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Maroon 5: relembre passagens da banda pelo Brasil 29/05/2026
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Maroon 5: relembre passagens da banda pelo Brasil – 29/05/2026 – Ilustrada

O Maroon 5 já tinha sido anunciado uma vez que atração do próximo Rock in Rio, que acontece em setembro. Mas na última quinta-feira (28) a orquestra anunciou que vai esticar sua passagem pelo Brasil para além do Rio de Janeiro.

O grupo liderado por Adam Levine vai fazer shows em São José do Rio Preto, no interno de São Paulo, em Salvador e também na capital paulista. As apresentações acontecem entre os dias 6 de setembro e 12 de outubro.

Ao termo desta turnê, o Maroon 5 terá feito 28 shows no Brasil desde que pisou no país pela primeira vez. A orquestra americana estreou no país em 2004. Naquele momento, fez unicamente pequenas apresentações promocionais e participou de programas de TV, uma vez que o Caldeirão do Huck, na TV Orbe.

Nessa ocasião, o grupo divulgava o primeiro álbum da curso, “Songs About Jane”, com hits que dominaram o rádio uma vez que “This Love”, “She Will Be Loved” e “Sunday Morning”. A primeira delas foi trilha da romance “Senhora do Orientação” e a segunda, de “Malhação”, solidificando o sucesso da orquestra no Brasil.

Em 2008, eles voltaram já com o segundo disco, “It Won’t Be Soon Before Long”, lançado no ano anterior. Em São Paulo, a orquestra tocou para murado de 6 milénio pessoas na antiga Via Funchal. Levine chegou a tropicar e tombar durante uma performance —ele mesmo brincou sobre o incidente.

O Maroon 5 ainda passou por Rio de Janeiro e Belo Horizonte em 2008, sendo que o show na capital mineira quase foi cancelado. Isso porque o festival de que eles foram uma das atrações, o Pop Rock Brasil, se envolveu em uma disputa judicial com duas rádios concorrentes.

Em 2011, o Maroon 5 tocou no Rock in Rio pela primeira vez, com a turnê do disco “Hands All Over”, de 2010. Eles não estavam escalados a princípio, mas substituíram o rapper Jay-Z, que cancelou seu show no festival carioca. A Folha chamou o grupo de “uma boy band disfarçada de orquestra de rock” e disse que a apresentação foi morna.

O quinteto fez outros nove shows no Brasil entre 2012 e 2016. Primeiro, passaram com a turnê do disco “Overexposed” por Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo. Depois, voltaram com outra excursão, do álbum “V”, dessa vez tocando em Porto Satisfeito, Salvador, Fortaleza, Belo Horizonte, Rio e duas datas na capital paulista.

Em uma das apresentações, no Allianz Parque, o público puxou gritos de xingamento à logo presidente do Brasil, Dilma Rousseff, do PT, que seria afastada do incumbência naquele ano. A sátira na Folha afirmou que o show foi fundeado no carisma do vocalista e teve “um repertório pequeno (unicamente 16 faixas) e manjado” que “pouco destoou do apresentado nas visitas anteriores do grupo ao país”.

O Maroon 5 voltou ao Brasil em 2012, solidificando a glória de tapa-buracos no Rock in Rio. Dissemelhante de 2011, desta vez a orquestra estava escalada para o festival, mas acabou fazendo dois shows em dias seguidos, sendo que o segundo foi substituindo Lady Gaga. O cancelamento da vinda da cantora ao país foi anunciado no dia que ela subiria ao palco.

O primeiro show, disse a Folha, foi “burocrático, pouco imaginativo, absolutamente convencional”. As duas apresentações foram parecidas e, ao termo da segunda, Levine tirou a camiseta estampada com uma imagem da folha da maconha sob o símbolo de proibição. A vestimenta trazia os dizeres “War on Drugs” —ou “guerra às drogas”—, e os fãs foram à loucura quando ele mostrou o corpo.

A orquestra continuou marcando presença no Brasil a cada disco lançado. Veio em 2020, na estação do Carnaval, com o álbum “Red Pill Blues”, de dois anos antes, para shows em São Paulo, Brasília, Recife e Rio de Janeiro. Foram algumas das últimas apresentações no país antes da pandemia de coronavírus. Com o disco “Jordi”, de 2021, o grupo passou por São Paulo e Porto Satisfeito, em 2022.

No ano seguinte, o Maroon 5 voltou a encabeçar um grande festival no país —desta vez na estreia do The Town, evento paulista irmão do Rock in Rio. A Folha descreveu o show uma vez que morno, com lapso nos telões e bulha na plateia, salvo pelo gingado de Levine e pelos hits chiclete.

A última vinda antes da próxima turnê foi no ano pretérito, com uma apresentação intimista em evento de uma marca de cervejas. O grupo trouxe o disco “Love is Like”, que emplacou o hit “Priceless”, com a cantora tailandesa Lisa, e também recebeu críticas negativas da prelo especializada.

O show que a orquestra traz neste ano tem por volta de 21 músicas na setlist, incluindo covers de músicas com participação de Levine uma vez que “Stereo Hearts”, do Gym Class Heroes, e “Heavy”, do tecladista do Maroon 5, PJ Morton. Os hits estão quase todos lá, e a orquestra praticamente não toca músicas do novo álbum —”California” e “Cigarettes” pintaram em algumas apresentações do ano pretérito.

Folha

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