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Copa: Curaçao, pequena ilha caribenha, desafia Alemanha 11/06/2026
Esporte

Copa: Curaçao, pequena ilha caribenha, desafia Alemanha – 11/06/2026 – Esporte

Uma “vaga azul” está a caminho da Despensa do Mundo de futebol –pelo menos é logo que a seleção vernáculo de Curaçao se autodenomina.

E logo no primeiro jogo da tempo de grupos, ela terá pela frente a tetracampeã Alemanha.

O país isolar, que fica 60 quilômetros ao setentrião da Venezuela, no Caribe, causou sensação ao se qualificar pela primeira vez para uma Despensa do Mundo.

Menor participante da história da Despensa

Curaçao é um dos quatro estreantes e o menor participante da história das Copas. A ilhéu caribenha tem tapume de 440 quilômetros quadrados, ou um pouco menos do que a extensão da cidade de Porto Prazenteiro.

Com unicamente tapume de 150 milénio habitantes, fica muito detrás da Islândia, que até logo detinha o recorde de menor população, com 350 milénio habitantes.

A pátria é conhecida principalmente por suas praias paradisíacas e locais de mergulho, além de um licor que leva seu nome. O futebol não está entre as principais atrações do país –o esporte mais popular é o basebol.

Diversos jogadores de basebol famosos vêm de Curaçao. Andruw Jones, que atuou por 17 temporadas na Major League Baseball (MLB), será incluído oriente ano no Hall da Glória do basebol americano.

Futebol não é o esporte vernáculo

O futebol é praticado na ilhéu em três ligas amadoras. Na primeira repartição, chamada Promé Divishon, dez equipes competem entre si. Desde 2025 também existe uma despensa vernáculo.

“No pretérito, o futebol era muito maior cá. Entre as décadas de 1960 e 1980, todo mundo acompanhava”, conta o jornalista esportivo Carl Ruiter, que há 11 anos trabalha em Curaçao.

Naquela era, partidas com ingressos esgotados eram comuns. Hoje os torcedores comparecem principalmente aos jogos da repescagem.

Invicto nas eliminatórias

A classificação para a Despensa do Mundo deu um novo impulso ao futebol na ilhéu. Nos últimos jogos da seleção em moradia, os estádios estavam cheios.

“Isso mostra que toda a pátria realmente torceu junto, queria muito ir à Despensa do Mundo e estribar a seleção”, afirma Ruiter.

O aumento do número de participantes para 48 seleções beneficiou Curaçao. Mesmo assim, a classificação foi um feito: a equipe permaneceu invicta nas eliminatórias.

No termo, bastava um empate contra a Jamaica. Quando os jamaicanos tiveram um pênalti nos acréscimos, com o placar em 0 a 0, toda Curaçao sofreu junto. Porém, devido ao VAR (avaliador de vídeo), a decisão foi anulada, e a equipe garantiu o ponto necessário.

Depois o silvo final, os jogadores choraram de alegria. “Fizemos o impossível tornar-se verosímil”, disse o atacante Kenji Gorré diante das câmeras. “Faltam-me as palavras. Um sonho se tornou verdade.”

Euforia na ilhéu

“Eu estava em Kingston para o jogo”, conta Ruiter, o jornalista, sobre sua experiência na partida final contra a Jamaica. “Não dormimos.”

Na terreno natal, os torcedores dançaram a noite inteira, com fogos de artifício e carreatas. A equipe foi recebida pela torcida no dia seguinte, e a sarau só chegou ao termo depois de 24 horas. “A classificação para a Despensa uniu nosso país”, diz Ruiter.

As pessoas estão orgulhosas de sua equipe. Hoje, ônibus nas cores da “vaga azul” circulam pela ilhéu, e jogadores porquê o capitão Leandro Bacuna se tornaram modelos para jovens que agora também querem jogar futebol.

Quase só jogadores da Holanda

Mas o que explica o sucesso de Curaçao, o 82º disposto no ranking da Fifa? A seleção existe unicamente desde 2011. Isso se explica pela história do país, pois Curaçao foi uma colônia holandesa.

Em 1954, tornou-se secção das Antilhas Holandesas, junto com Aruba e Bonaire, e passou a ser uma pátria dentro do Reino dos Países Baixos. Em 2010, Curaçao tornou-se autônomo, com governo e parlamento próprios e, finalmente, uma seleção própria.

Em janeiro de 2024, o experiente técnico holandês Dick Advocaat assumiu o time e apostou em jogadores holandeses. Isso é verosímil porque Curaçao ainda pertence ao Reino dos Países Baixos, e seus habitantes possuem passaporte holandês.

O meio-campista Tahith Chong é um dos poucos jogadores nascidos em Curaçao. A maioria dos outros nasceu na Holanda, e muitos foram formados na Europa e também atuam lá.

Para poder simbolizar o país, os pais ou avós dos jogadores precisam ter nascido na ilhéu.

Poucas semanas antes da Despensa, o drama se instalou na ilhéu caribenha. Em fevereiro, o técnico Advocaat anunciou sua repúdio devido à grave doença de sua filha.

Seu sucessor foi Fred Rutten, ex-treinador do Schalke e do PSV Eindhoven. Sob o novo comando, a equipe perdeu os dois primeiros jogos.

Em maio, veio a reviravolta: Advocaat voltou a estar disponível, e Rutten pediu destituição. De concordância com a prelo, jogadores e patrocinadores teriam pressionado pelo retorno de Advocaat.

Aos 78 anos, ele será o técnico mais velho da história das Copas. Sobre as circunstâncias de seu retorno, no entanto, o treinador preferiu não se pronunciar. “Temos de olhar para a frente.”

A mandamento porquê vantagem

Advocaat diz que é difícil derrotar sua equipe.

O presidente da federação de futebol de Curaçao, Gilbert Martina, declarou em entrevista à escritório de notícias AFP que a vontade de tornar o impossível verosímil é um dos pontos fortes de Curaçao.

E essa mandamento será muito útil, pois a seleção enfrentará, já na tempo de grupos, não só a Alemanha porquê também o Equador e a Costa do Marfim.

Mesmo assim, o objetivo é continuar para a segunda tempo, afirma Martina. “Se entrarmos em campo com a mesma virilidade e atitude que no jogo contra a Jamaica, muita coisa é verosímil.”

Folha

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