Lionel Messi é o novo bombeiro das Copas do Mundo.
Com 18 gols anotados em seis Mundiais jogando pela Argentina, o planeta do Inter Miami ultrapassou o Miroslav Klose, emérito em 2016. O teuto marcou 16.
O título de maior goleador em Mundiais da Fifa foi conquistado nesta segunda-feira (22), posteriormente a vitória de 2 a 0 dos argentinos sobre a Áustria.
Foram dois gols anotados pelo camisa 10: aos 38min do primeiro tempo e já nos acréscimos do segundo.
O recorde da artilharia em Copas do Mundo havia sido quebrado pela última vez em 2014, durante o torneio no Brasil.
Kylian Mbappé (16 gols)
O gaulês segue na cola de Messi, na disputa pela artilharia em Mundiais. No jogo desta segunda-feira (22), Kylian Mbappé marcou dois gols contra a seleção do Iraque e já soma quatro nesta edição.
Ele está a dois de igualar o atacante prateado.
Ao término da primeira rodada da tempo de grupos, o gaulês tinha 14 tentos em Copas e estava um detrás de Ronaldo Nazário, denominado Fenômeno, o camisa 9 da seleção brasileira na campanha do pentacampeonato, em 2002.
Diante dos iraquianos, Mbappé balançou a rede duas vezes, uma no primeiro tempo e outra no segundo, depois de a partida precisar ser interrompida devido à poderoso chuva na Filadélfia (EUA).
O placar terminou 3 a 0 para os franceses.
Miroslav Klose (16 gols)
A semifinal entre Brasil e Alemanha ficou marcada pelo 7 a 1 que eliminou a seleção brasileira, no Mineirão. O segundo tento dos alemães foi anotado pelo veterano Klose, que chegou aos 16 gols e superou Ronaldo Fenômeno.
No Mundial de 2014, o atacante teuto só havia marcado antes uma vez, no empate da Alemanha por 2 a 2 com Gana, ainda na tempo de grupos.
Antes disso, deixou sua marca nas Copas de Japão/Coreia (5), Alemanha (5) e África do Sul (4), em 2002, 2006 e 2010, respectivamente.
Klose pendurou as chuteiras dois anos posteriormente o tetracampeonato e atua uma vez que técnico, primeiro do Nuremberg, clube da segunda partilha alemã.
Ronaldo Fenômeno (15 gols)
O camisa 9 da seleção brasileira nas campanhas de 1998, 2002 e 2006 tomou para si o título de bombeiro das Copas depois de marcar contra Gana, nas oitavas de final, na Alemanha.
Os gols representando o Brasil em Mundiais da Fifa foram marcados na França (4), Japão/Coreia (8) e Alemanha (3), em 1998, 2002 e 2006.
Convo cado para a Despensa de 1994 —com a camisa 20 da seleção—, Ronaldo não entrou em campo na campanha do tetracampeonato.
Até o jogo contra Gana, o brasiliano estava empatado em 14 gols com Gerd Müller, de quem tomou o título em solo teuto —assim uma vez que faria Klose oito anos mais tarde, diante da torcida brasileira.
Passaram-se 32 anos até que um jogador batesse a marca de Müller.
Gerd Müller (14 gols)
O “bombardeiro” teuto chegou ao posto de maior goleador dos Mundiais da Fifa em 1974. A edição daquele ano foi sediada na portanto Alemanha Ocidental e vencida pelos donos da moradia.
Os alemães bateram a Holanda de Johan Cruyff por 2 a 1, e o gol da vitória foi de Müller, no Estádio Olímpico de Munique.
Depois interceptação rastejante, o atacante parou a esfera, girou o corpo e balançou a rede holandesa com um pontapé no esquina esquerdo.
Foram quatro gols de Gerd Müller anotados naquela edição e outros dez na Despensa do México, quatro anos antes.
O número saliente de gols em um mesmo torneio, no entanto, não superou o de Just Fontaine —de quem o teuto tomou o posto de maior bombeiro de Copas do Mundo.
Just Fontaine (13 gols)
O bombeiro da primeira edição vencida pelo Brasil não foi, nem de perto, um brasiliano. O título pertenceu ao atacante gaulês Just Fontaine, até hoje o maior goleador em uma única Despensa.
Somados, os gols de Pelé e Helmut Rahn, vice-artilheiros com seis gols cada um, não chegam aos 13 de Fontaine no torneio sediado na Suécia, em 1958.
O gaulês sustentou o título de maior bombeiro universal das Copas do Mundo por 16 anos.
Pelé (12 gols)
O Rei do Futebol é responsável de 12 gols em Mundiais da Fifa. Pelé marcou pelo menos uma vez nas quatro edições que disputou: Suécia (6), Chile, (1) Inglaterra (1) e México (4).
As campanhas de 1962 e 1966, no Chile e na Inglaterra, foram marcadas por lesões que tiraram Pelé ainda nos primeiros jogos.
No ano do bicampeonato, Pelé saiu de campo machucado no empate contra a Tchecoslováquia, pela tempo de grupos, e não voltou a jogar pelo Brasil até a conquista da taça.
Na Inglaterra, ele também sofreu com entradas violentas nos jogos contra Bulgária e Portugal, pela tempo de grupos. A seleção foi eliminada na primeira tempo, com uma vitória e duas derrotas.





