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Copa: México bate Equador e passa para as oitavas; assista
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Copa: México bate Equador e passa para as oitavas; assista – 01/07/2026 – Esporte

Embalado por um Estádio Azteca lotado, o México não teve dificuldades para se qualificar às oitavas de final da Despensa do Mundo ao derrotar o Equador por 2 a 0, nesta terça-feira (30).

A seleção fez prevalecer a força da torcida durante a partida e conquistou uma vitória persuasivo sobre os equatorianos. O Equador, por sua vez, se despede da Despensa posteriormente uma campanha irregular.

Com a vitória, o México se mantém uma vez que uma das seleções com vitórias em todos os jogos da Despensa do Mundo da América do Setentrião até cá. Foram quatro. Aliás, continua entre as que não sofreram gols.

Os mexicanos aguardam o confronto entre Inglaterra e República Democrática do Congo para conhecerem o contendedor das oitavas de final. Ingleses e congoleses entram em campo nesta quarta-feira (1º), às 13h.

A partida desta terça foi atrasada em uma hora em razão do protocolo de tempestade acionado na Cidade do México, sede do confronto.

Foi a segunda vez que a regra foi aplicada nesta Despensa. Antes, o duelo entre França e Iraque, na período de grupos, ficou paralisado por duas horas.

Durante a lanço inicial, o México foi superior, com maior volume de jogo e mais objetividade. A equipe começou pressionando o Equador, com as principais jogadas saindo pelo lado recta do ataque mexicano.

Foi por esse setor que, logo no início da partida, Romo cruzou para Raúl Jiménez. O centroavante infiltrou-se em velocidade, subiu mais do que o padroeiro e cabeceou perto da meta de Galíndez.

Aos 21 minutos, o ponta-direita Alvarado disputou a esfera no meio-campo, levou a melhor e lançou Quiñones. O atacante arrancou de antes da risca do meio-campo, evitando o impedimento, avançou sozinho, driblou um zagueiro equatoriano e finalizou possante no esquina recta de Galíndez: 1 a 0.

Aos 30 minutos, o México ampliou. Raúl Jiménez roubou a esfera, tocou para Quiñones, recebeu de volta e finalizou no esquina da meta equatoriana, à esquerda do goleiro, para marcar um belo gol.

O Equador tentava explorar os contra-ataques e encontrar a resguardo mexicana desorganizada. A equipe também apostava nas jogadas individuais.

As principais chances surgiam pela combinação entre Angulo e Hincapié pelo lado esquerdo e pelas arrancadas de Yeboah. Em duas oportunidades, o atacante equatoriano levou transe ao gol mexicano na lanço inicial.

No segundo tempo, Equador se lançou mais ao ataque. O treinador Sebastián Beccacece fez mudanças para pressionar em procura da classificação, uma vez que substituir o zagueiro Ordóñez pelo lado Medina. Ainda assim, o time mexicano foi superior.

Os equatorianos sofriam com um de seus principais problemas no Mundial: a falta de precisão. Antes da partida desta terça-feira, o time havia finalizado 46 vezes no torneio, mas convertido somente 4% das tentativas em gol.

Antes do jogo rematar, aos 49 minutos do segundo tempo, o lateral Hincapié foi expulso por revestir a boca com a mão. O protocolo já havia sido ativado na partida entre Paraguai e Turquia, pela período de grupos do Mundial. Pela novidade regra da Fifa, essa ação é proibida e punida com o cartão vermelho.

O Equador teve uma período de grupos vacilante, empatando com Curaçao, perdendo da Costa do Marfim e ganhando da Alemanha.

O desempenho contrariou a expectativa criada antes do início do torneio. Nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Despensa, a seleção terminou detrás somente da Argentina na tábua de classificação.

O México, por outro lado, se classificou uma vez que líder do Grupo A, com 9 pontos. Unicamente França —que venceu a Suécia mais cedo nesta terça— e, eventualmente, a Argentina, caso avance com vitória na período de 32 equipes, podem igualar a campanha perfeita.

A seleção também manteve outra marca: a marca intacta. Até cá, o goleiro Tala Rangel não sofreu gol. A Espanha, que ainda enfrenta a Áustria na período de 32 equipes, pode inferir o mesmo feito.

Com a classificação, os mexicanos voltam a figurar entre as 16 melhores seleções do Mundial. A equipe chegou às oitavas de final na Despensa da Rússia, em 2018, mas foi eliminada pelo Brasil.

Caso avance, o time reeditará as suas melhores campanhas em Copas: em 1970 e 1986, a seleção foi até as quartas de final.

Folha

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