Aos 41 anos e depois de ter conquistado tudo com o Flamengo, o brasiliano Filipe Luís, em sua estreia porquê técnico na Europa, conseguiu levar o Monaco à liderança da Ligue 1 francesa: em entrevista, ele revela sua filosofia, suas ambições e seu vício em futebol.
Seu início porquê técnico na França parece idílico.
Estou seduzido com a forma porquê o clube me recebeu, com o envolvente de trabalho, com a organização. Também valorizo a qualidade dos jogadores e a vontade que eles têm de evoluir. Mas implementar minhas ideias é um processo longo. Exijo muitíssimo. Estou gostando deste início. Logo que houve a assimilação, tudo melhorou. Para continuarmos ambiciosos, será preciso trabalhar para melhorar a movimentação sem perder o que já adquirimos.
Pode somar seus princípios?
Sem a esfera, colocar o oponente em uma situação desconfortável por meio da pressão. Ver a equipe no campo oponente implica riscos e exige muita precisão para reger os espaços. Com a esfera, tentar controlar, atacando sistematicamente o oponente. Temos grande margem para evoluir. Ainda estamos longe do que libido. Evoluir vencendo permite que os jogadores acreditem em suas ideias.
Quem influenciou sua maneira de enxergar o futebol?
Certamente me tornei treinador por razão de Simeone (seu técnico no Atlético de Madrid). Ele mudou minha mentalidade, despertou meu interesse pela profissão. Minha filosofia tem alguma coisa dele, de Mourinho, de Jorge Jesus e, no paisagem ofensivo, de Guardiola. Supra de tudo, nasce das minhas sensações porquê jogador. Minhas ideias estão profundamente enraizadas em mim, haja vitória ou rota. Mas o resultado continua sendo sempre o mais importante.
Atualmente, diz-se que a gestão do vestiário é importante…
Sou crédulo, escuto os jogadores e deixo que deem sua opinião. Sou próximo, mas não sou partidário de discursos motivacionais. Falar demais não é bom. Por mais que você motive um jogador, somente a personalidade dele e o processo oriundo da competição o levarão mais longe. Ele precisa saber o que tem de fazer. É uma lei de sobrevivência: o mais poderoso, o mais muito prestes, vencerá. Estimulo a concorrência interna. Por outro lado, todos têm o recta de errar, precisam se preparar para isso e assumir o erro.
Você também sabe se mostrar duro em público, porquê no caso de Pedro, estrela do Flamengo afastada temporariamente em julho de 2025…
Ninguém é mais importante do que a equipe. Um princípio evidente havia sido violado. Tomei uma decisão complicada. Na estação, eu treinava alguns amigos, porquê Pedro, com quem havia jogado um ano antes. Precisava estabelecer uma barreira no trabalho. No Monaco é dissemelhante. Mas continuo sendo um estreante. Por isso, assinei sem hesitar. A sede do clube combina com a minha: crescer vencendo.
Até onde vai sua sede?
Para almejar continuar no incumbência, é preciso vencer a próxima partida. Esse é o meu princípio. Depois do Flamengo, quero grafar minha própria história, continuar vencendo. Não para provar zero a ninguém, mas para melhorar porquê treinador, porquê pessoa. Sou extremamente ávido. Não quero viver no pretérito. Quero mais, quero ver até onde meu nível vai me levar.
Tornar-se treinador foi um passo lógico em sua curso?
Porquê jogador, o dia mais feliz foi o da minha última partida no Maracanã, com o clube do meu coração, o Flamengo, depois de uma curso de sucesso que foi além das minhas capacidades. O pós-jogo foi um momento de plenitude, com meus amigos em moradia. Mas, felizmente, um mês depois eu já estava treinando a equipe sub-17 do clube. Porque sempre vivi para o jogo, em que você se expõe totalmente, arrisca a vida. Sem isso, há um vazio. Continuar vivendo minha paixão foi a minha salvação. Diversifiquei, por exemplo, minhas atividades com empresas imobiliárias. Mas não paladar nem um pouco disso. Paladar de futebol. Esse início com os jovens do Flamengo foi um laboratório para que eu me descobrisse porquê treinador.
Porquê você avalia o nível da Ligue 1 [Campeonato Francês]?
Nascente campeonato é subestimado. No paisagem tático, os treinadores, alguns dos quais analiso há bastante tempo, trabalham muito muito. Cá temos a coragem de lançar muitos jovens de altíssimo nível. Vejo tudo. Sou completamente viciado em futebol. Ser treinador exige enormes sacrifícios. É preciso ser louco. Mas adoro essa exigência do elevado nível. Desde que minha mulher e meus filhos me apoiem.





