Anita Malfatti tem pinturas em exposição gratuita 08/04/2026

Anita Malfatti tem pinturas em exposição gratuita – 08/04/2026 – Passeios

Celebridades Cultura


São Paulo


A capital paulista tem novas exposições para visitar a partir desta semana. Entre os temas aparecem retrato de famílias, arte afro-brasileira, modernismo e biodiversidade da caatinga. Veja os destaques a seguir.


Obra “Retrato de Lalive” (1917), pintada por Anita Malfatti


Reprodução

Alice Yura: Um Ato Fotográfico
Reúne trabalhos recentes da artista que dialogam com o registo do Foto Yura, um estúdio fotográfico da sua família, crédulo no século 20. O trajectória expositivo passa pelo álbum familiar de Alice, pela história da retrato e pela reencenação de imagens clássicas da história da arte.
Pina Contemporânea – av. Tiradentes, 273, Luz, região médio. De 11/4 a 13/9. Qua. a seg., das 10h às 18h. Ingr.: R$ 40 (inteira). Gratuito aos sábados e 2º domingo do mês


Anita e os Modernistas
Revisita a formação da linguagem modernista no Brasil por meio de 23 obras do ror do governo estadual de São Paulo. A pintora Anita Malfatti é o ponto de partida da exposição, que traz seus quadros uma vez que “A Vento” (1915) e “Retrato de Lalive” (1917). Há ainda pinturas e esculturas de nomes ligados ao movimento artístico, uma vez que Di Cavalcanti e Victor Brecheret.
Palácio dos Bandeirantes- av. Morumbi, 4.500, região sul. Até 31/8. Seg. a sex., das 10h às 16h. Gratuito, com agendamento em ror.sp.gov.br


Caatinga: Biomas do Brasil
Exibe fotografias, vídeos, ilustrações e animais taxidermizados para apresentar a biodiversidade da caatinga. A mostra ainda traz painéis interativos e ambientes com animais vivos do bioma. Ao longo do trajectória são discutidos os impactos da ação humana na flora e na fauna locais e os desafios para a sua conservação.
Museu Biológico do Instituto Butantan (Parque da Ciência Butantan) – av. Vital Brasil, 1.500, Butantã, região sul. Até outubro. Ter. a dom., das 9h às 16h45. Gratuito


Fabulações de Gilvan Samico
Traz largo recorte da produção do desenhista, com trabalhos do termo dos anos 1950 a 2000. A mostra secção da incorporação de 46 obras de Samico ao ror do Museu de Arte Contemporânea da USP. Entre os exemplares estão xilogravuras, desenhos e águas-fortes —técnica de gravura em metal.
MAC USP- av. Pedro Álvares Cabral, 1.301, Ibirapuera, região sul. De 11/4 a 7/6. Ter. a dom., das 10h 21h. Gratuito


Foto de Quebrada
Apresenta 43 fotografias produzidas por artistas das periferias do país. São mostradas cenas do cotidiano, retratos, festas e vida comunitária. A proposta é trasladar estereótipos e colocar a favela uma vez que produtora de uma linguagem própria.
Museu das Favelas- lgo. Páteo do Escola, 148, Núcleo. De 14/4 a 26/7.Ter. a dom., das 10h às 17h. Gratuito

Rabino Didi – Invenção e Ancestralidade na Arte Afro-Brasileira
Faz largo quadro da produção de Deoscóredes Maximiliano dos Santos, o Rabino Didi, estatuário baiano cujas obras dialogam com o ilustrado dos orixás. Exibe esculturas, arquivos, registros documentais e objetos usados em cerimônias religiosas. O trajectória oferece novas interpretações sobre o legado de Didi ao aproximar a sua obra de artistas do modernismo afro-brasileiro e de gerações seguintes.
Itaú Cultural- av. Paulista, 149, Bela Vista, região médio. Até 5/7. Ter. a sáb., das 11h às 20h. Dom. e feriados, das 11h às 19. Gratuito


Paulo Pedro Leal: Trágico Subúrbio
A primeira mostra institucional do artista tem mais de 50 pinturas realizadas entre as décadas de 1950 e 1960. O conjunto revela o interesse de Leal por naufrágios, cenas de guerra, ritos de umbanda e conflitos urbanos. A mostra destaca a sua produção à margem do volta solene e evidencia tensões sociais, religiosas e raciais.
Pina Luz – pça. da Luz, 2, Bom Retiro, região médio. De 11/4 a 8/11. Qua. a seg., das 10h às 18h. Ingr.: R$ 40. Gratuito aos sábados e no 2º domingo do mês.


Zumví Registro Afro Fotográfico
Oferece recorte de um dos acervos mais relevantes da retrato negra no Brasil. Criado em Salvador, em 1990, o projeto Zumví nasce da união de fotógrafos negros que passaram a registrar a sua própria experiência de vida. Com murado de 400 imagens, além de documentos e vídeos, a mostra articula retrato e militância ao percorrer temas uma vez que movimentos negros, blocos afro, território, cultura urbana e asserção estética.
IMS Paulista- av. Paulista, 2.424, Bela Vista, região médio. Até 23/8. Ter. a dom., das 10h às 20h. Gratuito



Folha

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