Notícias Favoritas

O seu portal favorito de notícias na Internet

Dream Theater volta ao Brasil para tocar álbum clássico
Celebridades Cultura

Dream Theater volta ao Brasil para tocar álbum clássico – 29/04/2026 – Ilustrada

Ícone do metal progressivo, o Dream Theater volta ao Brasil em maio com uma turnê que revisita diferentes fases da curso. Depois passar pelo país dois anos detrás com os shows de 40 anos, a margem americana inicia a novidade excusão por Porto Satisfeito, no próximo domingo (3), e Curitiba, na terça (5), antes de seguir para outras capitais.

O roteiro inclui ainda apresentações em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, distribuídas ao longo da primeira quinzena do mês.

Os shows terão tapume de três horas de duração e serão centrados em dois momentos distintos da discografia —o recente “Parasomnia”, do ano pretérito, e o clássico “A Change of Seasons”, que completa três décadas, ambos executados na íntegra.

O repertório ainda inclui faixas de outros trabalhos do quinteto. “Será uma celebração de todas as fases de nossa curso”, afirma o baixista John Myung, 59. Segundo ele, a recepção positiva de “Parasomnia” —um álbum conceitual sobre distúrbios do sono— motivou a decisão de levá-lo completo ao palco. O disco alcançou o topo da paragem britânica de rock e metal e chegou à sexta posição na lista americana de álbuns de rock e recíproco.

Myung e o guitarrista John Petrucci são os únicos membros constantes desde a instalação da margem, em 1985. Eles montaram o Dream Theater junto com o baterista Mike Portnoy quando os três eram estudantes da prestigiosa Berklee College of Music, em Boston. Portnoy saiu da margem em 2010 e retornou em 2023. A formação do quinteto se completa com o cantor James LaBrie e o tecladista Jordan Ruddess. “Está sendo muito bom ter Portnoy de volta”, diz Myung. “Os fãs o adoram, e ele é arte fundamental de nossa história”.

Questionado sobre o repertório além de “Parasomnia”, Myung diz: “Não paladar de entregar as surpresas, mas posso expor que vamos tocar também o ‘Images and Words’, músicas do ‘Octavarium’ [LP de 2005] e do ‘Change of Seasons’ [EP lançado em 1995]. Não é fácil lembrar tantas músicas que não tocamos sempre ao vivo, mas ensaiamos muito antes da turnê e agora estamos embalados”.

Myung, Petrucci e Portnoy tinham entre 17 e 18 anos quando ingressaram na Berklee. Myung e Petrucci, amigos de puerícia em Long Island, Novidade York, conheceram Portnoy na instituição. Juntos, formaram uma margem dedicada a interpretar clássicos de Rush e Iron Maiden.

“Nós amávamos o Maiden, mas nossa margem favorita era mesmo o Rush”, diz Myung. “O Rush foi nosso ponto de partida e a margem que realmente nos uniu. Berklee tinha uma estrutura muito lítico, com salas de experimento que ficavam disponíveis para os alunos. Todo dia depois das aulas, de seis da tarde à meia-noite, John, Mike e eu montávamos nosso equipamento numa das salas e tocávamos até cansar. O Dream Theater nasceu ali”. Na verdade, o nome original da margem era Majesty, mas a ameaço de processo judicial por um grupo do mesmo nome fez os amigos mudarem o nome para Dream Theater.

O Majesty decolou e logo os amigos largaram Berklee para se concentrar na margem. “Nosso tempo em Berklee foi fundamental”, diz Myung. “Berklee era um idoso hotel que foi convertido em escola de música, portanto a estrutura era muito boa. Você podia literalmente permanecer no prédio a semana inteira sem precisar transpor. Era uma experiência verdadeiramente imersiva. E foi muito bom ter contato com colegas que curtiam jazz e música de todas as partes do mundo. Isso abriu demais nossas cabeças, começamos a ouvir coisas uma vez que Weather Report [banda de jazz fusion com o saxofonista Wayne Shorter] e isso certamente nos tornou músicos melhores.”

O Dream Theater começou em meados da dezena de 1980, mas estourou comercialmente em 1992 com o lançamento do LP “Images and Words”, em plena explosão do grunge de Nirvana e Pearl Jam e do rock recíproco de Red Hot Chili Peppers e Guns N’ Roses.

“Demos muita sorte de pegar aquela período da indústria músico”, diz Yung. “Era uma era em que bandas de diferentes estilos dividiam o tempo nas rádios, lembro de ouvir ‘Pull Me Under’ [hit do Dream Theater] tocando logo depois de uma música do Nirvana ou do Guns. Aquilo foi incrível e nos mostrou para um público imenso e muito eclético. Não tivemos aquele tipo de sucesso desde portanto, mas nos ajudou muito, foi um período ótimo e nos possibilitou chegar onde estamos hoje.”

Folha

LEAVE A RESPONSE

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *