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O que 'guru' da Copa prevê para Brasil, e qual
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O que ‘guru’ da Copa prevê para Brasil, e qual será campeã – 27/05/2026 – Esporte

Quando o polvo Paul (2008-2010) acertou todos os resultados da seleção alemã na Despensa do Mundo Fifa de futebol masculino de 2010, na África do Sul, o mundo o saudou porquê um verdadeiro oráculo.

Mas o economista teuto Joachim Klement superou Paul com um multíplice padrão de previsão que mantém 100% de acerto nas suas previsões do vencedor mundial, desde a Despensa disputada no Brasil, em 2014.

Se a profecia estatística de Klement se confirmar pela quarta vez, a Holanda irá erguer o troféu de vencedor no Estádio MetLife em Novidade Jersey, nos Estados Unidos, em seguida vencer Portugal na final do torneio, no próximo dia 19 de julho.

Além dos campeões, o padrão do economista teuto mapeia todas as fases do torneio e suas 48 seleções. Para o primeiro mata-mata em seguida a tempo de grupos, por exemplo, ele prevê a guia da Escócia para a seleção da Coreia do Sul.

Na previsão de Klement, o Brasil irá se qualificar em primeiro lugar no seu grupo, perdendo surpreendentemente logo na segunda tempo, para o Japão.

“Provavelmente, uma das maiores zebras da história da Despensa do Mundo”, prevê Joachim Klement.

Segundo o padrão, a Holanda enfrentará a Espanha nas semifinais. E, na outra semifinal, enfrentam-se Inglaterra e Portugal —que terá eliminado a Argentina nas quartas de final.

O economista prevê que Portugal vencerá mais uma vez os ingleses, porquê ocorreu nas quartas de final da Despensa de 2006, na Alemanha. A previsão só não detalha se a decisão ocorrerá novamente nos pênaltis.

Klement é um “pessimista” confesso, que morou por 10 anos no Reino Unificado. Para ele, a pesquisa nunca pretendeu evitar a tristeza de ninguém, nem lucrar numerário em apostas.

Na verdade, ele esperava revelar o contra-senso de tentar prever os resultados.

“Tudo começou porquê um treino para mostrar ao mundo a arrogância dos economistas, que acham que podem prever fatos sobre os quais não têm nenhuma indicação”, explica Klement.

“Agora, isso passou a ser uma prova de porquê, se você tiver sorte várias vezes, as pessoas irão encontrar que você é um guru.”

Sua primeira previsão se tornou verdade em 2014, quando o seu país, a Alemanha, venceu a Despensa do Mundo realizada no Brasil.

Klement imaginou que, refazendo a simulação novamente em 2018, ele poderia provar que aquilo foi uma casualidade. Mas ele acertou novamente sua previsão com a França em 2018 —e, depois, com a Argentina, em 2022.

“Uma vez que eu acertei três vezes seguidas, as pessoas, agora, acham que leste padrão é invencível e que, é simples, eu certamente irei atingir mais uma vez”, ele conta.

É verdade que existem fatores “sistêmicos” conhecidos que determinam, em segmento, o sucesso de cada país na Despensa do Mundo. Eles incluem a população pátrio, a riqueza, o clima e o ranking mundial da Fifa.

Mas a popularidade das previsões quadrienais de Klement cresce a cada acerto. E ele alerta seus leitores a considerar seus resultados com cautela, pois estes fatores contam exclusivamente uma segmento da história.

“Os outros 50% são de sorte”, segundo ele.

“Cada jogo —mormente quando você tem equipes de subida qualidade, com técnicas e habilidade muito similares, jogando entre si— realmente depende da forma naquele dia, de uma decisão da arbitragem, de um pouco de sorte entre aquela esfera que bate na trave ou entra no gol.”

“Leste tipo de coisa é completamente imprevisível”, explica Klement.

Sempre que a Despensa do Mundo se aproxima, o padrão de previsão oferece a Klement uma ótima diversão em relação ao seu trabalho quotidiano.

“Particularmente em 2026, quando temos tantas crises, guerras e coisas acontecendo, é alguma coisa que me faz sentir muito”, ele conta. “E espero que os leitores também se sintam muito e tenham um pouco de distração de tudo de ruim que está acontecendo no mundo.”

Mas, a cada vez que o economista acerta uma previsão, cresce o peso da expectativa.

Klement trabalha porquê estrategista no banco de investimentos Panmure Liberum e recebe consultas dos seus colegas.

Eles querem saber, por exemplo, porquê a lesão do ligamento cruzado anterior, sofrida pelo meio-campista holandês Xavi Simons, do Tottenham, pode influenciar o seu padrão.

Por isso, apesar das suas inúmeras advertências sobre a integridade da previsão, Klement se prepara para o início do torneio, em junho.

“Tenho vários colegas que apostaram na Holanda porque publiquei aquela nota”, ele conta.

“E, se a Holanda for eliminada da Despensa do Mundo, acho que, no dia seguinte, precisarei permanecer trabalhando em moradia.”

Leste texto foi publicado originalmente cá.

Folha

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