O podcast Crianças Sabidas – Série Trilhinhas Amazônicas, da Radioagência Pátrio, está entre os finalistas do Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Informação em Resguardo do Meio Envolvente e Recta dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais.
O pregão foi feito nesta terça-feira (9) e a solenidade de entrega dos prêmios aos vencedores e reconhecimentos aos finalistas será nesta quinta-feira (11), no Itamaraty, em Brasília (DF).
O podcast concorreu na categoria Iniciativa de instrução midiática envolvendo a proteção do meio envolvente, povos indígenas ou comunidades tradicionais.
Em linguagem alcançável voltada para as crianças, a produção explora a valia da Amazônia porquê reguladora do clima global, destacando a crise climática que já impacta diretamente a região, além de assuntos que estiveram em destaque durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), que foi realizada em Belém (PA) no ano pretérito.
O podcast é fundamentado na série Trilhas Amazônicas, do jornalista Rafael Cardoso e da fotojornalista Tânia Rêgo. O trabalho foi primeiramente ajustado porquê podcast, na série também chamada Trilhas Amazônicas, com sete episódios, e depois ajustado para o selo infantil da Radioagência Pátrio.
Roteiro, apresentação e montagem são de Akemi Nitahara, com edição de Beatriz Arcoverde e participação, na apresentação, de Maria Eduarda Arcoverde, de 10 anos; e de Caetano Faria, de 12 anos.
“Fiquei muito feliz com a indicação porquê finalista. Isso mostra a qualidade do trabalho que fazemos com os podcasts da Radioagência Pátrio. Tanto o tema do prêmio, em resguardo do meio envolvente e dos povos tradicionais e a justa homenagem a Dom e Bruno, porquê a categoria de instrução midiática, se encaixam perfeitamente no que pretendemos inferir com o Crianças Sabidas: um jornalismo público de qualidade e comprometido com a sociedade, em privativo que envolva a puerícia nos grandes temas do país”, comenta Akemi Nitahara.
Para a diretora de Jornalismo da Empresa Brasil de Informação (EBC), a presença da Radioagência Pátrio entre os finalistas do prêmio consolida o papel da notícia pública no debate de temas estratégicos para o país, porquê as agendas socioambientais e a valorização das comunidades tradicionais.
“Esse resultado é fruto direto do compromisso técnico e da sensibilidade das nossas equipes, que conseguem transformar informação de interesse público em conteúdos de supino impacto e relevância social”, avalia a diretora de Jornalismo da EBC, Myrian Pereira. “Mais do que comemorar o reconhecimento, parabenizo os profissionais por garantirem um jornalismo que dá visibilidade e voz às causas que realmente importam para o Brasil”, destaca.
Produções classificadas
Outras produções da EBC foram classificadas no concurso, em aderência aos princípios do edital, que envolvem relevância social e impacto na resguardo de direitos, qualidade técnica e profissional, imposto para o enfrentamento da desinformação e esforço de disseminação de teor íntegro.
Na categoria Iniciativas de fotojornalismo, ilustração, charge, cartum, quadrinhos ou grafite, a fotojornalista Tânia Rego foi classificada com as fotografias de Vilma Savala, rezadeira na Retomada Guapo’y Mirin Tujury; e do também rezador Adilino Gomes. As imagens integram a reportagem Áreas de retomada guarani em MS enfrentam dificuldades e violência, da Filial Brasil.
Na categoria Reportagem audiovisual sobre proteção ao meio envolvente, povos indígenas ou comunidades tradicionais, a EBC foi classificada com duas edições do Caminhos da Reportagem, atração da TV Brasil: Apyterewa, tempo de reocupar, da repórter Ana Passos; e Expedição Ituxi, a Amazônia que sobrevive, da repórter Flávia Grossi.
Na mesma categoria, também foi classificado o teor privativo em formato podcast Identidade Avito, da Rádio Pátrio da Amazônia. Os episódios tiveram produção, entrevistas, roteiro e edição de Nathália Mendes, sonoplastia de Messias Melo e trilha sonora por Marcus Viana.
O programa Tarde Pátrio, da mesma emissora, foi classificado ainda com dois produtos jornalísticos: Quase metade dos indígenas brasileiros não tem chegada à chuva potável, segundo IBGE e O delito organizado e delitos ambientais na Amazônia, ambos com apresentação de Juliana Maya e produção Roberta Timponi.
Sobre o concurso
O Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Informação em Resguardo do Meio Envolvente e Recta dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais é coordenado pela Secretaria de Informação Social da Presidência da República (Secom/PR), por meio da Secretaria de Políticas Digitais (SPDigi).
O Fundo de Direitos Difusos do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) financia o concurso.
Os ministérios dos Povos Indígenas, dos Direitos Humanos e da Cidadania e das Relações Exteriores atuam em parceria na iniciativa. A Organização das Nações Unidas para a Instrução, a Ciência e a Cultura (Unesco) apoia o projeto.
Será talhado o totalidade de R$ 300 milénio para os cinco melhores classificados de cada uma das seis categorias. Os primeiros colocados receberão R$ 30 milénio, enquanto os segundos e terceiros lugares receberão R$ 15 milénio e R$ 5 milénio, respectivamente.
Uma percentagem julgadora especializada avaliou os trabalhos inscritos de congraçamento com os critérios de qualidade técnica, relevância social e impacto da informação, conforme o edital. O grupo de jurados foi constituído por jornalistas renomados, especialistas em meio envolvente, lideranças indígenas e representantes de comunidades tradicionais.
A premiação tem o objetivo de reconhecer trabalhos de jornalismo investigativo, notícia popular e instrução midiática em contextura vernáculo, buscando fortalecer a rede de proteção a comunicadores e defensores de direitos humanos.
O edital foi aportado em um compromisso internacional de reparação, fundamentado no Projecto de Ação para o cumprimento das Medidas Cautelares 449-22, estabelecidas pela Percentagem Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) em resposta aos assassinatos do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, ocorridos em junho de 2022, no Vale do Javari.





