administrativos e financeiros das propostas apresentadas.

A percentagem avaliadora foi formada por Leonardo Camargo Oliveira dos Santos, diretor de formação da Instauração Theatro Municipal, Thiago de Almeida Tavares, da diretoria artística da instalação, e Rita de Cássia Ribeiro dos Reis, porquê membro suplente.

Quem lucrar ficará responsável por todo o multíplice, que reúne o Theatro Municipal, a Terreiro das Artes e os corpos artísticos municipais —a Orquestra Sinfônica Municipal, o Balé da Cidade e os corais ligados à Instauração Theatro Municipal.

Procurada por meio de sua assessoria de prensa, a instalação afirma que vai investigar os recursos e dará o veredito final. Na sequência, há a homologação do resultado pela própria instalação, o que deve ocorrer nas próximas semanas.

Um dos principais argumentos do recurso da Sustenidos é que a própria percentagem reconheceu falhas no sistema de pontuação do edital referente à estudo de prestações de contas e gestão eficiente de recursos. Diante disso, a percentagem teria desconsiderado o critério, em vez de anular ou emendar o concurso. Sobre isso, o Baccarelli afirma que a percentagem agiu de forma legítima e clara, já que teria medido as duas concorrentes sob os mesmos critérios e preservado a perpetuidade do processo.

A Sustenidos também afirma que o Baccarelli não tem experiência comprovada em todas as áreas ligadas ao Theatro Municipal —porquê ópera, dança e teatro—, já que seu currículo é mais centrado na música sinfônica e em projetos de instrução. O Baccarelli diz, por sua vez, que o edital não exigia atuação simultânea em todas essas frentes, mas experiência em pelo menos uma delas.

O instituto oferece, há três décadas, as aulas de formação músico para os seus estudantes, em Heliópolis, na zona sul da capital paulista, e é responsável por 12 Centros Educacionais Unificados, os CEUs, e dez escolas municipais de ensino fundamental, em gestão compartilhada com a secretaria de Ensino da cidade.

Na estudo do eixo técnico-artístico, os avaliadores destacaram que a proposta do Baccarelli apresentou conformidade curatorial e variedade estética, embora a instituição tenha sido criticada pela carência de segmento da programação sinfônica detalhada.

Já a Sustenidos perdeu pontos importantes em seguida a percentagem identificar conflitos de agenda entre produções previstas, subutilização da Orquestra Sinfônica Municipal em determinados concertos e mudanças consideradas incoerentes em sua estrutura curatorial.

A Sustenidos e a Prefeitura de São Paulo vivem uma crise que chegou a seu ponto mais crítico no ano pretérito. O atual contrato com a gestora da instalação vai até o final de maio, mas a gestão Nunes já tentava romper o convenção com a Sustenidos desde setembro do ano pretérito.

Nunes tomou a decisão porque a organização social não demitiu um funcionário que compartilhou postagem no Instagram dizendo que o influenciador trumpista Charles Kirk era nazista. O funcionário chegou a ser ausente temporariamente pela OS.

Para críticos, a direção artística da Sustenidos seria orientada por pautas ligadas à esquerda. Vereadores conservadores, aliados a Nunes, se posicionaram contra a administradora, por uma suposta doutrinação ideológica no teatro.

Nesse meio tempo, um músico da Orquestra Sinfônica Municipal foi ausente em seguida ter criticado, na internet, a produção da ópera “Macbeth”, que esteve em edital no ano pretérito. Em suas redes sociais, ele chamou a montagem de “ruína da ópera e da música clássica no TMSP.”

Em 2023, o Tribunal de Contas do Municípiojá havia ratificado por unanimidade uma recomendação de que a Instauração Theatro Municipal realizasse novo edital para a escolha de uma organização social de cultura para gerir o teatro, para a substituição da Sustenidos.

Em dezembro do ano pretérito, porém, o tribunal suspendeu o concurso, em seguida o texto suportar uma série de críticas.

Entre os pontos levantados, estavam a falta de fundamentação técnica para o valor do contrato de R$ 663 milhões, critérios de julgamento “pouco objetivos e metodologicamente inconsistentes” e redução expressiva das metas artísticas sem justificativa técnica.

Folha

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