San Fracisco
| The New York Times
A Anthropic, empresa de lucidez sintético por trás do chatbot Claude, está se preparando para furar o capital em uma estreia que poderá avaliá-la em US$ 2 trilhões e se tornar a maior oferta pública inicial de ações da história.
Isso transformaria os sete fundadores da startup de San Francisco —que deixaram a OpenAI para fabricar a Anthropic, em 2021, em seguida divergências com executivos da OpenAI sobre uma vez que a IA deveria ser desenvolvida— nos mais novos bilionários do setor de tecnologia.
Dario Amodei, CEO e co-fundador da Anthropic, durante summit de tecnologia em San Francisco
–
Carlos Barria – 15.set.26/Reuters
Veja quem é quem entre os fundadores da Anthropic:
DARIO AMODEI
Amodei, 43, é o CEO da Anthropic. No último ano, entrou em conflito com o secretário de Resguardo Pete Hegseth por culpa do uso de IA em armas letais autônomas e na vigilância doméstica em volume. Também divergiu de outros líderes do setor de tecnologia sobre se a IA deveria ser compartilhada francamente ou rigidamente controlada.
Em um experiência de 3.800 palavras publicado em setembro, ele defendeu uma desaceleração global do desenvolvimento da IA. Semanas depois, teve um jantar reservado com o presidente Donald Trump e participou de um almoço oferecido pelo presidente a outros líderes da superfície de IA.
Amodei cresceu no Mission District, em San Francisco, com a mana mais novidade, Daniela, que também é fundadora da Anthropic. O pai deles era artesão de pele e morreu quando Dario tinha pouco mais de 20 anos. A mãe gerenciava projetos de reforma de bibliotecas em San Francisco e Berkeley, na Califórnia. Os irmãos estudaram na Lowell High School, em San Francisco.
Amodei estudou física no Instituto de Tecnologia da Califórnia e transferiu-se para a Universidade Stanford, onde concluiu a graduação. Fez doutorado em biofísica e neurociência computacional na Universidade Princeton uma vez que bolsista Hertz.
Posteriormente, retornou à região de San Francisco uma vez que pesquisador de pós-doutorado na Faculdade de Medicina de Stanford, concentrando-se em “tentar aprimorar diagnósticos e tratar o cancro”, disse ele a Ross Douthat, do New York Times, em fevereiro.
Em 2014, Amodei ingressou na chinesa Baidu uma vez que pesquisador, antes de se transferir para o Google e, depois, para a OpenAI, em 2016. Na OpenAI, ocupou cargos uma vez que o de vice-presidente de pesquisa, liderando o desenvolvimento de grandes modelos de linguagem uma vez que o GPT-2 e o GPT-3.
DANIELA AMODEI
Amodei, 39, é a presidente da Anthropic. Ela administra as operações comerciais e a liderança executiva da empresa.
“Dario e eu brigamos e fazemos as pazes há quase 40 anos, porque ele é meu irmão e eu costumava roubar os brinquedos dele”, disse ela na Escola de Pós-Graduação em Gestão de Stanford, em maio. “Por isso, sabemos uma vez que superar conflitos juntos.”
Amodei cursou literatura inglesa na Universidade da Califórnia em Santa Cruz. Trabalhou com desenvolvimento global em Maryland e Uganda, depois na bem-sucedida campanha do democrata Matt Cartwright para uma vaga na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos pela Pensilvânia, em 2012, e na superfície de informação do gabinete dele em Washington.
Em 2013, ela voltou a San Francisco para trabalhar com recrutamento na empresa de pagamentos Stripe, chegando depois ao missão de dirigente de operações de risco. Ingressou na OpenAI em 2018 uma vez que gerente de engenharia, tornando-se posteriormente vice-presidente de recursos humanos e, em 2020, vice-presidente de segurança e políticas.
Seu marido, Holden Karnofsky, foi um dos fundadores do movimento do altruísmo eficiente, no qual filantropos buscam maximizar o impacto positivo de suas doações. Já adultos, os irmãos Amodei chegaram a morar juntos em uma vivenda compartilhada em San Francisco.
JARED KAPLAN
Kaplan, 42, é o diretor científico da Anthropic. Ele ajudou a desenvolver o método da empresa para treinar modelos a termo de alinhá-los a um conjunto de políticas e princípios escritos, chamado IA “constitucional”.
Kaplan estudou na Illinois Mathematics and Science Academy, nos periferia de Chicago. Em um evento de startups no ano pretérito, afirmou que passou a se interessar por física porque sua mãe era escritora de ficção científica.
Estudou física e matemática em Stanford e obteve doutorado em física pela Universidade Harvard. Kaplan conheceu Dario Amodei em meados dos anos 2000, quando dividiram carona para um evento da bolsa Hertz, recebida por ambos durante a pós-graduação.
“Passamos a maior segmento do trajeto de carruagem conversando sobre filantropia”, disse Kaplan em um evento da Instauração Hertz no ano pretérito.
Ele fez pesquisa de pós-doutorado no Laboratório Pátrio do Acelerador SLAC antes de trabalhar uma vez que professor associado na Universidade Johns Hopkins. Ingressou na OpenAI uma vez que consultor de pesquisa em 2019.
SAM MCCANDLISH
McCandlish, 36, é o arquiteto-chefe da Anthropic. Entre outras atribuições, concentra-se no treinamento de modelos em larga graduação. Antes de assumir o missão em outubro, era diretor de tecnologia.
McCandlish estudou matemática e física na Universidade Brandeis, onde obteve mestrado em física. Seu doutorado em Stanford concentrou-se em física teórica e matemática. Mais tarde, trabalhou uma vez que pesquisador de pós-doutorado na Universidade de Boston.
Em 2018, ingressou na OpenAI uma vez que pesquisador na superfície de segurança e integrou a equipe técnica que desenvolveu o GPT-3 e o Codex, uma utensílio de programação e produtividade.
“Nenhum de nós queria fundar uma empresa —somente sentimos que era nosso responsabilidade”, disse ele em uma mesa-redonda com os outros fundadores, publicada no meato da Anthropic no YouTube em 2024.
TOM BROWN
Brown, 39, é o diretor de computação da Anthropic. Ele supervisiona a infraestrutura computacional usada para treinar os modelos de IA da empresa. Protector público da expansão dos centros de dados, ajudou recentemente a liderar negociações com o governo depois que a governo determinou que a empresa suspendesse o aproximação de estrangeiros a seus modelos de IA mais avançados, Fable 5 e Mythos 5.
Ele e Dario Amodei participaram, em setembro, de um almoço na Lar Branca com Trump e outros líderes da superfície para discutir a segurança da IA.
Brown cresceu em San Francisco e obteve os títulos de bacharel e rabino em engenharia pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), onde estudou ciência da computação e ciências cognitivas.
Trabalhou em algumas startups, fundou outras e ingressou na OpenAI em 2016, uma vez que um dos primeiros 20 funcionários. Depois, saiu para trabalhar no Google, mas voltou à OpenAI em 2018 uma vez que líder de engenharia de pesquisa.
Brown morou anteriormente em uma vivenda compartilhada em San Francisco chamada Archive, junto com Amanda Askell, filósofa residente da Anthropic, e Benjamin Mann, que colidera a equipe Labs da empresa, responsável por testar produtos experimentais.
JACK CLARK
Clark, 38, era dirigente de políticas da Anthropic, mas assumiu uma novidade função em março uma vez que dirigente de favor público. Nesse missão, criou o Anthropic Institute, um núcleo interno de estudos devotado aos impactos sociais, econômicos e de segurança da IA.
Ele cresceu em Brighton, na Inglaterra, e estudou na Varndean School, na Varndean College e, depois, na Universidade de East Anglia, onde cursou literatura inglesa e escreveu para o jornal estudantil. Clark portanto trabalhou uma vez que jornalista de tecnologia, escrevendo para o The Register e a Bloomberg.
Quando era jornalista, conheceu Dario Amodei em uma conferência em 2015, afirmou ele na conversa publicada no meato da Anthropic no YouTube.
Clark ingressou na OpenAI em 2016 para comandar as áreas de estratégia e informação e, posteriormente, tornou-se diretor de políticas. Ele escreve um boletim semanal sobre IA chamado Import AI.
CHRISTOPHER OLAH
Olah, 34, lidera as pesquisas de interpretabilidade da Anthropic. Ele trabalha na engenharia reversa de redes neurais artificiais para transformá-las em algoritmos compreensíveis por seres humanos, segundo seu site pessoal.
Em maio, juntou-se ao papa Leão 14 no Vaticano para a apresentação da encíclica do pontífice, que pedia medidas de proteção diante da subida da IA. Durante a apresentação, Olah fez um oração de sete minutos no qual pediu que o mundo examinasse rigorosamente o desenvolvimento da IA e “dissesse aos laboratórios quando estivermos falhando”.
Olah cresceu em Toronto e estudou na escola pessoal Abelard School. Aos 19 anos, foi selecionado uma vez que bolsista da Instauração Thiel e recebeu US$ 100 milénio para iniciar pesquisas independentes sobre estágio de máquina e redes neurais.
Ele trabalhou em uma startup de sentimento 3D e fez estágio no Google antes de ingressar na empresa em tempo integral, em 2015. No Google, sentava-se ao lado de Dario Amodei e também trabalhou com Brown.
Em 2016, Olah cofundou a Distill, uma revista científica sobre estágio de máquina com revisão por pares.
Em 2018, ingressou na OpenAI, onde liderou pesquisas de interpretabilidade para compreender e explicar o funcionamento interno e os processos de tomada de decisão dos sistemas de IA.





