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Ameaça de Trump a Jimmy Kimmel é teste para a
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Ameaça de Trump a Jimmy Kimmel é teste para a Disney – 29/04/2026 – Ilustrada

Nas seis semanas desde que Josh D’Amaro assumiu a Disney, os contratempos têm sido praticamente ininterruptos.

A OpenAI descontinuou sua utensílio de texto para vídeo, Sora, anulando um harmonia de US$ 1 bilhão com a Disney. Uma grande desenvolvedora de videogames vacilou, obscurecendo uma parceria com a qual a Disney conta para crescer. “The Bachelorette”, da ABC, de propriedade da Disney, implodiu em meio a um escândalo envolvendo sua estrela. Em seguida, D’Amaro anunciou demissões relacionadas a cortes de marketing em toda a empresa.

Mas agora o mais novo CEO de Hollywood foi confrontado com uma emergência genuína, que pode marcar seu procuração: guiar a Disney através de uma crise política com o presidente Donald Trump.

Reguladores federais ordenaram na terça-feira uma revisão de todas as licenças de estações de propriedade da ABC. A Percentagem Federalista de Comunicações (FCC) disse em um documento que a revisão estava ligada a uma investigação sobre as políticas de variedade e inclusão da ABC, mas ela chegou depois que Trump exigiu que a emissora demitisse o apresentador Jimmy Kimmel.

O governo federalista nunca havia ordenado uma revisão tão abrangente das licenças de uma grande rede de televisão, que permitem às empresas transmitir em mercados locais. Se a FCC resolver bloquear a renovação das licenças das estações da ABC, a emissora terá grande recurso nos tribunais.

A Disney provavelmente venceria uma guerra judicial: o padrão legítimo para negar uma renovação de licença é quase intransponível, disseram advogados independentes de mídia. Mas a Disney pode se ver presa em meses, se não anos, de custosas disputas legais com o governo federalista.

“É altamente incomum que um novo CEO receba um teste tão grande tão cedo”, disse Jeffrey Sonnenfeld, presidente do Chief Executive Leadership Institute de Yale, que recentemente publicou um livro sobre o estilo de liderança de Trump. “É um fardo, mas também pode ser extremamente valioso. Josh agora vai ver em quem pode responsabilizar internamente, quem entende uma vez que ele quer operar.”

A Disney possui unicamente oito das mais de 200 estações locais que transmitem a programação da ABC. Mas as estações da Disney são a espinha dorsal da rede porque cobrem os maiores mercados, incluindo Novidade York, Los Angeles, Chicago, Filadélfia, Houston e São Francisco.

A Disney recusou disponibilizar D’Amaro para uma entrevista. Em um expedido, a empresa disse estar “optimista” de que suas estações operavam em “totalidade conformidade” com as regras da FCC.

“Nosso histórico demonstra nossas qualificações contínuas uma vez que licenciados sob a lei de comunicações e a Primeira Emenda”, disse a Disney, acrescentando que estava preparada para se tutelar “através dos canais legais apropriados”.

James P. Gorman, presidente do parecer da Disney, disse em uma conferência na Noruega na terça-feira que estava optimista na capacidade de D’Amaro de conduzir a empresa através da crise.

“Ele é de classe mundial, logo tenho certeza de que estará à fundura da ocasião e fará o que é patente”, disse ele, observando que D’Amaro seria “orientado pelo parecer”.

Antes de se tornar CEO, D’Amaro passou toda sua curso no lado de experiências dos negócios da Disney parques temáticos, resorts, navios de cruzeiro. Logo a situação com Kimmel e Trump é um terreno novo.

Velejar por ela exigirá que D’Amaro se apoie em sua recém-instalada equipe de liderança sênior —notadamente a presidente da Disney, Dana Walden, que desempenhou um papel fundamental em desarmar uma bulha semelhante entre Kimmel e conservadores em setembro.

D’Amaro e Walden eram rivais pelo missão principal, e o parecer da Disney criou uma novidade posição para convencer Walden a permanecer na empresa. Agora os dois precisam compartilhar a mesma trincheira.

D’Amaro precisa unicamente olhar para a história recente de liderança da Disney para ter um exemplo do quanto está em jogo. Logo depois que Bob Chapek assumiu a empresa em 2020, ele entrou em uma acalorada disputa política com o governador da Flórida, Ron DeSantis, sobre uma legislação conhecida uma vez que “Don’t Say Gay”.

A forma uma vez que Chapek lidou com a situação desencadeou uma tempestade política, com figuras de direita atacando a “Disney lacração”. O tópico contribuiu para sua deposição em 2022. Foi aí que Bob Iger saiu da aposentadoria para reassumir o comando da Disney e permaneceu até D’Amaro assumir.

Não há sinais de que a Disney pretenda dispensar Kimmel. Na verdade, o CEO novato enviou a mensagem oposta na segunda-feira.

Mais cedo naquele dia, Trump e a primeira-dama, Melania Trump, disseram que Kimmel deveria ser deposto por uma piada que ele fez no “Jimmy Kimmel Live!” na última quinta-feira. O apresentador fingiu ser o rabi de cerimônias do próximo jantar da Associação de Correspondentes da Mansão Branca e, dirigindo-se a uma falsa Trump, disse que ela tinha o “cintilação” de uma “viúva em expectativa”.

No sábado, o jantar foi cancelado depois que um varão portando armas letais violou a segurança do lado de fora do salão de dança do hotel em Washington onde o evento estava acontecendo. Um suspeito de 31 anos foi réu de tentar trucidar Donald Trump.

Melania Trump disse na segunda-feira que Kimmel “não deveria ter a oportunidade de entrar em nossas casas todas as noites para espalhar ódio”. Mas em vez de tirá-lo do ar ou pressioná-lo a se desculpar, D’Amaro permitiu que o comediante apresentasse seu programa normalmente.

“Foi uma piada muito ligeiro sobre o indumentária de que ele tem quase 80 anos e ela é mais jovem do que ele”, disse Kimmel em seu solilóquio. “Não foi, de forma alguma, um chamado ao homicídio, e eles sabem disso.”

Nos próximos meses, D’Amaro também terá que mourejar com questões que vão muito além do “Jimmy Kimmel Live!”. Alguns analistas questionaram se as operações de televisão da Disney, que incluem várias redes a cabo, fazem sentido na era do streaming.

“Será muito interessante ver uma vez que Josh navega isso — se ele mostra disposição para enfrentar algumas decisões realmente difíceis”, disse Rich Greenfield, fundador da LightShed Partners, uma empresa de pesquisa.

“Espero que isso catalise discussões mais profundas sobre quais ativos são críticos para a Walt Disney Company e quais ativos são secundários. A televisão de late-night não dá moeda para a Disney. Por que eles estão nesse negócio?”

Folha

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