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O que US$ 17,1 bilhões representam para a Meta?
Tecnologia

O que US$ 17,1 bilhões representam para a Meta? – 27/08/2026 – Tec

US$ 17,1 bilhões (R$ 88,4 bilhões); esse foi o montante que a gigante do Vale do Silício concordou em remunerar uma vez que secção de um congraçamento com 47 estados, o Região de Columbia e territórios dos Estados Unidos, em um processo que acusa a empresa de colocar crianças em risco com redes sociais viciantes.

Inicialmente, a Meta pagará US$ 11,66 bilhões (R$ 60,2 bilhões) dos US$ 17,1 bilhões (R$ 88 bilhões) do congraçamento.

Em restauro para pressionar concorrentes, a empresa pagará o valor restante, de US$ 5,3 bilhões (R$ 27,3 bilhões), somente se Snap, TikTok e YouTube, do Google, também concordarem em adotar medidas semelhantes e desembolsarem outros US$ 5,3 bilhões cada.

A quantia é elevada para muitos estados. Mas qual é o peso desse valor para a Meta?

US$ 1,45 trilhão (R$ 7,49 trilhões)

Esse é o valor totalidade de mercado da Meta. A multa de US$ 17,1 bilhões (R$ 88,4 bilhões) equivale sobre 1% desse montante.

US$ 200 bilhões (R$ 1,03 trilhão)

Os quatro estados que processaram a Meta por acusações relacionadas ao vício em redes sociais em um caso que estava em julgamento no Tribunal Distrital do Setentrião da Califórnia, em Oakland, haviam inicialmente pedido tapume de US$ 200 bilhões (R$ 1,03 trilhão) em multas.

US$ 60,8 bilhões (R$ 313,4 bilhões)

Esse foi a receita da Meta no trimestre mais recente. No ano pretérito, a empresa registrou receita totalidade de US$ 200,97 bilhões (R$ 1,04 trilhão)

US$ 18,3 bilhões (R$ 94,2 bilhões)

Esse foi o lucro da Meta no último trimestre. Em todo o ano pretérito, o lucro foi de US$ 60,46 bilhões (R$ 311,4 bilhões).

US$ 2 bilhões (R$ 10,3 bilhões)

Esse foi o valor que a Meta afirmou ter gasto no segundo trimestre para mourejar com desafios jurídicos.

Além do impacto financeiro, o congraçamento prevê mudanças no Facebook e no Instagram, plataformas nas quais qualquer pessoa a partir dos 13 anos pode furar uma conta. A empresa concordou em limitar adolescentes a duas horas diárias nos aplicativos e bloquear involuntariamente seu aproximação entre meia-noite e 6h. Os pais poderão desativar os limites.

A Meta também disse que desativará a exibição da quantidade de curtidas, permitirá que adolescentes optem por não receber um feed personalizado por algoritmos e investirá mais em tecnologia de verificação de idade.

As medidas repercutiram entre os jovens, que costumam ter opiniões conflitantes sobre as plataformas onde passam grande secção do tempo. Pouco mais da metade dos adolescentes afirmou passar pelo menos quatro horas por dia em aplicativos de redes sociais, segundo pesquisa da Gallup realizada em 2023.

Na tarde de quarta-feira (26), enquanto se preparava para ir ao treino de futebol americano do escola, Billy Stern, 16, soube do congraçamento. Ele disse concordar com a premissa dos processos, segundo a qual os aplicativos foram projetados para estimular o uso compulsivo.

“Embora eu tenha usado o Instagram para muitas coisas positivas e ache que ele possa ser usado de forma adequada, acho que há 100% de fundamento na teoria de que eles tentam atingir adolescentes e torná-los viciados”, afirmou Stern, de Montauk, no estado de Novidade York.

Outros jovens também reconhecem essa relação ambígua com as plataformas. Rex Wolpoff, 15, de Weston, Connecticut, disse que é fácil passar horas rolando o Instagram quase sem perceber.

“Você pensa: ‘Uau, uma hora inteira do meu dia simplesmente passou'”, afirmou.

Pesquisas mostram que adolescentes dizem que as redes sociais os ajudam a se sentir mais conectados aos amigos, mas também temem que as plataformas prejudiquem sua saúde mental, sono e produtividade.

Em levantamento do Pew Research Center realizado em 2024, tapume de metade dos adolescentes disse que as redes sociais têm efeito predominantemente negativo sobre pessoas de sua idade. Quarenta e cinco por cento afirmaram passar tempo demais nas plataformas.

As mudanças ocorrem enquanto escolas de todo o país tentam manter fisicamente os jovens longe dos celulares. Embora algumas tenham adotado bolsas de tecido com travas magnéticas, muitos alunos encontraram maneiras de contornar as regras.

Althea Juntunen, 16, de Boulder, Colorado, tentou usar um aplicativo para reduzir o tempo que passava rolando as redes sociais quando precisava dormir. Funcionou “por um tempo”. Ela considerou positivos os novos limites da Meta, mas questionou sua eficiência diante da facilidade com que adolescentes encontram brechas.

“Todo mundo encontra brechas quando quer entrar nas redes sociais”, afirmou.

Folha

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