Na renovação que pretende promover na seleção brasileira no próximo ciclo até a Despensa do Mundo de 2030, Carlo Ancelotti deve mesclar jogadores jovens que já testou na equipe ao longo dos últimos 12 meses de trabalho, com novos rostos que a torcida ainda deve se habituar a escoltar com mais frequência com a amarelinha nos próximos anos.
Em entrevista ao ge, o treinador italiano citou o trio de atacantes formado por Estêvão, Rayan e Endrick entre alguns dos principais atletas que pretende recontar durante esse processo de reconstrução..
O primeiro, atacante do Chelsea de exclusivamente 19 anos, parecia, apesar da pouca idade, muito consolidado porquê uma das peças da risca de frente de Ancelotti para o próprio Mundial na América do Setentrião, até terminar dissociado da relação às vésperas do torneio devido a uma lesão na coxa direita.
Ele havia ganhado pontos com o técnico posteriormente ir muito e nutar as redes quatro vezes nos últimos três amistosos do Brasil em 2025, contra Coreia do Sul, Senegal e Tunísia, destacando-se pela ponta-direita.
Estevão fez sua primeira partida desde a lesão nesta terça-feira (28), entrando no segundo tempo do amistoso contra o WS Wanderers, da Austrália, em Sydney.
Com uma atuação exclusivamente discreta posteriormente mais de três meses longe dos gramados, o atacante formado na base do Palmeiras viu outro brasílico que também acabou ficando de fora da Despensa do Mundo fulgurar na vitória por 6 a 4 sobre o time australiano: o atacante João Pedro, responsável dos três últimos gols do Chelsea, em um pausa de dez minutos.
Na pré-lista de Ancelotti para o Mundial, o centroavante cria do Fluminense não conseguiu nutar as redes nas oportunidades que teve para mostrar serviço, nos amistosos contra França e Croácia, e acabou preterido na reta final por Neymar.
Com a privação de Estêvão, quem mais acabou ganhando oportunidades pela ponta-direita foi Rayan, também de 19 anos, jogador mais novo da seleção brasileira em uma Despensa desde Ronaldo, e que cavou sua vaga depois de atuar por exclusivamente 15 minutos contra a Croácia.
Em início promissor na Premier League no modesto Bournemouth, o jogador canhoto cria da base do Vasco passou na frente de atletas com mais idade e mais rodagem do que ele no futebol, graças ao estilo de jogo veloz e versátil, podendo atuar em diferentes posições.
Durante a Despensa, ganhou espaço posteriormente a lesão de Raphinha, e não entrou exclusivamente no jogo de estreia contra Marrocos. Não marcou, mas deu uma assistência na vitória por 3 a 0 sobre a Escócia, quando começou entre os titulares.
Embora não tenha desequilibrado, parece ter deixado uma boa sensação junto à percentagem técnica, valendo-se de uma combinação de força física, velocidade e capacidade de pressionar sem a globo.
De início bastante promissor com a camisa do Brasil, com gols nos três primeiros jogos, em meados de 2024, contra Inglaterra, Espanha e México, ainda sob a gestão de Dorival Júnior, Endrick, o mais velho dos citados, com 20 anos, teve uma atuação exclusivamente discreta nas quatro partidas que disputou na Despensa, todas saindo do banco.
Na eliminação para a Noruega, teve uma boa oportunidade posteriormente passe de Vinicius Junior, mas não conseguiu finalizar. Acabou tendo poucos minutos em campo e deixou uma sensação de desempenho inferior das expectativas, principalmente por justificação do bom momento que atravessava no Lyon.
De volta ao Real Madrid, o atacante pode ter a chance de mostrar serviço a Ancelotti dirigido agora pelo português José Mourinho no time merengue, principalmente posteriormente a saída do concorrente Gonzalo Garcia para o Fulham.
Zagueiro do City e goleiros do Brasileirão também no radar
O técnico da seleção também abordou durante a entrevista o processo de formação de novos talentos e falou sobre a saída precoce de jovens promissores do futebol brasílico, que acabam não tendo tanto espaço na Europa.
“A verdade é que o Brasil sempre vai formar talentos e depois eles têm que ser acompanhados. O ideal seria obviamente que os talentosos jogassem um pouco mais cá e pudessem evoluir mais rápido do que quando chegam na Europa e não têm espaço para jogar todos os jogos”, disse o mister.
Outro nome citado pelo italiano entre os jovens promissores para o próximo ciclo da seleção brasileira é o zagueiro Vitor Reis, de 20 anos.
Destaque do Palmeiras em sua estreia porquê profissional, em 2024, foi vendido ainda no mesmo ano ao Manchester City, em um negócio de € 35 milhões (R$ 205 milhões) que o tornou o zagueiro mais custoso do futebol brasílico.
No entanto, não conseguiu se firmar no time de Pep Guardiola e, por isso, atuou na temporada passada emprestado ao Girona, da Espanha.
Disputou 38 partidas, com um gol e uma assistência, sendo um dos destaques do sistema defensivo. Ele foi o único representante do país a integrar a lista dos dez melhores jogadores sub-20 de La Liga e o terceiro inferior dos 20 anos com mais minutos em campo.o.
O desempenho evidenciado garantiu seu retorno ao City para a temporada 2026/27, no elenco comandado por Enzo Maresca.
Ele chegou a ser convocado por Ancelotti para o amistoso contra a Croácia, no lugar de Gabriel Magalhães, lesionado, mas não entrou em campo.
Além dos jogadores citados nominalmente, o treinador afirmou que também vê potencial na novidade geração de goleiros no Brasil —os três arqueiros da Despensa já estão supra dos 30 anos: Alisson está com 33, enquanto Ederson tem 32, e Weverton, 38.
“Nomear jogadores é complicado, mas há jovens no Brasileirão, goleiros que estão jogando e mostrando qualidade para serem potencialmente da seleção”, disse Ancelotti.
Dos goleiros convocados pelo treinador até cá, exclusivamente Hugo Souza, de 27 anos, do Corinthians, atua hoje no futebol brasílico.
Titular na itinerário em amistoso contra o Japão, o arqueiro de quase 2 metros e perito em tutorar pênaltis era inclusive cotado para estar no Mundial, mas foi preterido de última hora pela experiência de Weverton.
Entre os nomes que ainda podem vir a lucrar uma chance com Ancelotti, estão Gabriel Brazão, do Santos, e Andrew Ventura, do Flamengo, ambos de 25 anos, além de Pedro Morisco, de 22, do Coritiba, e Matheus Donelli, de 24, cria da base do Corinthians e que atua neste ano por empréstimo pelo Al Ahli, dos Emirados Árabes Unidos.





