Notícias Favoritas

O seu portal favorito de notícias na Internet

Paramount critica Mark Ruffalo em meio a compra da Warner
Celebridades Cultura

Paramount critica Mark Ruffalo em meio a compra da Warner – 22/08/2026 – Ilustrada

A Paramount criticou duramente uma publicação feita pelo ator Mark Ruffalo nesta sexta-feira (21) no Instagram sobre a iminente compra da Warner Bros. Discovery pela empresa, avaliada em US$ 111 bilhões.

Na publicação, Ruffalo acusa os empresários David e Larry Ellison de “alimentarem algumas das forças mais destrutivas e desumanas do mundo” por meio da Oracle, empresa que entrou na disputa mercantil através de seu cofundador, Larry Ellison.

Um porta-voz da empresa afirmou que a companhia se sente “incomodada quando estereótipos antissemitas são invocados supostamente para resolver uma disputa mercantil. Palavras porquê ‘genocídio’ e ‘apartheid’, aplicadas a uma transação corporativa, não são exclusivamente errada. São um excesso, e banalizam o sofrimento real que essas palavras pretendem descrever. Isso não merece uma resposta na mesma moeda e, para que fique evidente, não toleramos preconceito de qualquer tipo, contra ninguém.”

A Paramount também classificou a publicação de Ruffalo porquê um tropeço ao diálogo. A a empresa afirmou que o post “nos leva a um momento para acalmar os ânimos, não para aumentá-los. Preferimos edificar alguma coisa a nos envolvermos ainda mais em tal retórica. Isso simplesmente expõe a verdadeira motivação de alguns que se opuseram a essa transação. Por outro lado, nosso compromisso com teor de qualidade é equiparado ao nosso compromisso com a corroboração de todas as histórias, de todos os contadores de histórias, sem listas negras, sem exceções para ninguém.”

A publicação de Ruffalo começou com o compartilhamento de um vídeo macróbio de Safra Catz, membro do parecer da Paramount, discutindo tecnologias que a Oracle, companhia americana referência em bancos de dados e servidores na nuvem, utilizou para facilitar o tropa israelense posteriormente os ataques terroristas do dia 7 de outubro de 2023.

No vídeo, gravado em um pintura há alguns anos, Safra Catz, que é israelense, afirma: “há algumas coisas que fizemos que eu realmente não posso revelar para promover a agenda das forças armadas israelenses. Mas temos algumas tecnologias realmente assustadoras na Oracle e queríamos prometer que elas estivessem disponíveis para esse esforço. Digamos exclusivamente isso, ok?”

Em uma publicação seguinte, fazendo referência ao vídeo, Ruffalo incentivou seus seguidores a “verem porquê ela se deleita com o que agora reconhecemos porquê um genocídio, construído sobre um sistema de vexame semelhante ao apartheid, nutrido pela Oracle”, questionando: “De uma das maiores empresas de tecnologia do mundo. Que impulsiona algumas das forças mais destrutivas e desumanas do planeta. Por que Trump levou adiante essa fusão proibido?”

A Oracle foi cofundada pelo bilionário Larry Ellison, pai de David Ellison, que comanda a Paramount e está adiante da tentativa de fusão com a Warner. Larry, junto com a firma de private equity RedBird Capital Partners, se comprometeu a prometer US$ 40 bilhões (R$ 217,39 bilhões) em quantia vivo para a oferta de compra.

A família Ellison é aliada do presidente dos EUA, Donald Trump. A oferta bilionária visa assumir o controle de um conjunto de ativos que inclui a Warner Bros. Pictures, a CNN e o serviço de streaming HBO Max.

Ruffalo foi uma das primeiras figuras de Hollywood a criticar publicamente a proposta de fusão. Além dele, doze estados americanos entraram com uma ação judicial coletiva para impedir a compra. Na ação, os estados alegam que a compra do lendário conglomerado de Hollywood, financiada com recursos petrolíferos do Oriente Médio, reduziria a concorrência na indústria cinematográfica e resultaria na perda de empregos.

Em resposta à ação, apresentada antes da publicação de Ruffalo, a Paramount pediu, em documentos judiciais de segunda-feira (17), que os estados opositores apresentem uma fiança de quase US$ 1,9 bilhão (R$ 9,9 bilhões) para deter eventuais perdas financeiras caso o harmonia seja prorrogado.

Os opositores da operação na indústria do cinema afirmam que a empresa resultante cortaria postos de trabalho em Hollywood e reduziria o número de filmes produzidos a cada ano. Grupos de mídia também temem que a independência editorial da CNN fique sujeita a interferências.

Folha

LEAVE A RESPONSE

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *