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Dez das casas mais criativas e surpreendentes do Japão
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Dez das casas mais criativas e surpreendentes do Japão – 25/07/2026 – Ilustrada

As residências mais criativas do Japão têm graduação modesta, mas propósitos ambiciosos. Os arquitetos do país oferecem “o pensamento mais preciso e criativo sobre porquê morar na atualidade”, segundo François-Luc Giraldeau, editor do livro “A House in Japan: Lessons in Living”, ainda sem publicação no Brasil.

“Isso é importante atualmente porque grande segmento do mundo lida com as mesmas questões que o Japão vem enfrentando há décadas”, explica ele. “Uma vez que viver muito, com menos espaço, menos recursos e maior pressão ambiental.”

Existe uma simplicidade enganosa nas melhores casas japonesas. “O que parece minimalista, normalmente, é o resultado de rigorosas decisões sobre proporção, material, luz e marcenaria”, prossegue Giraldeau. “Existe um trabalho enorme por trás do que parece simples.”

“O bom design não é questão de ter mais. É questão de fazer o que já existe funcionar melhor.”

Cá estão 10 casas japonesas selecionadas pela BBC, que refletem essa técnica e criam soluções.

1. Moradia Love2, Tóquio

“De quanto espaço uma pessoa realmente precisa para viver muito?”, pergunta o arquiteto Takeshi Hosaka.

Sua morada é um ninho compacto, que ocupa não mais de 10 metros quadrados de terreno na capital japonesa, Tóquio. Esta construção minúscula é fruto do seu ímpeto para fabricar uma residência com todo o precípuo: banho, música, víveres, estudo e reflexão.

A morada é marcada por duas conchas de concreto gêmeas, altas e curvas, que se abrem para o firmamento. Elas deixam a luz do inverno invadir a residência. Dentro de cada superfície, há um propósito. Prateleiras foram escavadas nas paredes e balcões se estendem para fora. Para Hosaka e sua esposa, a morada engloba uma “infinidade de coisas pequenas”.

2. Moradia Estrutural, Tóquio

Neste projeto, o projecto crédulo ganha um novo significado. Dentro, o espaço é totalmente crédulo, de cima até embaixo.

O escritório IGArchitects eliminou totalmente o concepção de paredes em obséquio de pisos flutuantes, porquê blocos de construção que separam áreas de estar. O parelha que mora cá “aprendeu o ritmo da morada”, conta Giraldeau.

“Com tão pouco espaço nivelado, os arquitetos não têm outra escolha a não ser pensar de forma seccionada, não unicamente plana, para inventar novas formas de movimentação doméstica.”

Relembrando o trabalho do artista M.C. Escher, as placas de piso ficam em diferentes alturas e profundidades, flutuando e se entrelaçando, agindo porquê divisórias, locais de armazenagem e espaço.

As janelas que vão do piso até o teto deixam a luz entrar e telas sutis oferecem privacidade para o banheiro e o quarto de dormir.

3. Minúscula Moradia Subida, Tóquio

“O suficiente pode ser projetado com honra”, segundo Giraldeau. “Volta cá a questão precípuo: de quanto espaço precisamos para viver muito?”

No Poente, maior costuma ser considerado melhor. Mas, no Japão, o design procura formas de viver muito com menos.

E, neste terreno de unicamente 30 metros quadrados, os arquitetos da Kominoru Design desenvolveram uma morada de três andares.

O piso superior tem um terraço no telhado. Dentro, uma banheira fica instalada junto a uma parede em ângulo, enquanto as janelas altas do teto fazem circundar o ar.

As árvores plantadas sobre os beirais em um jardim suspenso no segundo piso transformam inteligentemente um terreno minúsculo em uma bela residência.

4. Moradia dos Gatos, Kamakura

Em um país envelhecido, onde há mais animais domésticos do que crianças, muitas vezes formando uma espécie de família estendida, o arquiteto Tan Yamanouchi projetou uma morada do ponto de vista dos seus dois gatos, acompanhados pela sua esposa e por ele próprio.

A decisão gerou uma residência radical e igualitária.

No meio, fica uma escada em lesma com 23 degraus calculados para atender à passada dos gatos.

Uma vez que ramos de uma árvore, o quarto de dormir, o estúdio, a cozinha, a sala de jantar e o banheiro se destacam das escadas, fornecendo um lar equitativo e recreativo para felinos e humanos.

5. Véu Evidente, Tóquio

Encravado na intersecção entre uma rua importante e uma risco de trem, nascente apartamento exigiu imaginação criativa (um pouco fundamental no design nipónico) para sua idealização, formando um lar relaxante e abrangente.

Ele foi fundamentado no concepção de “engawa”, o espaço de transição entre o lado interno e o extrínseco.

Uma sacada de 40 m² serve de “engawa” e uma lona shoji (tradicional divisória de quartos) de borboletas é elaborada com camadas duplas de tecido translúcido fixadas com canos de aço.

Ela se ajusta à luz e se estende para minorar o luz intenso do verão.

6. Colmado e Moradia na Torre, Tóquio

Relembrando uma rima de tijolos de Lego, esta divertida morada de família está encravada em uma movimentada rua mercantil, em meio às travessas do província de Meguro, em Tóquio.

Projetada pelos arquitetos Onishimaki + Hyakudauki, ela foi construída com uma série de cubos empilhados.

Um incluso (a “palhoça”) se sobressai da torre principal e, graças à sua proximidade com a rua, serve de estúdio ou quarto de hóspedes.

Detrás dele, uma torre de cubos se eleva para formar uma morada de cinco andares.

Uma escada em lesma se ergue do piso térreo, levando até os quartos, uma sala de estar e um quarto de brinquedos no topo. Uma escadaria externa leva a um chuveiro no segundo piso.

7. Apartamento Azul, Tóquio

“Levante apartamento não é uma morada independente sob medida, mas um apartamento 3LDK padrão dos anos 1970 radicalizada”, explica Giraldeau.

A {sigla} LDK significa “estar, jantar e cozinha”, em inglês. Ela descreve o formato em projecto crédulo que se tornou padrão durante a urbanização do Japão posteriormente a Segunda Guerra Mundial. O número indica a quantidade de quartos.

Produzidas em tamanho para uma força de trabalho urbana cada vez maior, estas unidades são onipresentes e, muitas vezes, genéricas.

O estúdio de design Roovice cria individualidade e ordenamento, utilizando cores, concreto aparente, iluminação maleável, armazenagem sob medida e uma filete de piso azul-cobalto.

“O padrão dos interiores japoneses é definido pelo material, não pela cor”, prossegue Giraldeau.

“Cá, a cor é estrutural, não decorativa. Ela organiza o movimento, conecta os quartos e transforma uma unidade padrão em um pouco pessoal.”

8. Moradia com Teto de Membrana, Tóquio

O pensamento inventivo está por trás desta morada cercada por três lados em um bairro densamente povoado de Tóquio.

Ávidos para aumentar a iluminação, os arquitetos Yuko Nagayama & Associados e Shohei Yoshida & Associados olharam para cima, em procura de soluções.

Eles suspenderam um teto de tecido duplo em catenária, formando uma tela shoji.

“A arquitetura tradicional japonesa usava luz difusa”, explica Giraldeau.

Os arquitetos elevaram o tecido para o teto, fornecendo luz, ventilação e isolamento. E com árvores crescendo pelo átrio mais inferior.

9. Moradia Simbiótica, Karuizawa

Fundamentado no kyōsei, o concepção nipónico de simbiose ou sinergia, esta morada, projetada pela READ & Arquitetos, conecta duas construções por meio de um galeria de vidro.

Projetada para um parelha recém-aposentado, ela abriga em um dos lados a sala de estar principal e a suíte máster. O outro lado oferece acomodações para os hóspedes, com a opção de receber um cuidador residente no porvir.

“No Japão, um dos países com a população mais envelhecida do mundo, a arquitetura aprendeu a antecipar o desvelo, em vez de unicamente reagir a ele”, diz Giraldeau.

Encravada no sopé do monte Asama, a morada é rodeada por pinheiros e jardins de pedra vulcânica, combinando com as florestas de Karuizawa, refúgio virente da província de Nagano, visíveis além das janelas.

10. Distorcendo os limites, Kawasaki

Esta morada de família foi reimaginada pelo escritório de arquitetura Taichi Mitsuya & Associados porquê se fosse uma extensão da cidade.

Cuidadosamente integrada ao província de Kawasaki, com suas ruas estreitas e cursos d’chuva, a residência é ensejo para a luz, o ar e o ritmo urbano da vizinhança, mantendo ainda a sensação de privacidade.

Um espaço de nove metros com paredes e teto de vidro e grade de aço traz para o interno da residência o luz similar ao de uma estufa.

Para a família de quatro pessoas que mora cá, divisórias deslizantes separam inteligentemente a vida no lado interno e extrínseco. A segmento de ordinário é uma varanda muito ventilada e a de cima, um jardim no terraço.

Folha

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