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Copa: Com ingressos a preço recorde, nem Messi lotar arena
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Copa: Com ingressos a preço recorde, nem Messi lotar arena – 13/07/2026 – Esporte

Lionel Messi é talvez a maior atração de todo o esporte no momento. Com ele jogando o que é quase certamente sua última Despensa do Mundo, cada partida pode ser a última no mais prestigiado dos palcos para o capitão prateado de 39 anos.

Mas na vitória da Argentina sobre a Suíça nas quartas de final no sábado (11), no Arrowhead Stadium, em Kansas City, grandes áreas de assentos estavam vazias.

Embora a razão para os lugares vagos em um estádio que comporta 69 milénio torcedores não tenha ficado imediatamente clara, é provável que os altos preços dos ingressos tenham longínquo alguns fãs.

Os assentos nesta Despensa do Mundo foram os mais caros da história do torneio, custando pelo menos três vezes mais do que os da Despensa de 2022, no Qatar, que até logo havia sido a mais face de todas.

Na noite de sábado, caros assentos amarelos no meio do segundo argola do Arrowhead estavam vazios, e mais supra, no terceiro argola, muitos lugares eram ocupados por voluntários da Fifa, identificáveis por seus coletes verde-limão.

Os preços dos ingressos em sites de revenda, incluindo o da própria Fifa, geralmente variavam entre US$ 1.500 (muro de R$ 7.700) e US$ 4.000 (muro de R$ 20.400).

A Fifa não respondeu às perguntas sobre os assentos vazios. Um expedido posteriormente o jogo informou que ingressos para as semifinais do torneio ainda estavam disponíveis na plataforma de vendas da Fifa, que garante à entidade do futebol uma percentagem de 30% sobre cada ingresso revendido.

Antes do início do torneio, no mês pretérito, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, disse que os preços nos jogos na América do Setentrião refletiam as condições do mercado doméstico, principalmente nos Estados Unidos, onde a maioria das partidas foi realizada.

A Fifa também adotou uma estratégia de preços semelhante à usada pela indústria hoteleira e de aviação, na qual os valores flutuam conforme a demanda. No entanto, os preços dos jogos menos populares não tiveram o tipo de redução significativa nas plataformas de venda da Fifa uma vez que ocorreu em sites de terceiros.

A Fifa foi obrigada a enunciar reembolsos em um torneio no ano pretérito, o Mundial de Clubes, também realizado nos Estados Unidos, quando torcedores que haviam pago os preços originais reclamaram dos descontos acentuados.

Nesta Despensa do Mundo, a Fifa às vezes anunciou capacidade máxima, ou próxima disso, mesmo em jogos em que muitos assentos estavam visivelmente vazios.

Os lugares vazios em Kansas City representam uma surpresa maior por justificação do gosto da região por futebol, e particularmente pela Despensa do Mundo.

Nas primeiras 92 partidas do torneio, Kansas City liderou todos os mercados americanos nas medições de audiência da Despensa do Mundo da Fox, com uma participação de 18, o que significa que 18% de todas as televisões locais ligadas no horário de um jogo da Despensa estavam sintonizadas no evento.

Torcedores e políticos acusaram a Fifa de lucrar excessivamente e tirar vantagem de seu monopólio sobre o maior evento do esporte mundial.

Mesmo com alguns ingressos não vendidos, o torneio —o maior de todos os tempos, com 48 seleções disputando 104 jogos, muitos em imensos estádios da NFL— já quebrou recordes de público.

A Fifa espera gerar mais de US$ 3 bilhões (muro de R$ 15,3 bilhões) em vendas de ingressos neste Mundial, mais que o duplo de seu recorde anterior.

Os jogos da Argentina se mostraram alguns dos mais caros, em grande secção por justificação de Messi, do qual nome estava nas costas de quase todas as camisas réplicas usadas por torcedores argentinos na Despensa do Mundo.

Na véspera do jogo das quartas de final em Kansas City, alguns torcedores recorreram a vaquinhas, montando barracas no Mill Creek Park da cidade para vender sanduíches de linguiça ao estilo prateado conhecidos uma vez que choripán, cerveja e até versões piratas do material solene do time.

Charly Botto, do bairro de Paternal, em Buenos Aires, fazia bons negócios vendendo bonés, bandeiras e camisas junto com seu rebento Lionel, estudante de arquitetura. (O jovem de 23 anos não foi batizado em homenagem a Messi, disse Botto.) Ele estimou que havia faturado US$ 2.500 (muro de R$ 12.800) vendendo camisas falsificadas importadas da China.

“Obviamente ajuda a tapar nossos custos”, disse Botto. Com pelo menos mais dois jogos pela frente para a Argentina, seus estoques estavam acabando. O Botto mais jovem disse que restavam exclusivamente quatro ou cinco camisas.

Folha

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