Com um mês de jogos na América do Setentrião, a Despensa do Mundo de 2026 produziu recordes, porquê os de gols e de viradas, além de partidas marcantes. Há, porém, outro lado do torneio: a deposição de treinadores.
Ao termo das quartas de final, 44 seleções haviam sido eliminadas. Dessas, 14 anunciaram a saída de técnicos que participaram do Mundial. O número representa 29% das participantes do torneio e murado de 32% das equipes que já deixaram a competição.
1. Zlatko Dalic (Croácia)
O técnico croata deixou a seleção posteriormente quase nove anos adiante da equipe. A saída de Zlatko Dalic ocorreu depois da roteiro da Croácia para Portugal na período de 32.
Sob seu comando, os croatas foram vice-campeões da Despensa do Mundo de 2018. Na campanha, eliminaram Dinamarca, Rússia e Inglaterra antes de perderem para a França na final.
2. Roberto Martínez (Portugal)
O comandante da seleção portuguesa, verdugo da Croácia, também deixou o função posteriormente o Mundial. Roberto Martínez não teve o contrato renovado depois da roteiro de Portugal por 1 a 0 para a Espanha nas oitavas de final.
A seleção já anunciou um substituto: Jorge Jesus. O técnico português, com passagens por Braga, Benfica e Sporting, disse ser uma honra assumir o comando da equipe vernáculo.
3. Javier Aguirre (México)
O treinador mexicano também se despediu da seleção posteriormente uma eliminação no Mundial. Javier Aguirre deixou o função depois da roteiro do México por 3 a 2 para a Inglaterra, no Estádio Azteca, pelas oitavas de final.
A Federação Mexicana escolheu o ex-zagueiro Rafa Márquez porquê novo técnico da equipe.
4. Carlos Queiroz (Gana)
O português Carlos Queiroz anunciou a saída do comando de Gana logo posteriormente a eliminação para a Colômbia, por 1 a 0, na período de 32.
Treinador experiente, Queiroz já havia comandado outras seleções em Mundiais: Portugal, em 2010, e Irã, em 2018 e 2022.
5. Jamal Sellami (Jordânia)
Posteriormente levar a Jordânia à Despensa do Mundo pela primeira vez, o técnico marroquino deixou o função com a eliminação da seleção na período de grupos.
Estreante em Mundiais, a equipe encerrou sua participação sem pontuar no Grupo J, que também tinha Argentina, Argélia e Áustria.
6. Sabri Lamouchi e Hervé Renard (Tunísia)
A Tunísia enfrentou Holanda, Japão e Suécia na período de grupos e deixou o Mundial sem pontuar. Além das três derrotas, a campanha ficou marcada por mudanças no comando técnico.
Depois da goleada por 5 a 1 sofrida diante da Suécia na estreia, a Federação Tunisiana de Futebol demitiu Sabri Lamouchi. Para substituí-lo, contratou Hervé Renard, gálico que já havia comandado a Arábia Saudita.
Com a eliminação ainda na primeira período, Renard afirmou estar disponível para novos projetos.
7. Julian Nagelsmann (Alemanha)
A Federação Alemã de Futebol anunciou a deposição de Julian Nagelsmann. O treinador de 38 anos deixou o função posteriormente a eliminação para o Paraguai nos pênaltis, na período de 32.
Jürgen Klopp, que teve passagens marcantes por Liverpool e Borussia Dortmund, é cotado para substituí-lo.
8. Ronald Koeman (Holanda)
Posteriormente mais de três anos no função, o ídolo e ex-jogador Ronald Koeman pediu deposição do comando da seleção holandesa.
A decisão foi tomada depois da eliminação da Holanda na período de 32. A equipe perdeu nos pênaltis para Marrocos, por 3 a 2.
O ex-zagueiro de 63 anos já havia dirigido a “Laranja Mecânica” entre 2018 e 2020.
9. Sebastián Beccacece (Equador)
O Equador chegou ao Mundial de 2026 contornado de expectativa posteriormente terminar as Eliminatórias Sul-Americanas na segunda colocação. No torneio, mas, teve desempenho irregular e caiu diante do México na período de 32.
A saída de Sebastián Beccacece foi anunciada um dia posteriormente a eliminação, apesar do libido do prateado de permanecer no função.
“Não vamos continuar. Gostaria, porque fui feliz. Realmente acho que construímos um vestiário com uma irmandade extraordinária”, afirmou em expedido.
10. Marcelo Bielsa (Uruguai)
Outra campanha decepcionante foi a do Uruguai. A seleção não conseguiu progredir em um grupo que tinha a estreante Cabo Verdejante e a Arábia Saudita, além da Espanha, líder da chave.
A eliminação foi confirmada posteriormente a roteiro para os espanhóis, em partida marcada por uma lacuna do goleiro Muslera.
Com a queda precoce, Marcelo Bielsa deixou o comando da seleção uruguaia.
11. Miroslav Koubek (República Tcheca)
A República Tcheca também se despediu de seu treinador. Miroslav Koubek deixou o função posteriormente pouco mais de seis meses adiante da equipe.
Na Despensa, os tchecos terminaram na lanterna do Grupo A, com um ponto. México e África do Sul avançaram para o mata-mata.
12. Steve Clarke (Escócia)
Integrante do Grupo C, o mesmo do Brasil, a Escócia foi eliminada na primeira período com três pontos.
A queda levou à saída de Steve Clarke, que estava havia seis anos no comando da seleção.
13. Hong Myung-bo (Coreia do Sul)
Hong Myung-bo pediu deposição posteriormente a eliminação da Coreia do Sul na primeira período da Despensa do Mundo.
Na campanha, a seleção asiática venceu a República Tcheca, perdeu para México e África do Sul e não conseguiu progredir à período de 32 porquê uma das oito melhores terceiras colocadas.
14. Pape Thiaw (Senegal)
A Federação Senegalesa de Futebol anunciou a deposição de Pape Thiaw posteriormente a eliminação na período de 32.
Senegal se despediu da Despensa ao perder para a Bélgica por 3 a 2 na prorrogação, posteriormente suportar uma viradela dramática.
Thiaw também enfrentava resistência interna. O meio-campista Pape Gueye chegou a declarar publicamente que não voltaria a atuar sob o comando do treinador.
Sai ou não sai? Hugo Broos (África do Sul)
O técnico da África do Sul, Hugo Broos, afirmou que deixaria a seleção posteriormente a eliminação para o Canadá na período de 32.
“Será que vou continuar porquê técnico, no termo das contas? Não, isso é irreversível. Se precisarem de mim para outra função, talvez na espaço de olheiros, é outra história. Mas o futebol não vai mais fazer secção da minha vida 24 horas por dia”, disse Broos ao site voetbalnieuws.be.
Em expedido, porém, a Associação Sul-Africana de Futebol negou a saída e afirmou que o treinador permanece no função.





