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Copa: FolhaStats analisa como jogam os principais craques 28/06/2026
Esporte

Copa: FolhaStats analisa como jogam os principais craques – 28/06/2026 – Esporte

Que eles fazem a diferença em campo, sabemos. Mas porquê jogam os craques da Despensa do Mundo?

Mergulhando em estatísticas, o FolhaStats destrinchou o desempenho de alguns dos principais nomes do torneio: posicionamento, papel na equipe e principais qualidades.

A estudo engloba estatísticas de seis jogadores na primeira tempo do Mundial: Lionel Messi (Argentina), Kylian Mbappé (França), Vinicius Júnior (Brasil), Cristiano Ronaldo (Portugal), Harry Kane (Inglaterra) e Erling Haaland (Noruega).

Os dados são da Opta, plataforma de estatística esportiva, e foram analisados no domingo (28) pela equipe do FolhaStats.

Lionel Messi (Argentina)

O craque prateado é o bombeiro da Despensa até cá, com seis gols em três partidas.

A artilharia não veio à toa: Messi é o jogador que mais finalizou a gol, em média, entre os seis comparados, com 3,4 chutes a cada 45 minutos jogados, na presença de 2,7 de Mbappé, o vice nessa métrica. Também é o único que fez gol de esfera paragem, em cobrança de falta.

Além da eficiência no ataque, Messi é o fio condutor da Argentina no meio de campo: é o que mais tocou na esfera entre os analisados, com 97 passes, e lidera até em desarmes, com quatro. Apesar do domínio da posse de esfera, não tem assistência até cá.

A estudo da segmento física torna os feitos dele ainda mais impressionantes, já que o camisa 10 é o jogador que menos correu entre os seis, percorrendo, em média, 3,8 km a cada 45 minutos jogados. A marca fica muito aquém da média, de 4,6 km por lanço.

Vale ponderar, porém, que até agora o prateado só enfrentou adversários frágeis. Argélia, Áustria e Jordânia não impuseram duelo à atual vencedor do mundo na tempo de grupos, acumulando falhas dos goleiros e de marcação nas três partidas.

O planta de calor do craque mostra sua posição preferida: no meio, principalmente em frente à grande dimensão, onde os companheiros fazem questão de abastecê-lo com a esfera.

Kylian Mbappé (França)

O camisa 10 gaulês é o líder de assistências entre os seis craques, com duas, e tem quatro gols.

Os passes para gol dados por Mbappé marcam um contraste interessante entre ele e Messi: enquanto a Argentina gira em torno de seu camisa 10, a França possui um time mais equilibrado.

Mbappé tem uma responsabilidade grande de armação, sendo o segundo com mais passes entre os analisados (87 toques), e tem opções porquê Dembélé para tocar a esfera e dividir a artilharia da equipe. Já Messi concentra seis dos oito gols da Argentina na competição, sem assistências.

O gaulês foi também o jogador mais eficiente em lançamentos com bolas longas, acertando seis.

Seu planta de calor mostra uma atuação maleável. Ele joga mais pela esquerda do ataque, porém flutua por todo a dimensão adversária. Assim, puxa a marcação e abre espaços para seus companheiros, além de explorar arrancadas nas costas dos zagueiros.

Versátil no ataque, Mbappé tem menos presença no campo de resguardo do que nomes porquê Messi e Harry Kane.

Vinicius Junior (Brasil)

O atacante da seleção brasileira tem quatro gols e uma assistência na Despensa até cá, sendo o jogador do time de Carlo Ancelotti que mais participou de gols no torneio.

Vinicius Junior também é o jogador que mais arriscou dribles entre os analisados, com 22 tentativas, das quais acertou 7. Apesar dos erros, é o jogador que mais concluiu as fintas entre os seis: Mbappé soma quatro dribles, e Messi, três.

Mais do que as fintas, os fatores que definiram o bom desempenho de Vinicius até cá foram a precisão e a velocidade. Ele é o segundo que mais correu, com 28 km percorridos nas três partidas (média de 4,9 km a cada 45 minutos).

Ele simboliza perfeitamente o ataque brasílico: desembaraçado, usa a velocidade para marcar a saída dos adversários e fazer gols em contra-ataque em seguida roubar a esfera. Assim foram construídos os primeiros tentos contra Haiti e Escócia.

Na hora de finalizar, Vini foi preciso: dos 12 chutes que tentou, 4 resultaram em gol (33% de conversão, supra da média de 29% dos seis craques analisados), mostrando que o estigma de mau finalizador que carregava no início da curso está superado.

Ele começou a competição jogando quase só pela esquerda, mas seu planta de calor pendeu um pouco para a direita, principalmente na partida contra a Escócia, quando atuou mais livre pelo ataque.

Cristiano Ronaldo (Portugal)

O craque português ainda não se destacou tanto quanto os adversários analisados cá: fez dois gols, assim porquê outros 22 jogadores nesta Despensa, e não deu assistência.

Dos jogadores analisados, é o que mais minutos jogou: 271, na presença de 266 de Mbappé, o segundo posto.

Mesmo com mais tempo, produziu menos. Seu desempenho em finalização, a melhor instrumento que Cristiano Ronaldo tem neste momento da curso, é ordinário: chutou 13 bolas, das quais 6 foram no gol (46% de precisão, aquém da média de 58% dos seis analisados).

A taxa de conversão em gol é também a mais baixa, com 14% (13 chutes para marcar dois gols).

Na partida contra a República Democrática do Congo, Ronaldo perdeu chances importantes, o que reaqueceu o debate sobre sua titularidade na equipe portuguesa.

Diferentemente do que acontecia em outros momentos da curso, ele agora se posiciona porquê um centroavante fixo na dimensão, pontualmente pegando na esfera fora dela. Assim, participa pouco da construção de jogo.

Dos titulares de Portugal, é o que menos tocou a esfera, com exclusivamente 67 passes. Até o goleiro Diogo Costa tocou mais do que ele, com 75 passes.

Indumento é que, em seguida a partida apagada contra a Colômbia, que fechou a tempo de grupos, perdura a sensação de que Portugal ainda não soube encaixar o craque em sua estratégia, um tanto que os argentinos, com Messi, fizeram de forma eficiente até cá.

Erling Haaland (Noruega)

Mesmo sendo o jogador com menos minutos nesta confrontação, já que foi poupado na partida contra a França, o atacante norueguês divide a vice-artilharia da Despensa com Vinicius Junior, Dembelé e Mbappé, com 4 gols.

Assim porquê Cristiano Ronaldo, Haaland joga mais fixo na dimensão adversária, esperando por oportunidades de fazer o gol.

Se o português toca pouco na esfera, o norueguês participa menos ainda da construção de jogadas, dando exclusivamente cinco passes a cada 45 minutos jogados, muito aquém da média de 12 passes por lanço dos craques analisados.

Messi jogou só 20 minutos a mais que Haaland na tempo de grupos, mas a confrontação do totalidade de passes dos dois é gritante: o prateado tocou 97 vezes, na presença de 20 do norueguês, dos quais ele acertou só 10.

Se a função de Haaland fica restrita ao ataque, ele não deixa a desejar nesse quesito. Tem a melhor precisão de chutes entre os analisados, com 70% dos arremates no fim.

Ao lado de Messi, também é possuinte da melhor taxa de conversão em gols: 40%, ou dois gols a cada cinco chutes.

Harry Kane (Inglaterra)

O inglês, centroavante porquê Haaland e Cristiano Ronaldo, tem um posicionamento dissemelhante dos dois.

Harry Kane circula por quase todo o campo, apesar de permanecer mais concentrado na grande dimensão e em alguns pontos do meio de campo.

Isso faz com que ele seja o jogador que mais correu entre os seis analisados, com 31,9 km percorridos em três jogos e média de 5,4 km a cada 45 minutos.

No seu clube, o Bayern de Munique, Kane labareda a atenção por esse posicionamento fluido: por vezes, recua e joga porquê volante, lançando bolas para os pontas e ajudando na saída da resguardo.

Na seleção, ele vem tentando esse mesmo tipo de jogo, mas sem ter facilidade.

Depois de Haaland, é o jogador que menos passou a esfera entre os seis comparados, com 50 toques, e não tem nenhuma assistência. Assim, ainda não conseguiu desempenhar o papel de atacante construtor que costuma fazer na Alemanha.

Kane também tem finalizado mal: dos 13 chutes que deu, 6 foram no fim (46% de pontaria, a pior, ao lado de CR7). Assim, sua taxa de conversão em gols é de 23%, a segunda mais baixa da confrontação.

Um desses chutes fora do fim saiu no empate sem gols contra Gana, no qual o inglês perdeu uma chance claríssima de terebrar o placar, isolando por cima da meta.

Folha

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