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Manchester City recorre de violação de regras financeiras 02/10/2026
Esporte

Manchester City recorre de violação de regras financeiras – 02/10/2026 – Esporte

O Manchester City confirmou nesta sexta-feira (2) que apresentou recurso contra a decisão que considerou o clube culpado de todas as acusações relacionadas a graves violações das regras financeiras da Premier League.

Uma percentagem independente divulgou suas conclusões no início desta semana, e o City tinha até esta sexta-feira para recorrer —pouco antes do meio-dia no horário sítio (8h de Brasília), o líder da Premier League anunciou que havia feito isso.

Nenhuma punição foi definida até o momento, mas o City pode tolerar uma expressiva perda de pontos, receber uma multa ou até mesmo ser expulso da primeira ramificação.

O clube, dez vezes vencedor inglês e que continua negando qualquer irregularidade, afirmou em transmitido: “A posição firme do clube é que, por diversos motivos, o parecer contém claros erros materiais de recta, de princípio e de veste e não oferece segurança jurídica.”

“O clube é singelo das acusações feitas pela Premier League, e existe um conjunto abrangente de provas irrefutáveis que sustenta todas as suas posições relacionadas a leste caso.”

A Premier League divulgou uma atualização, afirmando que “a audiência da percentagem independente de recurso permanecerá privada e secreto até que seja autorizada a publicação do resultado”.

Mais cedo nesta sexta-feira, a Federação Inglesa de Futebol rompeu o silêncio sobre o caso, afirmando que a decisão da percentagem “tem implicações significativas para a integridade do futebol”.

“Estamos analisando cuidadosamente a decisão e suas implicações e tomaremos as medidas cabíveis”, declarou em transmitido a entidade que rege o futebol no país.

Contratos de patrocínio

A percentagem independente considerou o City culpado de mais de 100 violações das regras financeiras da Premier League ao longo de um período de quase uma dez.

Segundo a percentagem, acordos firmados pelo City inflaram artificialmente as receitas e reduziram os custos em mais de £ 900 milhões (US$ 1,2 bilhão) entre 2009 e 2018, período em que o clube conquistou três títulos da Premier League e outros troféus.

A percentagem concluiu que o clube ocultou a verdadeira situação de suas finanças, afirmando que o City violou “de forma significativa os limites de gastos tanto da Premier League quanto da Uefa”.

Diversos veículos de prensa noticiaram que o City alegará, em seu recurso, que importantes contratos de patrocínio foram financiados pelo governo de Abu Dhabi, e não pelos proprietários do clube.

As regras da Premier League não proíbem que entidades estatais patrocinem clubes.

A percentagem concluiu que o City havia firmado acordos comerciais “de frontispício” com vários de seus patrocinadores, porquê secção de um “esquema de financiamento dissimulado”.

Segundo a percentagem, essas empresas só precisavam remunerar uma secção dos respectivos valores de patrocínio, enquanto o restante era financiado pelo Abu Dhabi United Group, proprietário do clube.

A empresa de investimentos privados ADUG, pertencente ao xeique Mansour bin Zayed al-Nahyan, comprou o City em 2008 e transformou o clube, antes um mero coadjuvante, em uma potência dominante.

O xeique Mansour também é vice-presidente, vice-primeiro-ministro e presidente da Namoro Presidencial dos Emirados Árabes Unidos.

Um porta-voz do governo britânico afirmou na quinta-feira que o clube não estava “supra das regras”, em seguida críticas ao primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, por sua postura no caso.

“Porquê o primeiro-ministro deixou simples, a decisão inicial é grave e não pode ter qualquer sugestão de que alguém esteja supra das regras”, disse o porta-voz.

Burnham, ex-prefeito da Grande Manchester, disse à BBC na quarta-feira que não queria que os proprietários emiradenses do clube abandonassem o projeto em decorrência do caso.

O técnico da seleção inglesa, Thomas Tuchel, que conta em seu elenco com os jogadores do City Marc Guehi e Elliott Anderson, afirmou que o objecto domina as conversas na concentração enquanto sua equipe se prepara para enfrentar a Croácia no sábado.

“É simples que os jogadores falam sobre isso, os jogadores do City falam sobre isso, e nós conversamos com eles, mas unicamente brevemente”, disse.

“Eles estão prontos para amanhã; é isso que demonstram em campo e na concentração, mas é simples que se trata de um objecto importante.”

Há especulações de que o City também possa perder títulos, e o clube ainda pode enfrentar uma enxurrada de pedidos de indenização de rivais.

A companhia aérea estatal dos Emirados Árabes Unidos Etihad Airways, principal patrocinadora do City, afirmou no início desta semana que estava considerando tomar medidas legais contra a Premier League.

“A Etihad rejeita categoricamente qualquer constatação, desfecho ou sugestão de que a companhia aérea tenha se envolvido, em qualquer momento, em acordos comerciais impróprios”, declarou um porta-voz da Etihad em transmitido.

Folha

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