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Tela Brasil: 7 filmes para assistir no streaming 02/06/2026
Celebridades Cultura

Tela Brasil: 7 filmes para assistir no streaming – 02/06/2026 – Cinema


São Paulo


O Governo Federalista inaugurou a Tela Brasil, plataforma pública e gratuita de streaming do audiovisual brasílio, no último sábado (30). Em parceria com a Universidade Federalista de Alagoas (UFAL), a primeira iniciativa federalista da categoria reúne 555 obras nacionais entre curtas, médias e longas-metragens, telefilmes e produções seriadas realizadas de 1910 a 2025.


Cena de ‘O Menino e o Mundo’, animação brasileira indicada ao Oscar em 2016


Filme de Papel/Divulgação

Neste primeiro momento, o streaming está disponível unicamente na versão web com entrada pelo site telabrasil.cultura.gov.br por meio do cadastro realizado no Gov.br. As versões para Android e IOS estarão habilitados até 30 dias depois do lançamento do serviço.

Gratuito e sem anúncios, a seleção principiante aposta na pluralidade de teor, com destaque para cinemas negros, indígenais e regionais, títulos dirigidos por mulheres e filmes voltados para o público infantojuvenil. Ou por outra, há também uma listagem de 19 obras que representaram o Brasil na disputa pelo Oscar, desde “Carandiru”, de Héctor Babenco, até “O Menino e o Mundo”, de ‘de Alé Abreu.

Já figuram entre os mais assistidos “A Hora da Estrela”, ajustado do livro homônimo de Clarice Lispector, “Deus e o Diabo na Terreno do Sol”, do cineasta Glauber Rocha. e “O Que É Isso, Companheiro?”, estrelado por Fernanda Torres e Pedro Cardoso.

Com o tempo, o montão da TV Brasil também integrará a Tela Brasil. Ao todo, mais de 150 títulos da emissora pública serão disponibilizados ao público, incluindo o programa de entrevistas “Sem Exprobação”.

Veja, a seguir, dicas do que testemunhar:



Cena de ‘O Que É Isso, Companheiro?’, um dos filmes disponíveis na plataforma gratuita Tela Brasil


Divulgação

Cinema, Aspirinas e Urubus
Brasil, 2005. Dir.: Marcelo Gomes. Com: João Miguel, Peter Ketnath e Fabiana Pirro. 104 min. 14 anos.
O road movie foca a amizade entre um boche fugitivo da Segunda Guerra Mundial e um sertanejo, que viajam vendendo aspirinas e exibindo sessões de cinema para populações isoladas

Ilhota das Flores
Brasil, 1989. Dir.: Jorge Furtado. 12 min. 12 anos.
O curta acompanha a jornada de um tomate, atravessando animais, lixo, mulheres e crianças

Lixo Inesperado
Brasil 2010. Dir.: Lucy Walker, João Jardim e Karen Harley. 98 min. Livre.
O renomado artista plástico brasílio Vik Muniz vai até Jardim Gramacho, na Baixada Fluminense, considerado o maior aterro sanitário do mundo, para retratar os personagens locais, seus sonhos e suas rotinas diante da dura veras. Indicado ao Oscar de melhor documentário.



Cena de ‘Lixo Extraordinário’, dirigido por Lucy Walker, Karen Harley e João Jardim


Netflix

O Órfão

Brasil, 2018. Dir.: Carolina Markowicz. Com: Kauan Alvarenga, Georgina Castro e Ivo Müller. 16 min. 12 anos.

Jonathas foi adotado, mas logo devolvido ao abrigo por pretexto de seu jeito dissemelhante. Ele lida com o sentimento de repudiação enquanto procura viver sua autenticidade.

O Quatrilho
Brasil, 1995. Dir.: Fábio Barreto. Com: Glória Pires, Patrícia Pillar e Bruno Campos. 97 min. 14 anos.
No Rio Grande do Sul da dez de 1910, dois casais de amigos decidem morar na mesma moradia para sobreviver em uma comunidade rústico composta por imigrantes italianos. A dinâmica entre os quatro se intensifica quando a esposa de um se envolve com o marido da outra e a dupla de amantes decide fugir.

São Paulo, Sociedade Anônima
Brasil, 1965. Dir.: Luiz Sergio Person. Com: Walmor Chagas, Eva Wilma e Darlene Glória. 110 min. 12 anos.
O filme acompanha Carlos, um jovem da classe média que ascende profissionalmente durante a industrialização, mas enfrenta um vazio existencial e insatisfação pessoal.

Tia Ciata
Brasil, 2017. Dir.: Raquel Beatriz, Mariana Campos. 26 min. Livre.
O documentário segue a trajetória de Tia Ciata, figura medial na resistência cultural brasileira. No Rio de Janeiro, ficou marcada por sua liderança comunitária e religiosa, contribuindo para as matrizes afro-brasileiras que influenciaram a formação do país. O legado da ativista é refletido em depoimentos de mulheres negras atuantes em diferentes frentes de combate ao racismo nos dias de hoje.



Folha

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