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O que saber sobre a Escócia, adversária do Brasil na
Esporte

O que saber sobre a Escócia, adversária do Brasil na Copa – 21/06/2026 – Esporte

Depois de empatar com o Marrocos na partida de estreia e vencer o Haiti por 3 a 0 no jogo desta sexta-feira (19), o Brasil já começa a olhar para seu próximo opoente na Despensa do Mundo 2026: a Escócia.

As seleções se enfrentam nesta quarta-feira (24), às 19h (horário de Brasília), em Miami, em um duelo que revive o confronto que abriu a Despensa do Mundo de 1998, na França, vencido pelos brasileiros por 2 a 1.

Aquela foi também a última participação escocesa em um Mundial. Agora, a Escócia está de volta à principal competição do futebol depois uma privação de 28 anos.

Sob o comando do técnico Steve Clarke, a seleção se classificou para a Despensa com uma campanha consistente, depois liderar seu grupo nas Eliminatórias da Uefa, adiante de Dinamarca, Grécia e Belarus.

Sua estreia no Mundial veio com vitória de 1 a 0 sobre o Haiti, seguida de uma guia contra o Marrocos na segunda rodada, resultados que a colocam em terceiro lugar no grupo C. O Brasil está na liderança.

Confira o que você precisa saber sobre a Escócia, a útima adversária da seleção brasileira na período de grupos.

O que esperar da Escócia

O grande objetivo da Escócia continua sendo, há décadas, conseguir pela primeira vez a período mata-mata de um grande torneio internacional.

A seleção participou de 12 competições desse nível até o início do verão, com um aproveitamento de somente 17% de vitórias em 35 partidas. O último triunfo em uma competição importante aconteceu há 30 anos, na Eurocopa.

No entanto, o formato desta Despensa do Mundo —que inclui uma período eliminatória extra envolvendo 32 seleções—, somado a vitória na estreia contra o Haiti, faz desta, talvez, a melhor oportunidade para quebrar esse histórico negativo.

Em campo, a expectativa é de uma equipe sólida, agressiva e muito organizada, com poderoso espírito coletivo e um elenco que demonstra grande união e identificação interna.

A renovação de contrato do técnico Steve Clarke, assinada em maio, reforçou ainda mais a segurança do projeto às vésperas do Mundial.

Quais são os pontos fortes da Escócia?

Muito do que a Escócia pode fazer nesta Despensa passa pelo meio-campo.

O jogador John McGinn, do Aston Villa, vem de sua melhor temporada em termos de participações diretas em gols pelo clube, enquanto Scott McTominay manteve a boa período que o levou a ser eleito o melhor jogador da Serie A em 2024-25.

Na frente, Lawrence Shankland chega em boa forma e pode ser a solução da equipe para melhorar sua produção ofensiva em jogos de cume nível.

E os pontos fracos?

A seleção não tem muitas opções no elenco e não pode se dar ao luxo de perder jogadores-chave.

O lateral-direito titular Aaron Hickey atuou por somente 92 minutos em clubes desde fevereiro, o que levanta dúvidas sobre sua exigência física. Já no gol, o veterano Craig Gordon, de 43 anos, pode ser o titular.

Outras opções para o gol, Liam Kelly, do Rangers, e Angus Gunn, do Nottingham Forest, não têm sido titulares em seus clubes nesta temporada.

Steve Clarke não utiliza uma risca de cinco defensores em uma partida solene desde a Eurocopa de 2024, mas ele pode retornar a essa formação contra adversários mais fortes, com o lateral do Celtic, Kieran Tierney, atuando porquê zagueiro.

Quais jogadores devemos permanecer de olho

  • John McGinn: Foi um dos destaques do Aston Villa na conquista do primeiro título europeu do clube em 44 anos. Na temporada, somou 10 gols e 7 assistências, o maior número de participações em gols de sua curso.
  • Scott McTominay: O gol de bicicleta de Scott McTominay na partida decisiva das eliminatórias contra a Dinamarca tornou-se tão famoso que foi gravado em uma edição privativo de uma nota de banco escocesa. O melhor jogador da Série A de 2024-25 participou diretamente de 15 gols pela Escócia desde o início de 2023 – seis a mais do que qualquer outro jogador.
  • Lawrence Shankland: Marcou 21 gols a mais do que qualquer outro jogador da liga desde 2022-23. Apesar de nem sempre ser titular da seleção, mantém uma média impressionante de um gol a cada 86 minutos com a camisa da Escócia.

Quem é o técnico da seleção escocesa?

Ocupar três grandes torneios porquê treinador principal é um recorde escocês, e Steve Clarke alcançou esse feito em somente sete anos.

Ele é o primeiro técnico a levar a Escócia a dois Campeonatos Europeus consecutivos e o primeiro a conduzir o país para uma Despensa do Mundo desde Craig Brown em 1998.

Porquê a Escócia se classificou?

A classificação foi conquistada em uma das noites mais marcantes da história recente da seleção.

No dia 18 de novembro, em Hampden Park, a Escócia precisava vencer a Dinamarca —portanto 18 posições supra no ranking da Fifa— para prometer vaga direta na Despensa do Mundo. Uma guia levaria a equipe aos playoffs.

O time respondeu em grande estilo e venceu por 4 a 2, em um jogo que ficou marcado por três golaços: uma bicicleta de Scott McTominay logo aos três minutos, um chuto de longa intervalo de Kieran Tierney nos minutos finais e um gol do meio-campo de Kenny McLean aos 98 minutos, selando a classificação.

O resultado confirmou a presença da Escócia no Mundial pela primeira vez desde 1998.

Um traje interessante sobre a seleção escocesa

Aos 43 anos, o goleiro escocês Craig Gordon pode se tornar o segundo jogador mais velho a disputar uma Despensa do Mundo, depois de Essam El Hadary, que jogou pelo Egito contra a Arábia Saudita aos 45 anos em 2018.

Leste texto foi publicado originalmente cá.

Folha

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