Notícias Favoritas

O seu portal favorito de notícias na Internet

Copa: Como são as seleções da Espanha de 2010 e
Esporte

Copa: Como são as seleções da Espanha de 2010 e 2026 – 18/07/2026 – Esporte

O ano é de 2010. A seleção espanhola, repleta de astros, chegou à final da Despensa do Mundo da África do Sul. Eles saíram vencedores em uma intensa partida contra a Holanda, decidida por um gol de Andrés Iniesta na prorrogação.

Dezesseis anos depois, uma equipe espanhola mais discreta, mas também eficiente, chega a uma novidade final de Despensa do Mundo.

Talvez os nomes não estejam tão na ponta da língua uma vez que em 2010. Mas o plantel atual do técnico Luis de la Fuente está concentrado para igualar a conquista da geração de ouro do país e erguer o troféu de vencedor pela segunda vez neste domingo, 19 de julho, às 16 horas (de Brasília).

Certos paralelos são evidentes.

Um deles é a consistência. Ambas as equipes chegaram à Despensa do Mundo depois de conquistarem a Eurocopa dois anos antes.

Na equipe campeã de 2010, exclusivamente três titulares não haviam disputado a Euro 2008, na Áustria e na Suíça. E exclusivamente dois atletas que entraram jogando na semifinal de terça-feira passada (14) contra a França não fizeram secção da seleção campeã da Europa de 2024, na Alemanha.

O interessante é que o plantel espanhol de 2026 tem idade média mais subida que o grupo selecionado pelo técnico Vicente del Brenha em 2010 (27,8 anos, contra 26,7). Mas eles têm menos experiência no cenário internacional (33 convocações, em média, contra 56).

Até o início da Despensa deste ano, a Espanha não havia vencido uma única partida de mata-mata em Copas do Mundo, desde que ergueu o troféu na África do Sul, 16 anos detrás.

O festejado recorde de 37 jogos sem rota da equipe de De la Fuente, de veste, é impressionante. Ele iguala a melhor marca do mundo, atingida pela Itália, embora não considere uma rota nos pênaltis frente a Portugal, na final da Liga das Nações do ano pretérito.

Esta equipe espanhola é a primeira a passar seis jogos sem suportar gols em uma única Despensa do Mundo.

Mas uma vez que podemos confrontar a seleção espanhola campeã de 2010 com a finalista de 2026?

Goleiro

  • Iker Casillas (2010) x Unai Simón (2026)
  • Idade: 29,1 x 29,1
  • Partidas pela seleção: 110 x 65

Curiosamente, Casillas era exclusivamente 14 dias mais velho que Simón quando disputou a final da Despensa do Mundo de 2010. O lendário goleiro do Real Madrid é o segundo jogador com mais participações pela seleção da Espanha, detrás exclusivamente de Sergio Ramos.

Já Simón é um dos preferidos de De la Fuente. Ele estabeleceu o recorde do goleiro com mais partidas consecutivas em uma Despensa do Mundo sem suportar gols no tempo normal (seis), incluindo um jogo da Despensa do Mundo de 2022, no Sondar.

Laterais

  • Sergio Ramos e Joan Capdevila x Pedro Porro e Marc Cucurella
  • Idade: 24,3 e 32,4 x 26,8 e 28,0
  • Partidas pela seleção: 66 e 51 x 23 e 31

Depois de uma temporada disputada nos seus times ingleses (Tottenham e Chelsea, respectivamente), provavelmente poucas pessoas esperavam que Porro e Cucurella se destacassem nesta Despensa do Mundo. Mas, na verdade, sua qualidade brilhou na América do Setentrião.

Eles têm menos participações na seleção espanhola do que tinham Ramos ou Capdevila, quando disputaram a final de 2010.

O lateral recta Ramos conquistou 28 troféus importantes durante uma curso resplandecente, principalmente no Real Madrid. Já o lateral esquerdo Capdevila conquistou menos títulos, mas suas medalhas da Eurocopa e da Despensa do Mundo são testemunhos do seu trabalho.

Zagueiros centrais

  • Carles Puyol e Gerard Piqué x Pau Cubarsi e Aymeric Laporte
  • Idade: 32,2 e 23,4 x 19,5 e 32,1
  • Partidas pela seleção: 89 e 22 x 19 e 53

O contraste entre o jovem e o veterano, observado na dupla de centrais do Barcelona, Puyol e Piqué, se repetiu no torneio deste ano, com Laporte e Cubarsi.

O conjunto de 2010 levou exclusivamente dois gols na África do Sul. E, até cá, Laporte, ex-jogador do Manchester City, e o jovem Cubarsi, do Barcelona, sofreram exclusivamente um.

Os dois também neutralizaram a prenúncio dos temidos atacantes franceses Kylian Mbappé, Michael Olise e Ousmane Dembélé, na semifinal de terça-feira (14).

Meio-campo

  • Sergio Busquets e Xabi Alonso x Rodri e Fabián Ruiz
  • Idade: 22,0 e 28,6 x 30,1 e 30,3
  • Partidas pela seleção: 19 e 75 x 69 e 49

Busquets, do Barcelona, foi uma revelação da Despensa de 2010, ao lado do robusto Alonso no meio-campo espanhol. Juntos, eles desarmavam as jogadas e ditavam as partidas, adiante da resguardo espanhola.

Na Despensa do Mundo de 2026, seu desempenho foi igualado por Rodri, vencedor da Globo de Ouro de 2024, e Ruiz, duas vezes vencedor da Champions League.

Rodri, do Manchester City, particularmente, tem sido imenso. Ele faz mais passes do que qualquer outro jogador e ocupa o segundo lugar em desarmes.

Xavi Hernández e Andrés Iniesta x Dani Olmo e Alex Baena

  • Idade: 30,5 e 26,2 x 28,2 e 25,0
  • Partidas pela seleção: 93 e 48 x 57 e 23
  • Gols: 8 e 7 x 12 e 3

Mesmo com toda a inquestionável qualidade de Olmo e Baena na Despensa deste ano, Xavi e Iniesta formaram uma das melhores parcerias de meio-campo da história do futebol, quando jogavam juntos pela Espanha e pelo Barcelona.

O escanteio cobrado por Xavi levou ao gol da vitória de Puyol na semifinal contra a Alemanha, na Despensa de 2010. E Iniesta marcou o gol mais famoso da história do futebol espanhol, na final contra a Holanda.

Ataque

David Villa e Pedro x Lamine Yamal e Mikel Oyarzabal

  • Idade: 28,6 e 23 x 19,2 e 29,2
  • Partidas pela seleção: 64 e 7 x 32 e 60
  • Gols: 42 e 1 x 7 e 30

Em um torneio marcado pelos superastros, Lamine Yamal certamente ainda não chegou ao auge, tendo marcado exclusivamente um gol na competição.

Mas o jovem sensação da Espanha ainda lidera sua equipe, ao lado do subestimado Oyarzabal, que marcou em média um gol a cada dois jogos pela seleção do seu país, incluindo seus cinco gols nesta Despensa do Mundo.

Em 2010, Villa também marcou cinco gols e terminou uma vez que bombeiro da Despensa, ao lado do uruguaio Diego Forlán, do holandês Wesley Sneijder e do boche Thomas Müller.

Ele também contou com o suporte do competente Pedro, do Barcelona, um talento emergente com exclusivamente oito participações pela seleção espanhola até portanto, e de Fernando Torres, do Liverpool, que saiu do banco para o campo de jogo.

Folha

LEAVE A RESPONSE

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *