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Tela Brasil: governo lança streaming gratuito desenvolvido pela Ufal com mais de 500 filmes nacionais

Governo lança Tela Brasil, streaming gratuito de filmes nacionais
O Governo Federalista lança neste sábado (30) a Tela Brasil, plataforma pública de streaming desenvolvida pela Universidade Federalista de Alagoas (Ufal) que reunirá 561 produções audiovisuais brasileiras para chegada gratuito. O serviço funcionará sem anúncios, sem mensalidade e poderá ser acessado por qualquer cidadão com conta Gov.br.
O catálogo inicial terá longas-metragens, curtas, médias e telefilmes brasileiros, incluindo 19 produções indicadas pelo Brasil ao Oscar. As obras são financiadas pelo Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e também fazem secção dos acervos da Cinemateca Brasileira, Meio Técnico Audiovisual (CTAv), Funarte e Instalação Palmares.
A plataforma será lançada durante o Rio2C, evento de originalidade e inovação realizado no Rio de Janeiro, com presença prevista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Neste primeiro momento, a Tela Brasil estará disponível unicamente na versão web, no endereço telabrasil.cultura.gov.br. Segundo o Ministério da Cultura (MinC), versões para celular, Smart TV e recursos offline devem ser lançados futuramente.
Segundo o governo federalista, a Tela Brasil funcionará uma vez que uma política pública cultural para ampliar o chegada às produções audiovisuais nacionais.
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Desenvolvimento vernáculo
A plataforma foi desenvolvida pela Universidade Federalista de Alagoas (Ufal), por meio do Núcleo de Superioridade em Tecnologias Sociais (NEES), sem participação de empresas privadas. O projeto mobilizou muro de 80 integrantes, entre pesquisadores, desenvolvedores, técnicos, estudantes e bolsistas de instituições públicas de várias regiões do país.
“A plataforma democratiza o chegada a estados e cidades sem cinemas e fora dos eixos Sul e Sudeste. Filmes que dificilmente chegariam aos streamings comerciais, uma vez que curtas e documentários, poderão ser consumidos pela sociedade”, afirmou ao g1 a vice-coordenadora do projeto Tela Brasil e professora da Ufal, Luciana Santa Rita.
Segundo Luciana Santa Rita, o desenvolvimento da plataforma também demonstra a capacidade tecnológica das universidades públicas brasileiras.
Cena de “O que é isso, companheiro?”, de Bruno Barreto
Divulgação
“O desenvolvimento da Tela Brasil pela Ufal e pelo NEES é um exemplo prático de uma vez que a universidade pública brasileira pode atuar na vanguarda tecnológica. O projeto reafirma o protagonismo acadêmico das instituições federais de ensino superior, provando que elas são capazes de entregar produtos de subida complicação e escaláveis para milhões de usuários”, disse.
A professora também destacou que o desenvolvimento próprio da plataforma evita obediência tecnológica de empresas privadas estrangeiras.
“Ao assumir o desenvolvimento integral da plataforma, o Estado brasiliano promove uma significativa economia de recursos, mantendo a propriedade do código-fonte e da perceptibilidade do projeto”, afirmou.
“A Tela Brasil nasce uma vez que uma política pública voltada à espalhamento gratuita do audiovisual brasiliano, reunindo produções nacionais financiadas com recursos públicos e acervos de instituições culturais federais”, afirmou o coordenador do projeto no NEES e professor da Ufal, Thiago Cordeiro.
Perfis de chegada
No lançamento deste sábado, estará disponível unicamente o Perfil Cidadão, voltado para o chegada individual de qualquer pessoa com conta Gov.br.
A plataforma também terá, futuramente, o Perfil Direcionado, voltado para escolas, cineclubes e espaços de exibição não mercantil, uma vez que centros culturais, unidades socioeducativas, unidades prisionais, bibliotecas públicas, Pontos de Cultura e outros pontos de espalhamento.
Esse perfil terá funcionalidades específicas, uma vez que curadoria pedagógica, geração de playlists e agendamento de sessões coletivas. Segundo o projeto, a proposta também é atender à Lei 13.006/2014, que prevê a exibição de filmes nacionais nas escolas de ensino básica.
Acessibilidade e proteção de dados
A Tela Brasil será lançada com recursos de acessibilidade audiovisual. Das 561 obras previstas no catálogo inicial, mais de 300 já contam com audiodescrição, legendagem descritiva e tradução para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).
“A Ufal também é responsável pela legendagem, Libras e audiodescrição das obras dos parceiros, uma vez que Cinemateca, Instalação Palmares e Funarte”, afirmou Luciana Santa Rita.
A interface da plataforma também foi desenvolvida com base nas diretrizes internacionais de acessibilidade do dedo WCAG 2.2 AA.
Segundo o projeto, a Tela Brasil não terá publicidade, cobrança de assinatura nem rastreamento comportamental de dados para fins comerciais. O tratamento de dados seguirá as regras da Lei Universal de Proteção de Dados (LGPD), usando unicamente as informações necessárias para a operação do serviço público.
Cenas de ‘A hora da estrela’, ‘Deus e o diabo na terreno do sol’ e ‘O que é isso, companheiro?’.
Reprodução

Fonte G1

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