Estêvão: entenda a lesão muscular que pode tirá lo da Copa

Estêvão: entenda a lesão muscular que pode tirá-lo da Copa – 23/04/2026 – Equilíbrio e Saúde

Esporte

A lesão muscular que o atacante Estêvão, do Chelsea, sofreu pode ter sido causada por uma série de razões, mas excesso de incitação e folga inadequado são as mais comuns, segundo especialistas consultados pela Folha.

O incidente também pode ser provocado por uma pancada no músculo quando ele está contraído. Nessa estado, a lesão pode ocorrer em qualquer pessoa que pratique alguma atividade física, por exemplo.

Segundo o site The Athletic, que faz secção do conglomerado de mídia The New York Times, o intensidade da lesão sofrida pelo atacante brasílio foi classificado porquê quatro, o mais grave.

Nesse estágio, o músculo se rompe completamente e, em alguns casos, pode perder também sua relação com o osso, com a ruptura do tendão. Estêvão se machucou no sábado (18), durante uma partida do Chelsea, time que defende atualmente, contra o Manchester United. A lesão pode deixá-lo fora da Despensa do Mundo que será disputada em junho nos Estados Unidos, México e Canadá.

O que é a lesão muscular

A lesão muscular é caracterizada pelo rompimento da fibrilha muscular, e seu intensidade varia de pacto com a quantidade de fibras rompidas, segundo o ortopedista José Luís Zabeu, dirigente da ortopedia do Hospital Vera Cruz.

“O músculo tem uma secção vermelha que contrai e expande e uma secção esbranquiçada, o tendão, que o liga ao osso. A lesão muscular é a ruptura na secção vermelha. A depender da sisudez, também na secção branca”, explica.

Uma pessoa que pratica musculação, por exemplo, cria lesões no próprio músculo de maneira voluntária, para que ele possa se regenerar e lucrar mais volume, gerando tamanho muscular.

Esse tipo de lesão, classificado porquê micro, não tem potencial para limitar qualquer movimento —embora possa motivar dores mais leves.

Quais os graus

A sisudez e o sítio do dano causado à fibrilha muscular determinam o intensidade da lesão, segundo Warlindo Neto, médico que integrou o Time Brasil nas Olimpíadas do Rio 2016, Tóquio 2021 e Paris 2024.

“Quando a lesão compromete pouca quantidade de fibras, de modo a não impedir o movimento do músculo, é intensidade um. O intensidade dois já tem um comprometimento do movimento, mas que não chega a 50%, além de um rompimento maior. O três já é o rompimento completo: o músculo se separa”, explica o médico, que coordena a internação no Hospital Alvorada Moema.

Para se caracterizar porquê intensidade quatro, a lesão precisa, além do rompimento completo da fibrilha muscular, motivar danos ao tendão.

Porquê ocorre

Warlindo Neto explica que uma das causas mais comuns é o desequilíbrio musculare.

O médico afirma que, habitualmente, temos mais força em um dos membros (braços ou pernas): nos direitos, se destros; nos esquerdos, se canhotos.

“Porém, essa diferença não pode passar de 10%”, diz. “Para jogadores de futebol, busca-se uma diferença de 5%. Caso isso não ocorra, é porquê se houvesse um velhacaria de força em um dos músculos, levando ao rompimento da fibrilha.”

O médico explica que a fadiga muscular, a alimento e a falta de folga também podem explicar a lesão. A primeira sinaliza um limite de resistência do músculo; a segunda, os nutrientes que ele terá para se reconstruir; e a terceira, o tempo necessário para isso.

O ortopedista Everson Giriboni afirma que a lesão na fibrilha muscular também pode sobrevir por “traumatismo de subida robustez”.

“Se você geminar o dedo para insignificante e forçá-lo nessa posição, qualquer força brusca na direção oposta pode lesionar o músculo. Ou seja, se alguém retrair seu dedo para cima de repente, pode possuir uma lesão. O mesmo se aplica a outras lesões musculares”, afirma.

Pessoas sedentárias, diz ele, são mais propensas a lesões por essa culpa. “O músculo fica enrijecido pela falta de incitação e não suporta uma demanda repentina, pois está sem flexibilidade”, explica.

Quanto tempo leva a recuperação

Segundo os especialistas, a regeneração completa do músculo pode sobrevir de três a seis meses, a depender de porquê ela é conduzida.

Se constatado um rompimento do tendão, Estêvão deve ser submetido à cirurgia, o que pode estender o período necessário para a recuperação.

Desrespeitar o tempo adequado pode levar a uma novidade lesão que, segundo os médicos, configuraria um cenário mais grave.

O fisioterapeuta Avelino Buongermino, que atuou por 13 anos porquê coordenador de fisioterapia do Santos, afirma que a lesão de Estêvão na secção ulterior da coxa atinge um “músculo importante do arranque, da potência muscular”.

Ele diz que, a depender da confirmação da sisudez da lesão, a equipe do jogador pode optar por um tratamento mútuo, na tentativa de recuperá-lo a tempo da Despensa do Mundo.

“Pode ser que seja sugerido um tratamento conservador, sem cirurgia, o que não é o mais geral nesses casos”, afirmou Buongermino.

Folha

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